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quinta-feira, 28 de novembro de 2019

O EXEMPLO VEM DE CIMA (OU NÃO?)

   Com o resultado da decisão do TRF-4 em confirmar a condenação do Lula no episódio que envolve o sítio em Atibaia-SP, indo de encontro ao que se posiciona o STF, fica configurada e clara a situação incômoda desse último órgão, que é considerado como a maior casa na justiça desse país.
   E a votação entre os juízes nessa decisão foi unânime, 3x0, com o agravante de ainda terem aumentado a pena para dezessete anos e alguns dias, homologando de vez a culpa do ex-presidente naquele processo.
   Mas isso só deixa a situação mais complicada no país, mostrando que existe duas bandas nesse âmbito: a boa e a má. E do que se vê, o STF, pelo menos parte de seus integrantes, não estão concomitantes com aquilo que todos esperam e contam deles.
   Isso acaba por agravar as circunstâncias em que estamos vivendo. O poder Legislativo e o Poder Judiciário já não estão recebendo o respaldo da população brasileira. Aí tudo segue de modo a degringolar de vez em futuro breve. Todos sabemos que a Lei e a Ordem devem existir no país. E prevalecerem.
   Essas situações acabam desnorteando os cidadãos comuns dele, porque quando se observa tais tipos de ocorrências, o descrédito toma conta de tudo e de todos.
  Até se pode sugerir que a criminalidade venha aumentado dia a dia em função disso. Porque quando a população vê os próprios membros da justiça do país em ação negativa, se apropria disso para agir livremente e fora da lei, também.
  Então, nem é difícil de se imaginar que já alcançamos um patamar de verdadeira desordem em nossa nação, dando-nos a entender que estamos vivendo naquilo que alguns chamam de "terra de ninguém", e onde cabe uma só indagação: onde é que isso irá parar? 

*Em tempo: existe uma outra indagação, ainda: até quando se observará essa discussão estúpida em se concluir que o Lula é um criminoso ou não?

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

HAJA PAPO FURADO!

   Esse nosso atual cotidiano já passou da conta. Ou já encheu o saco? Oras, é tudo isso e mais algumas coisas. Essas conversinhas à toa, principalmente dessa imprensa um tanto quanto amarronzada, é de tirar-nos do sério.
  Primeiro, ficar explorando todas as declarações e afirmativas de alguns personagens públicos de nossa política, mormente do lado de quem está no poder, é pra lá de saturante. 
  Peguemos, por exemplo, a exploração das afirmações do ministro Guedes. Com relação à subida do dólar, que alcançou por volta de R$4,27, é até para se morrer de rir. Pois para quem, como todos nós, assistimos o valor do dólar alcançar Cr$2.750,00 (dois mil, setecentos e cinquenta cruzeiros reais), por cada dólar, ver o que estamos vendo por aí chega a ser ridículo. E o mundo nem acabou naquela época.
  Mas também com a exploração a respeito da fala do mesmo ministro sobre um novo AI-5. Se não fosse trágico, seria, sim, cômico. Porque andam misturando farinha com marinha. Isto porque quando isso aconteceu, em 13 de Dezembro de 1968, não havia outra alternativa para o governo, que se via em situação de alto risco.
  E apesar de alguns (ou seriam muitos?) afirmarem que foi um ato anormal, este só atingiu àqueles que buscavam criar situações de muito perigo institucional, como anda acontecendo atualmente, com as afirmações do Lula, em tentar incitar uma nova insurgência popular.
  Óbvio é que isso tudo determina e define a profunda divisão em que se encontra o nosso país, o Brasil. De uma lado aqueles que querem ver o circo pegar fogo e ver o país continuar sob o comando da criminalidade; de outro os cidadãos de bem, aqueles que cumprem rigorosamente as premissas cidadãs.
   Do que vivi naquela época, mesmo ainda muito jovem, afirmo com tranquilidade que vivíamos muito melhor do que vivemos atualmente. E só pessoas que querem andar em caminhos tortuosos, podem querer impedir que o país encontre e continue seu caminho do bem, do bom e do melhor para todos.
   De resto, é aguardar os desfechos disso. Esperando, também, que tudo permaneça na naturalidade e na normalidade constitucional vigente.

