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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

ALGUMA COISA TEM QUE SER FEITA, SIM!

    O episódio que envolveu, ontem, uma viatura com militares da Força Nacional na favela da Vila do João, deixa margem a, pelo menos, uma ilação. Porque fica difícil entender como policiais, teoricamente bem treinados, saem de uma via principal e adentram outra secundária, com o prévio conhecimento, com certeza, de que aquela área é de alto risco para qualquer pessoa.
    Infelizmente, com relação à corporação da Polícia Militar, já se tem outros acontecimentos, onde a inverdade prevaleceu, inclusive, em alguns casos, com situações previamente forjadas por alguns de seus componentes, visando mudar a verdade acontecida em determinadas circunstâncias.
    Daí que se pode colocar em dúvida, mais essa situação. E ao mesmo tempo, exigir do comando da corporação uma ação mais firme com relação ao combate aos bandidos. Daquela área e de todas as outras na cidade. Porque é inconcebível que a bandidagem aja da forma como o fazem, confrontando os agentes da lei, bem como fazendo pouco das autoridades estaduais.
    Não custa nada lembrar que os Estados Unidos com suas tropas, atravessaram um oceano e invadiram o Iraque, dominando o exército de Sadan Russein, sem que nenhum de seus soldados conhecessem aquela região. Óbvio é que, de algum modo, houve estudo e análise logística para isso, mas a situação nas favelas cariocas (e brasileiras), são mais simples de uma operação militar. E se não se faz uma operação pontual nesse caso, só pode ser por falta de vontade das autoridades. 
    Já passou da hora de se fazer algo mais profundo no combate à bandidagem em nosso país. E é interessante ver que a polícia costuma reclamar da justiça, dizendo que prende, e esta solta bandidos. De outro modo, nos presídios brasileiros, a imprensa costuma mostrar a desordem que há neles. Onde o uso de aparelhos celulares e drogas, são feitos corriqueiramente pelos presos, e em muitos dos casos com aquiescência dos agentes penitenciários.
    Enquanto a corrupção e a impunidade prevalecerem no país, continuaremos com essas e outras mazelas ao nosso dispor, dando a entender que as autoridades são incapazes. O que pode gerar outra análise, dando conta de que muitos dos agentes são coniventes com os crimes e com os bandidos. Mas essa situação tem que ser resolvida e eliminada em nosso país.
    A população já vive mercê da marginalidade, onde é fácil observar-se o temor dos cidadãos em andar pelas ruas da cidade, bem como o exagerado número de domicílios com grades, bem como algumas vias com cancelas e vigilantes. Isso é inadmissível.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

E A SEMÂNTICA ESTÁ SENDO AGREDIDA NO PAÍS

   Nestes tempos ditos modernos, ou atuais, as pessoas, no caso os brasileiros, devem muito bem prestar atenção na essência da Semântica. Isto porque andam mudando o significado das palavras e das frases. Daí gerando interpretações diferentes daquilo e naquilo que se quer dizer. Mas isto não é de exclusividade do âmbito político, não. É quase que geral. Daí que muita gente anda sendo enganada.
   E com as realizações da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, implantaram uma terminologia, que até nem é tão nova, para tentar engabelar o povão brasileiro: Legado. E aí estão disparando informações distorcidas ao extremo. E pior, o povão vai atrás desse engodo e/ou embuste.
   Todas as teóricas, digamos, melhorias criadas recentemente com obras e mais outras ações, visando melhorar a cidade do Rio de Janeiro, focou apenas na presença de estrangeiros que vieram assistir a esses dois grandes eventos. O povo brasileiro usufruiu disso apenas por tabela. Porque se não tivessem realizado tais eventos, ainda ficaríamos aí a bater cabeça no nosso cotidiano tupiniquim.
    E com a realização desses dois eventos, a dinheirama que foi gasta e empregada neles, daria muito bem para custear todas as nossas necessidades básicas e de outras muito mais importantes, como a cultura e o profissionalismo de primeira linha, que é uma das coisas na qual ainda andamos capengando, se comparadas com as nações adiantadas do mundo.
    Mas ainda há que se indagar uma outra questão. Quantas medalhas o Brasil conseguirá nessa Olimpíada? E será que o custo delas valeu a pena? E as respostas são imediatas: Poucas; e seu custo será extraordinário, deixando claro que tal investimento foi uma tremenda asneira e desperdício.
    Óbvio é que os interessados nessas realizações, promoverão a defesa de seus interesses, mudando o teor das terminologias e inventando outras mais, com o fim de convencer aos incautos. E o conseguirão, claro. Mas, felizmente, existem pessoas conscientes neste país. E estas não se deixarão enganar, não. Uma pena é que esse universo de gente é relativamente pequeno.
    E agora, mesmo com muita coisa mudando para melhor nesse país, não pela realização desses eventos, e sim pela ação mais objetiva dos agentes de justiça, os mesmos buscarão criar ou inventar novos eventos, dessa monta ou não, com o fim de locupletar-se. Porque daqui a pouco, eclodirão possíveis e prováveis escândalos nas gestões deles. É só deixar passar o tempo.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

