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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

O MUNDO E A VIDA DE CABEÇA PARA BAIXO


    Mesmo o mais preparado cérebro humano deve sofrer um forte impacto nesses tempos atuais, quando fica sabendo das coisas que acontecem nele, o que é tremendamente explorado pelos veículos de comunicações. É muita e tanta coisa, dos diversos teores, que acabam por complicar quaisquer raciocínios.
   No Brasil e no mundo ficamos sabendo de tantas notícias, desde aquelas que abrangem o âmbito político, que são as que mais atraem as explorações até apelativas, mas também nos deparamos com notícias fatídicas de guerras, de escândalos financeiros, amorosos, esportivos e que tais.
   E a imprensa não perde tempo, veicula suas matérias de forma rápida, alcançando os quatro cantos do mundo, nos enchendo e abastecendo dos horrores que acontecem mundo afora. E nem precisam esforçar-se para tal e para tanto, porque a própria humanidade se incumbe de produzir todo o tipo de horror necessário para tanta exploração.
   Vemos escândalos que atingem o presidente americano, Donald Trump, através de suas gafes, bem como do lançamento de um livro que aponta certas situações que até podem comprometer sua pessoa e sua gestão.
   Um suicídio infantil na Austrália, dando conta de que foi motivado e estimulado pelo bulling que uma criança (uma menina) sofreu e a fez tomar esta atitude fatal de por fim à própria vida.
   Na França, uma de suas maiores atrizes, Catarina Denneuve, vem a público para rebater toda essa mobilização feminina nos Estados Unidos, dizendo que é favorável às cantadas masculinas, diferentemente do que dizem as artistas americanas, o que criou uma celeuma estúpida e desnecessária, porque mistura as estações nesse entendimento, classificando um simples flerte entre um homem e uma mulher como assédio sexual.
   É claro que existe uma diferença muito grande entre essas ações. Um homem não pode ser agressivo nessas circunstâncias, tampouco deve se aproveitar de alguma delas para conseguir algo que se relacione com intimidades com uma mulher. Mas há que se observar o equilíbrio nesse aspecto, evitando generalizar as ações masculinas da forma como fizeram. No entanto, há a necessidade de se colocar uma mão dupla nessa situação, haja vista que as mulheres também promovem assédio em homens. E quase nem se fala disso.
   É claro que não se pode neste espaço citar todas as mazelas humanas que se dão no mundo, o que acaba desnorteando uma grande parte da humanidade, porque a impressão que se tem é a de que as pessoas andam se deixando levar por boatos, falsas notícias, engodos e blefes de alguns que buscam viver de forma desregulada nesse cotidiano.
   O que impressiona é ver que mesmo possuindo todas as condições de não se deixar enganar, através dos mecanismos informativos que todos temos às mãos, mesmo assim uma boa parte das pessoas fica mercê de espertalhões e mal intencionados. E os burburinhos são enormes, bem como os fatos distorcidos, também, o que acaba gerando muita confusão entre todos.
   Assim sendo, fica difícil entender todos esses imbróglios que nos atingem, o que acaba nos trazendo uma série de aborrecimentos, contratempos e prejuízos. De todos os tipos. Bem como acaba nos tirando, também, a serenidade que precisamos para viver uma vida tranquila e equilibrada nesses tempos ditos modernos.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

OS TEMPOS MUDAM. E OS CARACTERES TAMBÉM.

