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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

TENTANDO SE JUSTIFICAR...

    Este início de Janeiro não está sendo um bom período para se criar artigos neste blog. E as razões e motivos são muitos e vários. Mas o primeiro e principal deles é a saturação que o cotidiano vem apresentando. E isso em todos os níveis e planos. A começar pela mesmice do dia a dia, mormente em se ouvir, ver e ler as notícias que se dão por aí. A violência e a falta de vergonha imperam, sempre, nos assuntos abordados por todos.
    Desta forma, a dificuldade é criada para este literato diletante, que se vê ofuscado, saturado e descrente de quase tudo o que acontece no país, quiçá no mundo. A ponto de criar um bloqueio mental, digamos, para o desenvolvimento das matérias que preencherão o espaço desse blog, cuja responsabilidade de seu autor é só consigo mesmo, conforme já foi explicado em outra oportunidade nesse espaço.
    Mas a cada dia que passa, fica difícil para as pessoas com idade maior do que cinquenta anos, viverem de forma tranquila e serena, haja vista que a velocidade dos acontecimentos que se dão nesses novos tempos é superior àquela a que as pessoas nessa idade estavam acostumadas a viver e conviver em seus dias a dias.
     E uma das coisas que este autor mais observa na maior parte das pessoas com as quais convive e conversa é a superficialidade delas. Ou seja: se comparadas com as pessoas de trinta, quarenta ou cinquenta anos atrás, observa-se uma diferença muito grande nos conteúdos pessoal, profissional e moral - não necessariamente nessa mesma ordem - nelas.
     Como se diz popularmente, há mais gente tirando onda por aí do que pode. Pois há uma diferença muito grande num aspecto entre essas gerações: a aptidão. Poucas são as pessoas que são aptas naquilo que fazem, hoje. A qualidade nos diversos procedimentos não está correspondendo às expectativas de ninguém, no caso. E parece que muita gente está fora daquilo em que deveria estar profissionalmente. E talvez seja por isso que a qualidade profissional delas deixa tanto a desejar, principalmente no que todos esperam de todos.
     O nosso país alcançou um grau de degradação muito alto. Em quase todos os assuntos que são desenvolvidos entre pessoas, o final do assunto descambará, sempre, nos mesmos fins: violência, corrupção, impunidade, falta de vergonha e imoralidade. Assim, fica muito difícil para as pessoas que viveram em outros tempos - e de outra forma -  ficarem impassíveis com o que se vê nesses tempos contemporâneos.
     Mas existe uma situação que se pode classificar de esdrúxula nisso tudo.É que poucos assumem suas parcelas de culpas neste imbróglio. Mesmo estando eles envolvidos diretamente nas várias situações que acontecem dentro desse universo. Sendo assim, a problemática sempre existirá e continuará no país, quiçá no mundo. 
     Então, pegamos um dos aforismos conhecidos da sabedoria popular que diz: "O que não tem remédio, remediado está". 
     E ficamos todos combinados disso.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A SITUAÇÃO DEGRINGOLOU-SE TOTALMENTE.

     Já se falou muito nesse espaço sobre a falta de seriedade do brasileiro. E muitos exemplos disso já foram exemplificados, aqui, também. Mas não dá para se deixar de abordar tal tema, principalmente quando se lê, vê e ouve através dos meios de comunicações e informações, alguns episódios que acontecem na cidade.
    Hoje, por exemplo, tivemos manifestações violentas por parte das pessoas que vivem e moram numa favela, mesmo pequena, nas redondezas da Mangueira. Mais exatamente na Rua São Francisco Xavier. Onde antigas instalações do metrô, deu chance para que pessoas a ocupassem ilegalmente, quando do término das obras, criando assim a situação que hoje traz sérios problemas a todos.
     Se houvesse mesmo seriedade nesse país, a essa hora os responsáveis pela manutenção e  fiscalização de locais e logradouros públicos naquela época em que os imóveis e espaços públicos foram ocupados indevida e ilegalmente por essa gente, deveriam estar respondendo por seus crimes de omissão. E arcariam com todos os ônus e custos dessa ação da Prefeitura em retirar os invasores daquele local.
     Mas infelizmente, isso não aconteceu só nessa região. Basicamente o Rio de Janeiro foi invadido por milhões de pessoas, que vieram de todos os cantos e recantos do país e ocuparam milhares de espaços públicos indevidamente, que hoje trazem dificuldades para todos e, principalmente, custos elevados aos cofres públicos, que se vê obrigado a indenizar essa gente que não tem e nem teria direito algum por isso, haja vista que ocuparam espaços e terrenos que não eram de suas propriedades e cujos documentos não possuem até hoje.
     Infelizmente existem muitos políticos por trás  dessas situações irregulares. E são eleitos pelas pessoas que vivem na irregularidade da ocupação de áreas ilegais, onde se criam e se criaram as favelas que hoje estampam as várias regiões da nossa cidade dita maravilhosa. Com isso, não há quase nenhuma esperança de que tais situações sejam resolvidas de forma positiva.
     Lamentavelmente. 
    