UMA TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE ABSURDOS CONTRA A POPULAÇÃO

    Após três dias do início das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, os resultados ainda são pífios. As competições ainda estão no começo e seus desfechos ainda levarão um certo tempo. Mas espera-se que o nosso país alcance um patamar melhor do que os que obteve nas olimpíadas anteriores.
    No entanto, faz-se mister atentar-se para alguns detalhes, principalmente no que tange aos serviços de todos os agentes públicos cariocas (e brasileiros) envolvidos, que atendem quase que exclusivamente aos estrangeiros que estão aqui em nossa terra, para assistirem a esse grande evento.
    Por exemplo: o número de policiais e agentes de trânsito, bem como dos soldados da Força Nacional em ação no centro da cidade e nos locais onde se realizam competições, é extremamente grande, dando uma garantia de proteção a todos.
    Isto implica dizer o seguinte: por que tal metodologia não é empregada em nosso cotidiano local? Onde ficam e o que fazem essa gente toda nos dias normais de nossas vidas, quando somos vilipendiados pelos bandidos e que tais, quase que o tempo todo?
    Ao passar pela Praça XV, no centro da cidade, ontem, deparei-me com um aparato de ambulâncias, que eram em número de cinco unidades, estacionadas bem de cara para a Rua 1º de Março, ostentando uma perfeição no atendimento ao pessoal que veio de fora assistir à olimpíada, o que representa dizer a mesma coisa do parágrafo anterior, haja vista que a população da cidade encontra uma enorme dificuldade em ser atendida, também, no seu cotidiano normal.
    Também percebi que ao redor da Lagoa Rodrigo de Freitas, não havia sequer um veículo estacionado nas caçadas que se localizam entre as pistas, em todas as suas extensões. O que dá uma ótima impressão de espaço, quando os vemos ali durante o tempo inteiro nos outros dias fora desses de eventos, como esse atual.
    Então, pergunta-se: Onde estão os carros dessa gente que os estaciona ali, nesta época de proibição de estacionamento naqueles locais? E por que os mesmos não ficam onde estão atualmente, permitindo que os locais fiquem livres, facilitando a circulação das pessoas no dia a dia delas?