    Um dos exercícios que mais tenho praticado é remeter-me aos tempos de guri, jovem e rapaz, o que já se vão algumas décadas atrás. Isso para tentar entender, e principalmente comparar, esses tempos ditos atuais, com os tempos daqueles tempos, e usa-se aqui  supérfluo de palavras. Mas é só um exercício de desacato, digamos.
    Imagino, por exemplo, se meu velho pai vivo fosse, vivenciando todos os absurdos que assistimos nesse nosso cotidiano, onde a falta de vergonha na cara é uma coisa destacada na maioria das pessoas desse contemporâneo, seria passível de sofrer um derrame ou algo parecido, tais os absurdos que se dão atualmente.
    Tais revertérios são comuns em todos os níveis, mas é no âmbito público onde se vê as maiores discrepâncias. E nesses últimos dias temos assistido à perfomance do próprio Presidente da República, que insiste em querer nos passar uma imagem de homem probo, mas que não passa nem perto disso, pelo seu histórico.
     Mantém-se no cargo por vias tortuosas, agindo de forma torpe, usando todos os artifícios possíveis para angariar apoios, usando o erário para isso, através das verbas destinadas aos deputados e senadores, para ver seus projetos aprovados no Congresso Nacional.
     E nesses últimos dias, escolheu uma Deputada Federal, Cristiane Brasil, para nomeá-la Ministra do Trabalho, mesmo sabendo que esta pessoa não está à altura de tal cargo, porque possui um histórico de irregularidades, e até de crime, em sua folha corrida. E ainda tem contra si ser filha do ex-presidiário Roberto Jefferson, envolvido nas maracutaias do "mensalão". 
      Mas isso não é só. Também tivemos em Minas Gerais, um caso também vergonhoso, que envolve o Diretor do Detran desse estado, que possui em sua carteira de habilitação, cento e vinte pontos por infrações cometidas no trânsito. Mas que com a maior cara limpa, após ser denunciado através da imprensa, moverá ações contra si. Mas permanece no cargo, como se nada de grave o envolvesse.
       Assim de imediato, vemos dois casos altamente vergonhosos no âmbito público. Mas não são exceções. No pais afora acontecem fatos dos mais variados e vergonhosos envolvendo figuras públicas. E lá no Congresso Nacional existem muitos deles, envolvendo congressistas. Vários deles com mais de uma condenação criminal, mas que se mantém no cargo de forma ilegal.
       Por fim, fica difícil tentar entender, e muito menos explicar, o porquê de tanta canalhice. É claro que elas existiram em tempos passados, mas é nesses dias atuais que se acentuou esses atos imorais e indecentes, e que envolvem um número desesperador de agentes, o que não era costumeiro acontecer em outros tempos, com certeza.
       Então, que se convoquem todos os Antropólogos, Sociólogos e, também, Psicólogos/Psiquiatras, para se debruçarem nessas situações, buscando descobrir e entender tantos episódios vergonhosos como esses que vivemos assistindo no país, nesses nossos tempos. Só não se sabe se conseguirão explicá-los.
       E a título de colocaboração a esses profissionais, diria que o início de quaisquer análises, devem partir de dois princípios: da corrupção e da impunidade.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