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

O CALOR, AS INTEMPÉRIES E SUAS CONSEQUÊNCIAS

     As temperaturas climáticas no Brasil e no Rio de Janeiro, especialmente, estão alcançando níveis preocupantes e assustadores. Mesmo com os cientistas fazendo alertas à população mundial sobre o abuso que o ser humano tem praticado nesses últimos tempos, o que tem refletido no aumento da temperatura do planeta.
    Infelizmente, quase ninguém presta atenção em alguns detalhes do nosso cotidiano. O uso acentuado dessa parafernália eletrônica que quase todos usam, é um dos motivos da alteração da temperatura da Terra. Também pode-se atribuir tal situação ao aumento extraordinário de veículos (automóveis) no cotidiano das pessoas.
    As grandes capitais brasileiras, alcançaram níveis assustadores de carros em movimentações nelas. As ruas parecem não possuir condições de absorverem tantos veículos e os congestionamentos são frequentes e constantes. E até mesmo o uso de computadores e televisões nos lares e outros estabelecimentos comerciais, provocam um rigoroso aumento na temperatura das regiões onde o uso desses equipamentos são efetivos.
    A poluição que se estabeleceu no mundo, com certeza, é a maior responsável pela alteração do clima no planeta. Se uma pessoa se propuser a visualizar o horizonte de um lugar alto e que possa alcançar o nível de fumaça preta que fica acima da linha dos prédios da cidade, constatará que vivemos dentro de um ambiente altamente tóxico. Mas que com o poder de absorção que o humano possui, já se acostumou a viver dentro dessa situação e, assim, resiste à ela sem nenhum problema. Pelo menos aparentemente, é claro.
     Mas o assustador é saber que essa situação não terá volta. Ou seja: ninguém deixará de usar os equipamentos que usa para buscar retornar aos tempos em que o planeta possuía uma natureza limpa e tranquila. E os cientistas, com muita frequência, chamam a atenção de todos para a possível extinção do planeta Terra. Mas parece que ninguém acredita nisso ou, então, está se lixando  para isso.
     E um fato deve ficar na mente das pessoas de uma forma definida e definitiva: mesmo que a ciência alcance êxito em descobrir um novo planeta para que os humanos possam transferir-se para lá, a quantidade de gente que estará envolvida nesse processo não passa nem perto daquilo que muitos possam imaginar. Só será possível a transferência de poucas pessoas. O resto?, diz-se: Vai para o vinagre e/ou brejo. O que, ao final, vai dar no mesmo.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