terça-feira, 26 de novembro de 2019

VIVER E APROVEITAR A VIDA, SEMPRE

   Por mais que alguém viva, nesse mundo e nessa vida, nunca alcançará a totalidade das percepções, bem como de todas as lições que devemos aprender. E isso é humanamente impossível, porque tais gamas de conhecimentos e aprendizados nunca serão alcançados, primeiro pelo tempo que tenhamos ou teremos de vida, que, como sabemos, é limitado.
  E com o impedimento da sequência vital, termina toda a nossa epopeia nesse planeta. E partiremos com certa ou alguma frustração. É de se pensar que isso atinja e alcance a todos nós, os viventes que somos até aquela data.
  Em teoria se diz que nós, os humanos, somos todos iguais. Isso no plano religioso e da cidadania também. Mas cabe controvérsias tal afirmação, porque não fomos, não somos e tampouco seremos iguais. Somos, sim, todos bem diferentes uns dois outros.
  E isso nem é motivo de desagrado para ninguém, basta apenas que nos submetamos à natureza às quais pertencemos. Mas isso não é fator que possa barrar a nossa progressão na vida. Mas que tenhamos a exata noção de que querer não é poder, como alguns insistem a tentar convencer aos inocentes.
   Daí que nos proponhamos a crescer. Pelo menos enquanto for possível. E não devemos desanimar em momento algum, porque as recompensas virão com o decorrer do nosso progresso, mesmo sabendo que a uns isso não será viável, por várias e diversas razões.
   E a vida possui muitos mistérios, como bem o disse Shakespeare, mas enquanto for possível, que tentemos decifrá-los. E, ao mesmo tempo, tirar proveito dessas descobertas. Eis aí o xis da questão. E o segredo é ir juntando os que deciframos. 
  Isso é o que nos irá impulsionar para diante. Mesmo que não alcancemos aquilo que sonhávamos e desejávamos no início. Mas que tenhamos também a certeza de que nos aproximaremos dessa meta, bem como tal resultado nos distanciará do ponto inicial, de onde partimos com pouco ou nenhum conteúdo. alcançando um patamar mais bem localizado. 
  A partir daí e disso, é que usufruiremos daquilo que conseguimos com o nosso esforço, interesse e meta. O resto vem a reboque, com certeza! 
   

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

FUTEBOL, CERVEJA E FESTA...

   Mas ao se criar a expectativa de uma piora na vida de todos nesse progresso constante de nossa existência, foi como se fosse uma adivinhação em acontecimento negativo em nosso meio, trazendo transtornos, sofrimentos e prejuízos nesse último Sábado em parte da cidade do Rio de Janeiro.
   A Zona Norte e o Centro foram tomadas de torcedores do clube Flamengo, cuja delegação desembarcou pela manha no aeroporto do Galeão. E como havia o planejamento de um desfile em carro aberto, isso se deu. E os jogadores ajuntados sobre um desses caminhões, próprios para tal tipo de evento, tomaram conta do pedaço, desfilando pela Avenida Presidente Vargas.
   A cidade foi tomada por um acúmulo de gente, e isso acabou por causar um caos total. Não se conseguia trafegar pelas regiões e adjacências desse tal desfile. É claro que muita gente foi prejudicada. Mas nessa hora, ninguém liga para esse tipo de coisa. Até mesmo uma necessidade de uma ambulância com um paciente em estado grave, não ter quase que a possibilidade de passar nesse meio.
   É de se esperar que tal tipo de acontecimento se dê em quase todo o mundo, não sendo exclusividade só nossa. Nessa hora se esquece de desemprego, falta de dinheiro, assistência médica com alto grau de deficiência, dentre otras cositas mas. O lazer e o prazer acima de tudo. E de todos.
   Esse é o nosso país, o Brasil. E essa é a nossa cidade, o Rio de Janeiro, que anda bamba das pernas,  até precisando de manifestações coletivas de rua nesse mesmo porte. Mas quem disse que a população tem visão disso? E a coragem? E assim vamos vivendo...

sábado, 23 de novembro de 2019

SERÁ MESMO QUE PIORARÁ?