SÓ NOS RESTA UMA ALTERNATIVA: VIVER NAS MÃOS DE DEUS

    A bem da verdade, o intuito de algumas assertivas que aqui estão, não chegaram a alcançar um ponto básico que deveria ter alcançado. Mas de acordo com as últimas análises do que desenvolvi, penso ter desviado o foco que pretendia, tornando-me até repetitivo.
    Então resolvi prestar mais atenção naquilo que tento registrar para os leitores, de acordo com as reflexões desse nosso cotidiano, que é o título desse espaço, e que já de muito tempo venho buscando registrar para todos.
    Muito se reclama nesse país. De tudo e de todos. Só não percebem que não adianta só reclamar. Têm-se que mudar a concepção que possuímos com relação a muita coisa. A conscientização de uma pessoa tem que ter o aspecto de cidadania dentro de um padrão de excelência. Mas convenhamos, exigir isso de um brasileiro, no mínimo é um exagero. Como também possa parecer um fator utópico.
    Quando se fala em mazelas em nosso país, a primeira coisa que se afirma é a de que somos um povo sem educação. Até aí, nenhuma novidade. No entanto, falta tanta coisa ao mesmo tempo, que isso fica em segundo plano.
    Já se falou a respeito de nossa colonização pelos portugueses, quando da descoberta do país. E mesmo que já tenha se passado mais de quinhentos e dezessete anos, este fator já não poderia ser mais considerado e muito menos ventilado. Porque com a globalização, o mundo aproximou as nações e as pessoas no aspecto de comportamento. Só que em nosso país, há uma distorção a respeito disso.
    Também já se afirmou que o brasileiro tem uma propriedade, que é a desonestidade. E dizem até ser uma coisa genética, o que é um tremendo absurdo. Mas que os antropólogos e sociólogos de plantão, estendendo-se, também, aos psicólogos, já deveriam ter se debruçado sobre tal questão, para buscar as devidas explicações de o brasileiro, quase sempre, buscar subterfúgios em suas ações no cotidiano.
    Mas não se pode deixar de prestar atenção a alguns fatos que acontecem em nossa terra, que nos desviam dos procedimentos e dos comportamentos dos povos ditos adiantados. E há que se basear na existência de certas práticas, que desenvolvemos por aqui, que fogem à essência daquilo que chamamos e consideramos de nível de primeiro mundo.
    As existências de favelas, de camelotagem, do jogo do bicho, de atividades profissionais avulsas descompromissadas com recolhimentos de quaisquer planos de previdência, zangões, transporte alternativo e milícias paralelas, dentre mais uma ou outra ação distorcida, nos remete a essa quantidade de mazelas que existem em nosso cotidiano país afora.
    O pior é que quanto mais o tempo passa, mais essas situações vão aumentando e se agravando, a ponto de já estarmos sentindo na própria pele tais discrepâncias. Porque a violência urbana já está exacerbada, o crime praticamente já dá todas as ordens, partindo, principalmente, do âmbito público político.
    Mas parece que pior mesmo é ver a população acostumar-se com tudo o de errado que acontece no país. A indiferença às mazelas é automática, a ponto de saber-se através da imprensa diariamente à muitas delas e não se reagir à nenhuma, deixando a coisa correr frouxa em todos os sentidos.
    Então, do que se deduz, tal situação só podemos classifica-las como uma sina a seguir e viver, acostumando-se com sofrimentos e que tais, sem darmos bola para nada, daí que a expressão "Deus é brasileiro" se expressa de forma absoluta, porque só nos resta ficar, mesmo, em Suas mãos.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

UM BALANÇO CONSCIENSIOSO

     Penso não saber explicar, e muito menos justificar, a fase reflexiva que atravesso. Mas isto nem faz diferença, porque esse exercício deveria ser uma propriedade do ser humano, de forma contínua e perpétua.
    E até parece que isto não está sendo aproveitado pela raça humana que mostra um certo grau de ignorância em muita coisa que anda acontecendo no mundo e até colocando em risco a própria humanidade.
    Pelo tempo que esta existe e vive nesse mundo, muitas coisas que se dão já não deveriam se dar. Principalmente aquelas que causam situações desagradáveis, terríveis e nefastas à própria raça. A começar pelo risco quase que iminente do fim do planeta, que já anda agonizando em muitas de suas possibilidades.
    Mas em nosso país, talvez seja onde se observa absurdos maiores, quando se vê as pessoas tomarem partido com situações totalmente esdrúxulas. E fica até difícil enumerá-las e apontá-las. Mas os reflexos nós os temos de forma simples e clara em nosso cotidiano.
    O âmbito público brasileiro é de estarrecer a qualquer um que se proponha a observar as coisas que se dão nele. A começar pela capacidade dos que estão nesse mister. Há uma presunção automática de que cada um é o dono do pedaço. E isto é totalmente inverso. A grosso modo, poder-se-ia dizer que um agente público, seja lá de que nível ou posto for, é sim, um subalterno do cidadão contribuinte. E não como se costuma ver eles se arvorarem em superior, chefe, ou até mesmo dono daquele.
    As mazelas oriundas dessa má interpretação do cargo, cria situações horríveis. E no aspecto da honestidade, nessas últimas décadas o que se tem visto com relação à equívocos profundos é um espanto. De acordo com que a imprensa mostra frequentemente, pode-se deduzir que são poucos, talvez raríssimos, aqueles que levam suas posições com a seriedade que se espera e precisa e quer.
    E essas últimas três ou quatro décadas, o país parece ter se transformado numa terra de ninguém. Porque a desonestidade tomou conta de tudo e de todos, a ponto de se ver muita gente andar enfrentando a justiça, com condenações, mas mesmo assim ainda permanece em seus cargos e funções públicas, o que representa dizer que isso é um tremendo de um absurdo. E inaceitável sob todos os pontos de vistas.
    O espantoso é observar-se a inércia coletiva, onde o povão vê tudo de ruim acontecer no país e não se manifesta de uma forma contundente, como seria de praxe. Mas com isso, chega-se à conclusão de que neste mesmo povão existe um contingente muito grande de comprometidos com as sujeiras que são mostradas através da imprensa, todos os dias.
    Mas que as pessoas não pensem que isso tudo não tenha um fim. Do jeito que vai, com a degradação tomando conta do país, uma hora dessa tudo vai emborcar, vai virar de lado, e aí as coisas acontecerão de forma descontrolada e inesperada, trazendo as soluções que o país precisa e quer. Mas o custo disso tudo não será pequeno e nem fácil. E a história mundial está aí mesmo para nos exemplificar o que acontece nessas situações.
    