"ELUCUBRAÇÕES CEREBRINAS" , SEJA LÁ O QUE ISSO QUEIRA DIZER

     Seria possível acreditar-se que quando uma pessoa nasce com muito potencial em sua individualidade, consegue angariar muita antipatia, animosidade e/ou inveja das outra pessoas?
     Mas esse potencial também pode ser adquirido através de sua existência/vivência, conseguido com muito estudo, esforço e concentração. E, com isso, possa causar-lhe muitas dificuldades nas relações que mantém em seu cotidiano, por expor, mesmo que de forma natural e espontânea, toda essa capacidade mental ou intelectual.
     Schopenhauer já descreveu tal situação, afirmando que quando se conversa com uma pessoa que esteja num plano mais abaixo de conhecimento, esta se sente inferior por ver no outro um nível mais elevado do que o seu e, nisso, surge um sentimento natural de inveja ou despeito.
     Mas é necessário analisar-se certas circunstâncias nesse assunto. Há aqueles que podem ser considerados como fanfarrões (ou falastrões), e que tentam mostrar mais do que realmente possuem. Mas há outros que expressam aquilo que possuem naturalmente, mesmo que possam parecer presunçosos ou pretensiosos a outrem. E é nesse segundo caso que vemos certas situações acontecerem. E aí realiza-se o abordado no primeiro parágrafo dessa matéria.
     Do que tenho lido, ouvido, visto e vivido - não necessariamente nessa ordem - cheguei à conclusão do seguinte: Todas as pessoas deveriam buscar utilizar um processo para auto aplicação. Qual seja: sempre auto-analisar-se e autocriticar-se. De uma forma constante e costumeira. Porque assim poderia medir seu grau de comportamento. Se positivo ou não. Assim, poderia mudar o rumo ou melhorar suas ações no cotidiano para com as pessoas com as quais se relaciona.
    Óbvio é que este exercício, convenhamos, não é de fácil realização ou prática. Até muito pelo contrário. Um exercício como esse é um trabalho mental excessivo e, por isso, não seja possível ser praticado pela maioria das pessoas nesse mundo, só por alguns. E estes são o que podemos classificar como privilegiados ou extraordinários.
    Dentro dessa tese, firmei um conceito: Porque é que todas as pessoas não se equilibram no mesmo conhecimento, haja vista que as lições são as mesmas para todo mundo. Mas só uns poucos as assimilam da forma como devem ser.
    Mas é claro que sabemos que as pessoas neste mundo não apresentam o mesmo nível de assimilação comportamental em função de muitas diferenças que possuem. E aí esteja a explicação para o desequilíbrio dessas situações. E, talvez, esteja aí a perfeição do mundo. O conjunto de imperfeições entre todos é que dá equilíbrio às ações coletivas. Ou seja: vivemos num tremendo paradoxo humano e social.
    Por fim, antes que queiram mandar-me de imediato para o Pinel, quero dizer que ainda não estou rasgando dinheiro. Mas que quando passo nas imediações desse local, o faço de forma apressada e, geralmente, pela calçada contrária deste manicômio. Porque, vai que.... 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

O OPORTUNISMO E A EXPLORAÇÃO DO SOFRIMENTO ALHEIO

     Um dos assuntos mais abordados pelas pessoas em conversas entre si é, sem sombra de dúvidas, a violência que existe e acontece em nosso país, o Brasil.
     E o engraçado é que todos palpitam a respeito das soluções para esta situação. No entanto não se chega a conclusão nenhuma a respeito.
     Para quem vê, ouve ou lê noticiários nos vários veículos de comunicação, é flagrante o abuso e a exploração por parte deles todos desta modalidade de acontecimentos. Sendo que a televisão possui certos programas ao final das tardes, que mostram de forma absurda e explorativa todo tipo de violência que acontece diariamente no país.
     E esses programas agem dentro de uma situação totalmente esdrúxula, porque exploram de forma abusiva, sensacionalista e exagerada, todos os acontecimentos terríveis que acontecem todo dia. E o fazem de uma forma repetitiva, mostrando uma imagem por diversas vezes, causando nas pessoas uma tremenda repugnância e revolta, com certeza.
     Daí que se pode classificar tais procedimentos como um verdadeiro estímulo à violência entre todos. Porque uma boa parte das pessoas ficam condicionadas de tal forma, que seus inconscientes guardam tudo aquilo que é exposto nesses programas. E, com certeza, alguém com a mente fraca pode muito bem absorver os "ensinamentos" que vê neles e que expõe as mazelas alheias do nosso cotidiano, colocando-os em prática nunca circunstância futura.
     A impressão que esses programas nos passam é a de que só existe violência no mundo, tal a exploração que fazem dela. E é de se perguntar o seguinte: Por que fazem isso? Com qual intuito mostram com verdadeiro estardalhaço as piores situações e acontecimentos terríveis que acontecem no nosso dia a dia?
     Mas o pior de tudo é ver e saber que existem pessoas que adoram assistir a tais tipos de programas. Chegam a regozijar-se com as mazelas e sofrimentos alheios. E não deixa de ser um fato inexplicável. E é só por isso que essa gente que produz tais programas, encontram razões para fazer o que fazem, sem se preocuparem com os resultados de suas explorações do inconsciente coletivo.
     E é bom que eles saibam que um dia serão os personagens de seus próprios programas. E a vida já mostrou isso mais de uma vez. Mas parece que a maioria deles não conseguem ver um palmo a frente do próprio nariz. Faz lembrar de uma propaganda de uma vodka famosa que dizia mais ou menos o seguinte: "Eu sou você amanhã."