    Mas a pergunta maior é a seguinte: O que será feito dessa gente envolvida em todas as operações que se propuseram a realizar a olimpíada em nosso país? Desde os operários de todas as obras, os agentes de trânsito contratados para esse período, e até mesmo os voluntários que se apresentaram para prestar qualquer serviço no decorrer do evento?
   E há tempos atrás, tive a oportunidade de conhecer duas pessoas estrangeiras que vieram para o Brasil para colocarem em prática os modos e jeitos, bem como os procedimentos da realização de uma olimpíada, dando a entender que nós, os brasileiros, não temos nenhum preparo para realizar tal coisa. E pior, ganhando salários muito mais superiores que muitos de nós percebe.
   Torcerei para que alguém consiga por em prática um processo de auditoria, que fiscalize e levante todo o valor gasto na realização dessa olimpíada. E não tenho dúvida alguma, no sentido de que se descobrirá escândalos extraordinários, envolvendo muita gente, bem como estarrecedores desvios de verbas públicas aí envolvidas. A começar pelos orçamentos das obras e dos veículos que se destinaram a servir a todos os envolvidos nessa operação.
   E aqui cabe um esclarecimento: não sou contra a realização desse evento e nem de um outro qualquer do mesmo porte. Sou contra, sim, ao abuso, à falta de consciência dos gestores públicos aí definidos, que não percebem  que existem outras prioridades mais imperiosas no país, e que não era o momento dessas realizações, haja vista que a saúde, educação, e outras necessidades mais importantes estão em aberto, fazendo com que a população brasileira sofra em demasia no seu cotidiano tupiniquim.

*Em tempo: A gestão petista no país, deixou demonstrado o  excesso de absurdo  imoral, em tudo o que envolveu orçamentos públicos no Brasil. E nem é difícil prever que a realização das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, seja mais uma deles. Apesar de que tais absurdos existiram e existem em todas as gestões de todos os partidos políticos brasileiros.
     

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

UM DESCANSO, PORQUE NÃO SOU DE FERRO

   E nesta semana que passou fui descansar um pouco dessa vida corrida numa cidade como o Rio de Janeiro. Inclusive aproveitando a chance de afastar-me desse caos causado pela realização da olimpíada no Rio de Janeiro, o que trouxe muitas dificuldades à população da cidade, como foi mostrado nas reportagens.
   O destino foi a cidade de Fortaleza. E nem é preciso tecer comentários e elogios à ela. Mesmo com o noticiário nacional dando conta de que a violência lá está presente, como na cidade do Rio de Janeiro, mesmo assim nada consegue abalar a qualidade de vida do povo que vive naquela cidade.
   Infelizmente o Governo não está sabendo lidar com esse assunto, o da violência urbana. Porque ela está espalhada quase que totalmente pelo território brasileiro. Uma pena. Felizmente não tive nenhum contratempo nesse sentido. Tudo correu maravilhosamente bem.
  E o acontecimento maior foi rever alguns parentes que não via há muito tempo, bem como conhecer outros, os quais não conhecia, em virtude da distância que nos separa. E foi muito bom isso acontecer. A alegria de estar com pessoas que nos são muito importantes.
  A circunstância especial nessa estada naquela cidade foi ver e constatar que todos eles estão muito bem. E isso em quase todos os sentidos, excetuando apenas no aspecto de casos isolados de doença e de dificuldades físicas em função da idade, por exemplo, que foi o caso da prima mais velha que lá vive e com a qual tenho uma afeição quase que fora do controle, digamos.
  Mas o fato mais interessante que me atingiu, foi conhecer dois priminhos. Essa relação já é de quarto grau, haja vista que eles são bisnetos da prima já citada. Eles são alemães, e vieram com a mãe passar alguns dias com a bisavó. Um casal de crianças, sendo que o menino, de mais ou menos uns dez anos, fala fluentemente a nossa língua, o Português. Mas, surpreendentemente, não sabe escrevê-la. Óbvio é que daqui algum tempo o fará, com certeza.
  Já sua irmãzinha, uma graça de menina, a pele muito alva e cabelos claros com olhos azuis, por volta de uns quatro anos, ainda não fala nosso idioma. Mas entende tudo o que é falado nessa língua. E óbvio que isso se dá pelo exercício que sua mãe faz, em conversar com ela em Português. E isso deixou-me surpreendido sob todos os aspectos. O que ocorreu também com a prima, mãe das crianças. Senti uma empatia muito grande por ela, sendo que nunca tivemos contato. Até porque ela vive na Alemanha.
  E a viagem foi feita através de avião. A ida e a volta. Tudo correndo muito bem, sem quase nenhum contratempo, exceto um atraso na ida, mas nada que pudesse alterar a minha tranquilidade. Sendo que mais uma vez tive a oportunidade de observar que o transporte aéreo possui uma estrutura extraordinária, o que levou-me a imaginar que todas as atividades profissionais no país deveria seguir aquela rotina. É uma sincronia e uma objetividade extremas. Enfim, um exemplo a ser seguido.
  Assim, estou de retorno à vida de sempre. E terei de encarar o movimento extremo desses dias vindouros. A Olimpíada continua e terei que deparar-me com as diversas situações complicadas oriundas de sua realização. Mas como disse aquele BBB famoso, "faz parte!".
  Vida que segue...
  