sábado, 6 de janeiro de 2018

TENTANDO EXPLICAR QUASE QUE O INEXPLICÁVEL

     Aproveitando o ensejo e pegando uma certa carona no texto de ontem, é bom colocar-se certas explicações a respeito do que foi abordado, principalmente no que tange ao rebaixamento humano, se é que se pode classificar assim, à modernidade desses tempos atuais e dos futuros que ainda virão.
      Este autor é um cidadão de mais de sessenta anos, sendo portanto de gerações anteriores. Daí poder traçar parâmetros entre um tempo e outro, coisa que a geração atual ainda não o pode fazer. Também cabe esclarecer e informar que não sou retrógrado, tampouco contrário ao progresso. Até muito pelo contrário.
      Mas como quem possui a minha idade ou mais, e viveu tempos muito diferentes dos atuais, é até fácil tecer as comparações que são feitas, então. Porque há pouco tempo, num passado relativamente recente, coisa de uns cinquenta anos atrás, o que pode parecer muito, mas não é, e os mais novos terão tal percepção nos próximos cinquenta anos que viverão, as mudanças no mundo se darão em maior velocidade do que a que vínhamos observando.
      Tudo era muito mais difícil. As dificuldades eram enormes porque a modernidade ainda não havia alcançado esse mesmo nível de agora. O ser humano era o maior responsável pelas ações em qualquer tarefa profissional que executava. E hoje até já não é. Eis a diferença.
      Assim, do que se pode raciocinar, com o uso de quaisquer equipamentos em quaisquer tarefas, a tecnologia abstraiu e/ou diminuiu a presença humana, promovendo, no caso, maior velocidade em suas execuções e términos das mesmas, mas fazendo com que o pessoal mais novo nem saiba como antes estas eram efetuadas.
      E é aí onde entra a necessidade de se entender os antigos e os novos processos, de modo a que nenhum de nós possa querer trazer para si os méritos dessas mudanças, porque elas fazem parte das alterações pelas quais o mundo passou, passa e passará. 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