domingo, 5 de janeiro de 2014

UMA COPA DO MUNDO NO BRASIL, A QUALQUER PREÇO

     Os temas futebolísticos não são muito frequentes neste espaço. E por razões óbvias já apresentadas em artigo anterior. Mas com a afirmação do Presidente da Fifa, Sr. Blatter, que dá conta de que o Brasil é o país que apresentou o maior atraso nas obras de construção e preparação dos estádios, para a realização da Copa do Mundo neste ano no país.
      Segundo afirmações dele, o Brasil começou muito tarde a iniciar as obras necessárias para  a construção dos estádios onde as partidas se realizarão e por isso já há um certo temor de que o sucesso da futura Copa do Mundo não se efetive, podendo acontecer vários contratempos em sua realização.
      E em artigo recente, foi citado que o Brasil não é um país sério. Sendo que tais circunstâncias, apenas corroboram essa afirmação famosa que um embaixador brasileiro na França havia proclamado em 1962, cuja autoria foi atribuída, equivocadamente, ao General De Gaulle.
      E com isso, remeto-me a anos anteriores. Na década de 1960, por exemplo, em que havia um político muito famoso chamado Carlos Lacerda, que foi Governador do antigo Estado da Guanabara - 1960/1965 - realizando obras imensas e promovendo o desenvolvimento da cidade de uma forma revolucio

nária.
      Um outro político famoso também pode ser citado, Juscelino Kubitschek, que foi Presidente da República -1956/1961 - onde construiu a nova capital federal, Brasília, que lançou um "Plano de Metas" onde se dizia: "Cinquenta anos em cinco". Assim o Planalto Central virou um enorme canteiro de obras. Dessa forma, transformou aquela área numa região de obras que se reverteram em cartão postal nacional, cujo criador principal foi o arquiteto Niemeyer.
      Infelizmente, "já não se faz homens públicos como antigamente", diz uma frase muito famosa e conhecida de todos. E assim é. E não há quem consiga impedir as ações nefastas de muitos que estão aí pelos diversos poderes no Brasil. Todos sabemos que a corrupção é avassaladora e irmã siamesa da impunidade. Talvez seja por isso que esta situação fique estabilizada em nosso cotidiano público.
      E, coincidentemente, recebi de um "amigo virtual" uma matéria, cuja foto coloco neste espaço, dando conta de que nos anos 80', o General Figueiredo recusou um pedido do Sr. Havelange, para que o Brasil sediasse uma Copa do Mundo aqui em nosso país, perguntando-lhe se ele conhecia alguma favela ou se sabia da seca no Nordeste.
      Infelizmente a maior parte dos políticos brasileiros que está por aí, não possui o sentimento imbuído do que é ser um servidor público a serviço do país. Por isso assiste-se diuturnamente as muitas mazelas que perpetram em seus exercícios.
      Então, é importante lembrar a todos que esse ano, após a realização da Copa do Mundo, em outubro, teremos as eleições, onde escolheremos os candidatos aos vários cargos eletivos que dirigirão o país no próximo ano, 2015. Sendo assim, é necessário que todos busquem lá no fundo de suas consciências, um critério rígido, lúcido e objetivo nas escolhas que fizerem. Só assim poderemos mudar o país e colocá-lo no rumo da "Ordem e do Progresso". 