   Até quando alguém suporta passar por pressões mentais, psicológicas e circunstanciais como se anda passando nesses tempos ditos modernos? É uma indagação um tanto quanto surpreendente, não é? Mas não há outra alternativa a não ser tal ideia.
   O tempo corre, passa, urge... E com isso vai levando a tudo e a todos de roldão. Uns até conseguem submeter-se a tais mudanças, outros já não. E esses últimos acabam por se desnortear com tanta mudanças. Algumas absurdas, outras surpreendentes. 
   Assim são esses tempos modernos. E é necessário registrar e ressaltar que no futuro tudo estará muito mais ainda, porque as invenções tecnológicas vão alterando tudo, sendo que a geração mais nova, mais recente, já nascem dentro dessa parafernália, por isso uma adaptação automática, o que é diferente para as outras mais antigas.
   A grosso modo uma comparação pode ser criada, levando-se em conta a participação do ser humano, que já está submetido e até dominado pelas máquinas criadas nessas últimas décadas. Digamos que a partir do meio do século passado, onde a eletrônica e a informática fundiram numa só, criando um universo novo para a humanidade.
   E dessa forma, as mudanças são profundas, mas também drásticas, beneficiando aos mais novos, fazendo-os tomarem conta da modernidade e se aproveitando disso, principalmente no aspecto financeiro.
   Hoje em dia é muito mais fácil ganhar dinheiro. E consegue-se de uma forma muito diferente de então. A mão de obra piorou sua qualidade. Compensada pelo uso da tecnologia e dos aparatos tecnológicos, o que faz com que se consiga maiores facilidades no aspecto laboral.
   E é aí que vemos as muitas diferenças entre o agora e o outrora. É em qualquer profissão, é nas artes, é na música. Até mesmo no futebol assistimos situações muito diferentes de antes. O que era considerado como arte, também, hoje em dia está no vigor físico. E as caneladas tomaram contado do espetáculo.
   Daí que vemos também a inconveniência se apresentar de forma ultrajante. E a violência, dentro e fora de campo, são ações das mais marcantes nesses dias atuais. Mas o mais surpreendente é ver que os jogadores de hoje auferem remunerações estratosféricas, permitindo aos jovens jogadores acumularem fortunas num curto espaço de tempo, diferentemente do que ocorria em trinta ou quarenta anos atrás.
   Mas o que assusta mesmo é ver as pessoas supervalorizarem gente de pouquíssimas qualidades. Mas algumas coisas são marcantes: a presunção, a pretensão e a arrogância dos jogadores. E isso também está e é muito diferente de então. 
   Com isso se pode verificar uma circunstância pesada: a mediocridade e a vulgaridade tomaram conta da vida. E, pelo jeito, tão cedo isso mudará. Com forte tendência para piorar, isto sim!

sexta-feira, 22 de novembro de 2019

O QUE FALTA EM NOSSO PAÍS?

   Das muitas assertivas apresentadas aqui neste espaço durante um bom tempo, tive a oportunidade de manifestar minha contrariedade com a inteligência humana. Ou melhor, com sua pseudo condição. Porque do que já ouvi, li, vi e vivi, não necessariamente nessa ordem, se formos pesar e medir, de forma criteriosa as ações do ser humano nesse nosso cotidiano, não precisaremos de muito esforço para cair na convicção de que ela não é tão acentuada assim.
  Talvez isso não possa ser configurado mundo afora, mas aqui em nosso país não é difícil dessa percepção, bem como da constatação de tal situação, porque o que se contata em nossa nação, são coisas esdrúxulas ao extremo, principalmente no âmbito público/político.
  Vejam bem, um ex-presidente criminoso, condenado já em dois processos, e ainda responde por outros, se vê beneficiado pela Casa superior da Justiça do país, sendo libertado, e dana a ofender a tudo e a todos. Inclua-se aí grandes autoridades do país, bem como veículos de imprensa, fora outros absurdos que anda promovendo por aí.                                              Logotipo do APB
  Então, também vemos o atual presidente, Sr, Bolsonaro, sair do partido pelo qual elegeu-se na última eleição, o PSL, mas logo dando início à formação de outro, cujo nome é Aliança Pelo Brasil, APB. E seu logotipo é formado por essas letras e o lema, bem como a exposição e montagem de dele, é composto de projéteis. Sim, cápsulas de arma de fogo.
  Óbvio é que pode-se criar uma série de ilações e conjeturas a respeito. Até mesmo observar-se uma certa situação subliminar nisso, onde pode querer mandar recado para todos, principalmente seus adversários, que é adepto do uso de armas pesadas para solução e resolução de quaisquer circunstâncias que queira resolver e terminar.
  Claro é que isso cai nas graças de alguns, mas de outros não. E seria bom que ele, junto com seu staff, procurasse saber dos muitos imbróglios desse tipo que outras nações andam enfrentando. E a Colômbia e o Chile estão em exposição nesses últimos dias, para isso.
  Dizem que o povo brasileiro é pacato. E isso nem representa a verdade. Porque pelo que já passou, passa e ainda passará, em matéria de desmandos e safadezas, já deveria ter tomado as rédeas das situações que lhes são infelizes, pondo fim à tantas mazelas. Mas, na verdade, lhe falta conscientização cidadã. E coragem.
  Talvez por isso não obtivemos uma redenção nesse país, aproveitando ser ele um dos melhores do planeta, com todos os climas e recursos naturais para se transformar na mais importante nação do mundo. 
  Aí, cabe uma única indagação: o que está faltando para isso?