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

VADE RETRO SATANÁS

Há cerca de um pouco mais de quatro anos atrás decidi rever todos os meus conceitos sobre religião. Mudei radicalmente de um ponto ao outro, abandonando o credo que possuía até então. E nesse caso, pessoas que assim agem são olhadas e vistas como agentes do absurdo, seja lá o que isso queira dizer, mas todos o bem sabem.
  Há vários termos para classificar a quem assim pensa. Desde ateu, agnóstico e/ou cético. Assim sendo, sou uma delas. E assumo tal posição de forma tranquila e definitiva. Mas que tem a exata noção da existência de uma força maior e superior a tudo e todos os que existem nesse planeta. Mas muito diferente dos conceitos religiosos que se praticam sobre isso. Porque às vezes acontecem coisas em nossas vidas, que são impossíveis de conseguir uma explicação para elas. Mas, ao final, acredito que todas as coisas em nossas vidas, boas e/ou más, somos nós mesmos que as realizamos e causamos.
  Entretanto, ao tomar tal decisão e assumindo tal condição de não religioso, cheguei à conclusão de ter tomado a decisão certa e completa para a minha vida. Porque do que tenho visto, lido, ouvido e vivido, não necessariamente nessa ordem, percebo uma série de contradições naqueles que se dizem religiosos. Principalmente nos que se assumem 'evangélicos'.
  E tenho vários deles ao meu redor. Na família, dentre conhecidos e vizinhos, vejo muito bem o que eles fazem, diferentemente do que prega a dita religião. E aqui cabe um registro imediato: não é um processo de julgamento que estabeleço com eles. É sim, uma análise muito criteriosa nos resultados de suas ações. Para comigo e para os outros.
  Das imperfeições que constato, a mentira e a falsidade são as maiores prioridades que expressam em relação às demais pessoas. Bem como são extremamente materialistas, o que fere frontalmente a toda e qualquer teoria espiritual. Ou seja: o contrário. Mas parece uma coisa: eles não conseguem enxergar-se nesse regime. E agem de forma até agressiva quando acusados.
  E só para corroborar tal assertiva, podemos observar seus envolvimentos na política e em empreendimentos, principalmente em televisões, haja vista que existe até gente que é proprietária delas. E fazem programas excessivos, tanto na televisão quanto nas rádios do país. E é coisa maciça, profunda e penetrante junto à população.
  Infelizmente, tenho alguns exemplos da falta de consciência de muitos deles. Principalmente no que tange à pessoas doentes. Até mesmo com doenças graves e terminais. Eles insistem em dizer que estas serão curadas com o poder da religião, o que sabemos não ser verdade. Mas, infelizmente, ainda há gente muita ingênua para acreditar numa coisa dessa. E morrem. Mas aí eles correm a dizer aos parentes destes que "é coisa de Deus". E este, se existe mesmo, coitado, é envolvido sem querer, com certeza. E deve ficar uma "arara" com essa gente.

Em tempo: Com relação às entidades religiosas, bem como lugares sagrados citados pelos religiosos, ninguém nunca viu nenhuma delas, tampouco esteve ou conheceu pessoas que estiveram no céu ou no inferno, ficando tudo isso na imaginação coletiva ou na exploração da ingenuidade alheia.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

EI E.T., NÓS EXISTIMOS SIM!