sábado, 4 de janeiro de 2014

UM MODO DE VIDA

     A edição dos textos publicados neste blog às vezes não obedecem nenhuma cronologia. Os textos surgem de acordo com a ideia de seu criador, baseado nos acontecimentos diários com os quais se depara mas que em algumas vezes seus conteúdos são criados algum tempo depois de observados ou constatados.
     E já foi dissertado aqui sobre o tema educação. Que quando este autor ouve alguém falar a respeito, sempre pergunta ao interlocutor de qual educação este está se referindo, haja vista que o entendimento primeiro é baseado na educação paterna.
     Isto quer dizer, a educação que se inicia nos lares de todos, onde os pais ensinam as questões básicas para que uma pessoa possa se desenvolver normalmente em sua vida como cidadão e irá expressar seus modos no ambiente que frequentar como tal durante sua vida.
     E uma das questões mais importante que envolvem tudo isso é que todos passaremos por várias etapas de aprendizado nela, o que promoverá a estrutura básica que fará com que possamos cumprir com as obrigações e deveres nela, seguindo à risca as normas, leis, regulamentos e regras que a própria sociedade criou para nortear a todos durante sua existência na vida.
     Sabemos que, no que toca a ensinamentos, existem vários processos ou métodos de aprendizado. Só para citar alguns, existem os métodos Montessoriano, Piaget, Kumon, dentre outros. Sendo assim, todos nós nos adaptaremos melhor a cada um deles, não havendo uma regra básica que vá determinar por qual deles uma pessoa se adaptará no ensinamento a que se propuser ou ter que passar na vida.
     E arvorando-me em estudioso de comportamento humano - de forma diletante e particular - vivo observando os modos e jeitos das pessoas nesse mundo. E uma das observações e constatações que conclui, foi no modo de vida das pessoas oriundas de Portugal, no período a partir e após  a metade do século passado.
     A maior parte dessas pessoas que vieram de lá, não possuíam  muito potencial, eram pessoas de poucas letras e de profissões consideradas de pouca importância, seja lá o que isso queira dizer, mas todos o sabem. Mas o rigor nos aspectos morais eram até arraigados no respeito à lei e tiveram ou teem condutas ilibadas. E isso passaram para seus descendentes, o que vigora quase até os dias de hoje, como podemos observar nas pessoas dessa origem e seus descendentes, que possuam idades entre 40, 70 ou 80 anos.
     E um dos fatores observados em seus comportamentos está no modo de trajar-se no convívio social diário. Quase nunca nenhum deles (no caso dos homens) usam calça jean ou camisa polo, por exemplo. Fazendo uso, quase sempre, de calças sociais e camisas ou blusões em padrões normais, diferentes de nós brasileiros que usamos o par anteriormente citado e quase nunca os da segunda citação. Só o fazendo, nesses casos, em ocasiões especiais e, principalmente, durante o exercício profissional.
     Um outro aspecto observado é o fato de que seguem rigorosamente as normas. Não saem delas quase nunca, obedecendo os ensinamentos que seus pais lhes passaram a partir de suas existências. E isto se reflete até na criação das crianças contemporâneas. Seus comportamentos são um pouco diferentes das outras crianças.
     Isto é de fácil explicação porque, em geral, o sistema de educação que os brasileiros usam nesses últimos tempos estão baseados na cultura americana que é mais flexível em termos de exigências no comportamento humano, não seguindo com tanta seriedade como acontece nos padrões europeu ou oriental, que são mais rigorosos, nesses aspectos.
     

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

É! O BRASIL NÃO É MESMO UM PAÍS SÉRIO!