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

EIS A QUESTÃO!

   Sejamos sinceros! Mas o que rola de conversa fiada nesse nosso cotidiano, não está no gibi! Sim, é muito assunto sem nenhuma relevância, perdendo-se tempo desnecessariamente, enquanto existe uma gama de outros precisando de atenção e, principalmente, concentração para resolvê-los.
  Tem-se a impressão de que isso até seja uma coisa orquestrada. Faz lembrar a história do "bode russo", e quem quiser saber a respeito é só buscar no Google. Procura-se desviar a atenção do foco principal e levar adiante as patifarias costumeiras.
  Discutir, por exemplo, a respeito de preconceitos, sem contudo chegar-se ao denominador comum, é perder tempo à toa. Segundo uma tese que tenho, penso que essa ação é comum a todos, guardando-se as devidas proporções do modo, do tipo, do lugar, do efeito, dentre outros itens pertinentes.
  E isso vai rolando diuturnamente entre todos. Uma hora recrudesce, outra arrefece, mas a discussão segue em frente, mas nenhuma solução se encontra, bem como se resolve.
  E a vida vai se complicando. E a cada dia, mais. Daí observar-se os imbróglios em que nos metemos. Já estamos, a bem da verdade, até acostumados com eles. Aquele BBB famoso diria nessas circunstâncias: "faz parte!".
  A questão principal é a seguinte: enquanto todos ficarem puxando a brasa para a sua sardinha, não daremos um passo à frente de jeito nenhum. Eis a questão!

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O POVO QUE SE DANE!

   Ficou um tanto embaralhada essa questão que envolveu a retirada de circulação de quarenta trens da Supervia, trazendo transtornos e prejuízos aos usuários, bem como causando espanto pelo inusitado da decisão. Por quê só dois ou três anos depois verificaram deficiência técnica nessas composições?
   Desde algumas décadas atrás o Brasil é considerado um país sem seriedade, afirmação de um embaixador brasileiro na França, e que atribuíram ao General De Gaulle  tal afirmação, mostrando que certas situações não deveriam e nem poderiam acontecer em nosso país.
   E nisso há um agravante maior. O Brasil tem a condição de fabricar esses trens, tirando a necessidade e a possibilidade de se importar tal tipo de bens. Mas as coisas aqui se dão de modo oculto, onde o âmbito público é considerado uma possibilidade de sempre se locupletar, por parte daqueles que estão no poder de decisão, seja lá qual ela for.
  Infelizmente essa cultura enraizou-se entre nós, criando garras profundas nesses procedimentos. E essa conversa que se ouve de que o país tem mecanismos para descobrir tramoias e afins é pura balela. Faz-se o que quer aqui, desvia-se e rouba-se dinheiro com uma facilidade fora de propósito. E nem é pouca coisa, não.
  Agora, o povo que se dane!