    Os artigos postados neste espaço estão sendo feitos de uma forma aleatória, digamos, em função do período de duas semanas que estive afastado daqui, quase que cessando de continuar com o meu propósito de registrar tudo aquilo que vejo, ouço, leio e vivo, não necessariamente nessa ordem. Daí que pode haver uma interpretação de algum leitor, diferente daquilo que se quer explanar.
   Dizem que as pessoas desequilibradas ou perturbadas, não conseguem aceitar tais condições, quando assim estão. E é assim dessa forma que vou logo avisando: EU NÃO ESTOU LOUCO E NEM DESEQUILIBRADO, NÃO!. Pelo menos ainda não estou rasgando dinheiro. Mas por vias de dúvidas, e por prevenção, evito passar próximo a algum manicômio. Vai que...
   Mas quase sempre tento expressar uma verve que possuo, naquilo que penso ser uma análise comportamental humana. O que já me deixa vulnerável aos especialistas dessa área. Mas como tenho coragem, insisto em manifestar-me sobre. E isso, penso ter adquirido no período de quase dezessete anos em que atuei na área de Recursos Humanos. E afirmo tranquilamente que ninguém consegue sair ileso disso, vivendo e vivenciando cotidianamente as mazelas humanas. E é assim que penso.
   E até mesmo por ter alcançado a terceira idade, o que é um fator determinante na vida de qualquer humano, penso ter adquirido um grau de evolução e consciência apurados. E talvez seja isso que me encoraje a emitir certos conceitos, digamos.
   E daquilo que tenho observado, e constatado, cheguei à conclusão de que o ser humano, em grande maioria, é do mal, sim. Grande parte dos pensamentos e das práticas humanas, tendem a pender para más ações, quase sempre em prejuízo do outro. E isso em todos os níveis da sociedade/humanidade. Porque se fosse diferente, o mundo seria muito melhor do que é. E vemos isso diuturnamente em nossas vidas. No trabalho, nas relações coletivas e, até mesmo, na família. Uma pena.
   Mas todos os cientistas que estudam tais assuntos, já deveriam ter alcançado uma maneira, ou método, para se neutralizar tais intenções. E tentar conscientizar o ser humano em seguir pelo lado do bem, fazendo sempre a coisa certa. Mas, sei, isso é um fator totalmente utópico. Mas não custa nada sonhar.
   E depois de tantos milhares de anos que a humanidade existe, tudo isso já poderia estar resolvido. Talvez se o tivesse, os extra terrestre já tivessem mantido contato conosco. Partindo da premissa de suas reais existências, o que não acredito.
   Então, enquanto o ser humano não melhora, digamos que não evolua ao ponto desejado e esperado, vamos vivendo do jeito que dá. E tentando, também, driblar as mazelas que nos atingem nesse nosso cotidiano de vida.
   Ufa!!!

terça-feira, 2 de agosto de 2016

NÃO SOMOS TODOS IGUAIS, NÃO!