     No JB virtual de hoje, estão estampadas duas reportagens que chamam a atenção, porque mexem com a (falta de) credibilidade das ações das pessoas neste país. A primeira tem a ver com o que foi divulgado antes e depois do evento do Réveillon de 2013, que dava conta, antes, da ocupação toal na rede hoteleira da cidade e após o evento afirma que a mesma foi inferior a anos anteriores.
     Já a segunda, relata o aumento de casos de crimes envolvendo juízes em nosso país, o Brasil. "CNJ: número de processos contra juízes mais do que dobrou em 2013).
     Quando um embaixador brasileiro na França, em 1962, Carlos Alves de Souza, pronunciou uma frase que ficou famosa e até foi atribuída ao General De Gaulle: "O Brasil não é um país sério." Ele estava profetizando, com certeza o que veríamos de lá para cá em nosso país, por conta das mazelas públicas que são perpetradas diariamente em nosso país, principalmente por quem está na área pública dele.
     Com relação à primeira notícia, sabemos que na maioria das vezes é assim que funciona. Antes de certas situações, dão-se notícias do sucesso delas. E assim se deu com relação à frequência de turistas na cidade para ocupação dos hotéis da mesma. Após as realizações dos eventos que se realizaram, chegou-se à conclusão de que o resultado não foi aquele que foi apregoado antes. E o resultado ficou aquém do esperado.
     E com a segunda reportagem, é totalmente inconcebível que haja tantos processos contra juízes e desembargadores, por exemplo, do jeito que acontece no Brasil. Alguma coisa está errada nisso. E, com certeza, muito errada.
     Não é à toa que a população já está descrente da justiça deste país. E as notícias como essas são o combustível para o recrudescimento da falta de crédito popular para com ela, nestes tempos atuais. É de estarrecer a qualquer um, com certeza.
     E assim vamos seguindo. Sempre com as informações controvertidas em nosso cotidiano. E não se sabe o porquê disso. Se é mesmo para complicar a cabeça da população ou se é absurdo natural, mesmo. Essa dúvida existirá sempre nesse país. Pelo menos até que se chegue às situações regulares e não tenhamos tanta desfaçatez por parte dessa gente que assim procede.
     E com relação a juízes envolvidos em processos na justiça e respectivas condenações por crimes cometidos, é é de estarrecer uma notícia como essa. Primeiro porque é difícil de acreditar - e muito menos aceitar - que um juiz cometa um crime. E muito menos que o número de juízes envolvidos em delitos passa da tolerância que alguém possa ter com relação à pessoa de um juiz criminoso. E é até agravante tal gesto e conduta. Haja vista que a sociedade baliza suas ações nos exemplos dados pelas autoridades do país. Mas, infelizmente, o que se está vendo nesses nossos dias atuais é revoltante e muito fora de propósito.
     Mas é quase em todos os âmbitos do universo público brasileiro que se verifica arbítrio por quem deveria dar o exemplo de probidade e correção. E vemos no próprio Congresso Nacional várias práticas de ações nefastas e criminosas por parte de grande número de congressistas.
     A imprensa brasileira noticia frequentemente os crimes praticados por eles. E, recentemente, soubemos da condenação e respectiva prisão de um deputado federal, que está trancafiado no Presídio da Papuda, em Brasília. Infelizmente isso acontece em nosso país, em vezes maiores do que se espera. E é claro que cria desconforto, descrédito e revolta no povo. Mas as coisas parecem querer mudar doravante. Se o Ministro Barbosa continuar agindo com o rigor que o país espera e conta dele, os criminosos deste país começarão a ver que a justiça brasileira é eficaz, sim.
     E desta forma, paradoxalmente, o povo sentirá que alguma coisa está mudando nesse país. Isso se viu através e a partir das condenações de alguns poderosos no rumoroso caso dos "Mensaleiros do PT". Onde vários deles já estão cumprindo penas em presídios diversos.
     Não deixa de ser uma "luz no fim do túnel" da impunidade que vigorava até pouco tempos atrás em nosso país. Principalmente quando envolvia famosos figurões da república brasileira.
     Alvíssaras!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O AVANÇO TECNOLÓGICO E A INVOLUÇÃO HUMANA: UM PARADOXO