terça-feira, 19 de novembro de 2019

FIM DO MUNDO

   O mundo acabou, só não o percebemos!
  Sim, pelo menos o que vivíamos há décadas atrás. No mínimo umas quatro delas, porque mesmo que houvesse alguma barbaridade naqueles tempos, eram menores do que as que acontecem nesses dias atuais, bem como em quantidade ínfima. 
  Claro que dirão que antes não havia essa instrumentação comunicativa como há hoje. Tudo bem! Mas, convenhamos, a coisa está pra lá de absurda. A violência é coletiva. Tomou conta de tudo e de todos. Somos, simultaneamente, vítimas e algozes dela. Depende apenas das circunstâncias.
  Nesse último Domingo, na cidade fluminense de Volta Redonda, uma pequena colisão entre dois veículos, com danos rasos, deu a oportunidade da mostra a quantas andam o desequilíbrio mental, emocional e psicológico das pessoas.
  Um rapaz envolvido nela foi brutalmente agredido, tendo seu carro praticamente destruído pela turba formada naquela ocasião. E os jovens ali presentes tomaram conta de linchar o mesmo, de forma absurda e inaceitável.
  É óbvio que psicólogos, sociólogos, assistentes sociais, dentre outros, deveriam debruçar-se nessa ocorrência para analisar seus comportamentos e resultados dessa ação por parte daquela gente.
 Mesmo leigo nesses assuntos, diria que muito dessa ação estaria na deficiência da educação que foi dada a esses delinquentes, por parte de seus pais. Mas isso é e está tão corriqueiro nos dias atuais que ninguém parece estar percebendo. E só o faz quando é o agente direto de um absurdo desse.
  Engraçado que na teoria todos se consideram pessoas normais. E de boa índole. Só que isso é um arremedo de seriedade e não passa nem perto do real. É e está difícil viver nesses nossos dias, pelo menos do modo como queremos e esperamos, com plena tranquilidade.
  Muito se fala dos tempos das cavernas. Mas hoje a coisa está muito pior. Não adiantou quase nada a tal de evolução humana, acoplada à tecnologia. Paradoxalmente parece até que tudo piorou em termos de humanidade. Os fatos que tomamos conhecimento nesse nosso cotidiano, assim o mostram.
  Infelizmente, pelo que se observa,  as perspectivas e expectativas do mundo melhorar nesse aspecto não é lá nada positivo. De certa forma temos que nos conformar com um fato: hoje está melhor do que amanhã e nos dias seguintes a ele. Com certeza.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

SER HUMANO?

   Criei uma tese algum tempo atrás que duvida da inteligência da e na raça humana. Isto porque do que já vi, ouvi, vi e vivi, não necessariamente nessa ordem, as incongruências dessa raça assim o define e determina.
   Então, como no caso da grave situação política/social envolvendo a Bolívia nesses últimos tempos/dias, onde se tomou conhecimento da tragicidade que envolve tal situação, pode-se tirar algumas conclusões a respeito. Principalmente quando toma-se ciência da prisão e também de morte de muitas pessoas nesse imbróglio.
   Todo aquele que se propuser partir para tais tipos de protestos devem possuir a inteira noção/condição do que irão encontrar pela frente. Principalmente para os mais corajosos/contundentes/agressivos, em buscar resolver tal situação através do confronto físico e/ou bélico, como acontece quase sempre nesses casos.
   E isso se aplica à toda nação que perca o controle sobre suas prerrogativas, permitindo o desequilíbrio coletivo, por vários e diversos motivos. Também por certas circunstâncias, dando margem à parte ou totalidade de sua população partirem para uma pretensa refrega. Ou protesto, como queiram.
   Daí que é natural ao lado mais fraco sofrer ações drásticas, fatídicas e funestas nessas confrontações, haja vista que uma nação conta com um aparato bélico/policial, devidamente preparado para tais tipos de enfrentamentos, diferentemente dos seus contrários, que entram quase sempre nessa briga com a cara e a coragem, salvo alguns casos, onde certos manifestantes fazem usos de algo mais contundente/ferino contra as tropas.
   São inúmeras, quase incomensuráveis, as razões e os motivos para que ocorram esses tipos de situações. A primeira delas é o absurdo da manutenção do poder a qualquer custo, como acontece com dirigentes/políticos das nações em grande parte do mundo. Mas quase sempre pode-se ver o emprego da desonestidade nas condutas/ações desses dirigentes, que querem se apegar ao poder a qualquer custo.
   Seja lá em quaisquer condições, mesmo numa administração de um clube e/ou um condomínio, o gestor que se proponha a permanecer no cargo por muitos e muitos anos, demonstra não possuir a necessária decência. Daí que vemos isso acontecer em quase todas as partes do mundo, ao que, ao final, acabam criando as situações de protestos/confrontos entre todos. E isso acarreta resultados lastimáveis.
   E é assim que temos que discordar dessa afirmação de que o ser humano é inteligente. É claro que essa é uma situação. Mas existem muitas outras que corroboram com a sua pseudo inteligência. 
   Controvérsias à parte, seria bom que houvesse uma análise profunda em muitos dos procedimentos nas pessoas mundo afora. Mas parece que isso é um fator quase que impossível de ocorrer, daí que ainda teremos muitas situações de sofrimento entre nós. Uma pena.