    É muito comum ouvir-se dizer que somos todos iguais. Isso até mesmo é definido em nossa Lei Maior, a Constituição Brasileira. E até mesmo no plano religioso, costuma-se citar tal afirmação. Mas a verdade é bem diferente.
   Óbvio é que a intenção disso, a igualdade, é tentar manter um equilíbrio existencial/social, digamos, entre as pessoas. Mas não se pode desconsiderar uma série de nuances que existem nessa situação. A começar pela diferença no gênero humano, masculino e feminino. Bem como no aspecto físico: bonito, feio; gordo, magro; alto e baixo; rico e pobre...e por aí vai.
   Também há o fator paridade, onde se tenta colocar as profissões. Uma pessoa que executa uma tarefa, não pode ganhar menos do que outra que faz a mesma coisa. E aí também existe distorções. Porque as capacidades individuais são também distintas.
   Essas diferenças sempre existirão. Concretas ou abstratas. Porque o ser humano possui peculiaridades que lhe são exclusivas. E isso, talvez, é o que determina muita diferença entre as pessoas nesse mundo. Sendo que a pretensão, a presunção e a prepotência, levam as pessoas ao desequilíbrio comportamental, provocando tal problemática.
   No caso, quase sempre uma pessoa exagera na medida das suas capacidades. Porque sempre costuma calcular de forma exagerada o seu potencial existencial. E seja lá o que isso queira dizer, é claro que todos o entendem. Daí que os equívocos se apresentarão nesse nosso cotidiano de vida.
   O chato de uma questão como essa, é ver que existem pessoas que possuem limitações avançadas, que não lhe são perceptíveis, fazendo-as não aceitarem a superioridade alheia, sejam elas quais forem, criando, com isso, um certo desconforto. Em si e no outro, também. E isto poderia ser contornado com um simples exercício: auto análise. Mas que deveria ser seguido e continuado por um outro: auto crítica. Mas convenhamos, não é coisa fácil. Até porque o uso do cérebro e da mente, talvez seja o mais pesado que o ser humano possa executar. Daí as mazelas humanas no planeta.;

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

DESISTINDO DE PARAR E CONTINUANDO A REFLETIR

     Olá! Estou de volta.
     Depois de uns quinze dias afastado desse espaço, deu muito bem para refletir sobre tudo e todos nessa circunstância. Mesmo que as coisas e os fatos não possam ser controlados da forma como se pensa, não se pode abandonar as próprias premissas naquilo que se quer desenvolver, haja vista que cada um de nós nasceu para realizar uma tarefa específica nessa vida. Sendo que alguns ainda conseguem ter mais de uma aptidão, e este é o meu caso, e é dessa forma que tenho que manter a minha verve literária, digamos, mesmo que em caráter diletante, como já informei mais de uma vez nesse espaço.
      E a proposta aqui, não é a de arvorar-me em dono de todas as verdades, digamos que só algumas delas, porque isso nós é possível e, às vezes, até imperioso. Mas também de direito universal. E, lógico, se faz mister agir dessa forma. Porque, dentro do que já foi colocado, todos nós temos uma incumbência nessa vida. E segundo um profundo trabalho desenvolvido por um ser bastante evoluído, sempre haverá o fabricador do piano; também o carregador dele; ainda deverá existir o responsável por sua manutenção, bem como seu tocador, e ainda aquele que o protegerá sob todas as circunstâncias, protegendo-o e cuidando de seu estado geral.
      Enfim, nessa vida, todos nós, como já dito, teremos uma ação a executar. E, no meu caso, parece que me cabe a função de doutrinar pessoas. E é necessário registrar que o afirmo, não na intenção de sentir-me mais portentoso que alguém, mas sim para expressar a consciência que possuo e que posso passar adiante para aqueles que assim desejarem assimilá-las, também.
      E ainda cabe outro registro. É no sentido da percepção apurada em poder captar as coisas que se dão ao nosso redor, no cotidiano em geral, podendo apontar as possíveis distorções que existem nesse ponto, coisa que não é de fácil percepção de muitos. Daí as dificuldades em se viver a vida que se vive. Mesmo sabendo-se da complexidade que ela possui, mas que se observada com critério, nos possa permitir escapar das muitas e diversas armadilhas que ela se nos apresenta. 
      Assim sendo, daqui para a frente, continuarei esse mister, esperando, pelo menos, que consiga despertar em alguns a curiosidade das assertivas que aqui coloco, dando a oportunidade a quem quiser de refletir o que está exposto, esperando que possa ser aceito ou até mesmo rebatido por quem quiser, nas diversas oportunidades que aparecem e aparecerão, com certeza, nas colocações aqui expostas.
      E que cresçamos juntos, aumentando a nossa capacidade de poder e saber evitar as muitas dificuldades que possuímos nessa nossa existência. E sair e vencê-las com mais precisão, o que é o mais importante.