     O início de um novo ano renova as esperanças das pessoas de forma quase que automática. Todas esperam que as coisas melhorem em suas vidas e lhes tragam alegria e satisfação. Isso parece ser intrínseco ao comportamento humano no mundo.
     No entanto, se observadas as ocorrências diárias no planeta, constataremos que a violência, por exemplo, aumenta a cada dia que passa no ceio da sociedade universal. 
     As comemorações da virada do ano em Copacabana esse ano não foi das melhores coisas que aconteceram nessa época. Verificou-se muita violência na orla e até morte de gente se deu. Agravando-se a situação com várias pessoas baleadas e, segundo a imprensa noticiou, até arrastão foi praticado naquela oportunidade.
     E apesar da sociedade ver o progresso ferramental, instrumental e tecnológico avançar de forma avassaladora em nossas vidas, o que se pode observar na evolução humana nesse sentido é o inverso. Parece que o ser humano está perdendo sua maior particularidade que é a humanidade, tal são os modos das pessoas em suas relações diárias. E talvez isso explique toda a violência que está vigorando entre elas.
     No mundo em geral anda morrendo muita gente de forma violenta. Na Síria, por exemplo, houve milhares de mortes nesse ano que terminou. Na Rússia, os atentados vitimaram muitas outras de forma muito violenta. E em outras partes do mundo o que se vê com muita frequência são notícias sobre violência contra pessoas.
     Diante disso tudo, o estarrecimento se faz. Pois é inconcebível que a raça humana promova sua própria extinção através de ações criminosas, violentas e sanguinárias. Já passou do tempo da era de tais ocorrências. Há milhares de anos atrás até se entendia o porquê disso. Mas hoje, em plena era científica e tecnológica desenvolvida, já não se pode admitir tais tipos de coisas.
      Mas infelizmente o paradoxo se faz presente. E por mais que se explique as diferenças dos tempos na evolução humana, parece que existem pessoas que não conseguem absorver tais progressos. E assim vamos assistindo tantas barbáries entre nós.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

RESTABELECENDO A ROTINA. OU NÃO?

     E já estamos em 2014.
     A partir de amanhã, a rotina se restabelece no país. Tudo volta ao normal e as pessoas partem para as suas atividades, normalmente. Pelo menos isso fica só na teoria. Porque numa quinta-feira, já quase fim de semana, muita gente vai emendar os dias de lazer e só voltar ao trabalho a partir da segunda-feira.

     E segundo matéria divulgada nesses últimos dias, dá conta de que neste novo ano, 2014, teremos só três meses efetivos de trabalho. Porque os feriados e dias especiais serão muitos e atrapalharão os dias produtivos no país. 
     O principal evento desse ano será a Copa do Mundo. E o país parará por um mês. Trabalho que é bom, só depois dela. E reclamar de quê? Se parece que o brasileiro vive em função de feriados e de dias festivos. 
     E como sabemos, a maior reclamação deste povo é em função de suas remunerações. Todo mundo acha que os salários brasileiros são baixos. No entanto, poucos se preocupam em buscar explicações para esse fato.
     O Brasil possui grande território, onde o clima lhe é amplamente favorável se comparado com a Europa, por exemplo. No entanto a nossa produção não passa nem perto dela. E as razões e explicações não são tão difíceis de se constatar e/ou explicar. Há uma grande diferença entre os modos e comportamentos do europeu e o brasileiro.
      Segundo especialistas, o próprio clima favorece ao brasileiro a se voltar mais para o lazer do que o trabalho. Já lá na Europa, por exemplo, a maior parte dos dias são em clima frio, quase que obrigando ao trabalhador de lá voltar-se para o trabalho em vez do lazer. E, é claro, essa é uma explicação muito lúcida e que explica com certa facilidade as diferenças de comportamentos, especialmente na área profissional.
      E assim vamos vivendo. As reclamações sobre tudo e todos, faz parte. Talvez um dia o brasileiro possa cair na real e observar tais diferenças. E quando isto acontecer (se acontecer) o povo possa voltar-se para o trabalho, com vontade, determinação e aplicação, transformando essa nação numa verdadeira potência mundial. Aí, com isso, os salários alcançarão o nível desejado por todos.
      E enquanto esse tempo não chega, o negócio é aproveitar esse solzão, as praias, o carnaval e o Maracanã. Porque ninguém é de ferro, não é mesmo???