SÃO SÓ CONJECTURAS

    Esta assertiva é daquelas que se pode chamar de "encheção de linguiça". E seja lá o que isso queira dizer, todos o bem sabem, lógico. Porque de assuntos sem sentidos, este nosso cotidiano está repleto deles.
    Nesta atual conjuntura, está difícil de se arrumar um assunto que possa representar seriedade ou coisa parecida. A maior parte do que corre por aí são temas que incluem falta de vergonha, safadeza, desonestidade, oportunismo e afins.
    Claro é que o autor deste espaço pode ser acusado de pessoa limitada, desatualizada ou que tais. Mas os assuntos vão se repetindo, mesmo que espaçadamente, fazendo com que eles se tornem corriqueiros e desinteressantes.
    Então o que surge? São temas de pouquíssima importância e conteúdo, como esse que envolveu a fotografia de um menino na praia de Copacabana, no réveillon que passou. Uma simples fotografia, transformou-se no que chamam de "meme" na internet. E foi propagada até perder-se de vista a repercussão dela.
    Mas é interessante ressaltar que nestes tempos modernos as coisas são assim mesmo. Então, cheguei à conclusão de que as pessoas é que estão por demais fracas em todos os aspectos. E o paradoxo da questão recai na exata situação da multiplicação de oportunidades que existem nesses tempos modernos, de tudo isso ser muito diferente. Porque a internet possui tantos conteúdos e possibilidades que proporcionam a quem quiser abastecer-se de assuntos de muita relevância. Mas acontece exatamente o contrário, a humanidade anda preferindo o que chamamos de besteirol.
    E sob a análise do que se vê e observa, discute-se muitos assuntos sem nenhuma importância. Inclusive cria-se situações explorativas com relação a muitos outros assuntos, também irrelevantes. Assim,  o que é realmente importante fica em segundo plano ou em situações de desprestígios
    Em outras matérias aqui neste mesmo espaço, já fiz citações que dão conta da secundarização do próprio ser humano, que já foi absorvido e dominado pela máquina (robô), estando aí o xis da questão de tanta mediocridade, haja vista que ele já não age por si e sim através de algum instrumento, ferramenta ou equipamento, sendo que nesses últimos tempos deixou-se dominar pelos tais de aplicativos (APPs).
    E se todos observarem com um certo critério, já há muita coisa que não se realiza nesse nosso cotidiano, sem o uso de um ou mais de um deles. E como estes só funcionam através de energia (elétrica ou afins), quando estas faltam, para tudo, ninguém consegue mais realizar suas tarefas profissionais.
    Assim é que se pode deduzir que a humanidade perdeu o controle sobre si mesma, ficando mercê de outras circunstâncias. Daí que o cérebro humano já não funciona e nem trabalha como antes. E isto se estende por corpos, que foram substituídos por algum equipamento moderno. Então, enveredam pelos caminhos da subjetividade, criando tais circunstâncias, que ocupam a todos, mas de forma muito diferente do que deveria ocorrer.
     Isto chama-se progresso e/ou evolução. Mesmo que distorcidos. Fazer o quê?

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

UM UNIVERSO DE LAMA

     O tal de "baú de surpresas" da vida não cessa nunca, de propiciar à população brasileira as tais de notícias desagradáveis. Desta vez foi a nomeação para o cargo de Ministra do Trabalho do governo Temer, de Cristiane Brasil, deputada federal, que é filha do também ex-deputado federal Roberto Jefferson, um dos criminosos do "mensalão do Lula", que curtiu prisão há pouco tempo atrás.
      E para reforçar tanto absurdo tupiniquim, o suplente dessa deputada, que ocupará sua vaga na Câmara de Deputados em Brasília, é Nelson Nahim (PSD-RJ), irmão do ex-governador Garotinho, que também é um dos envolvidos em muitos casos de corrupção, saindo da prisão, mesmo que temporária, também há pouco tempo atrás.
      Este suplente também tem ficha criminal, onde foi preso em junho de 2016, incriminado em envolvimento em uma rede de exploração de crianças e adolescentes, sendo, portanto, um ex-presidiário.
      Sendo assim, todas as situações que envolvem grande parte dos políticos brasileiros, carregam lastros pesadíssimos, confirmando que o país está sendo comandado e governado pelo crime, onde até mesmo o presidente da república possui sérias acusações contra ele, envolvendo corrupção em grande escala, onde se verá em maus lençóis, assim que deixar o mandato atual que ocupa.
      Mas voltando ao início, tomar-se conhecimento de uma indicação como a de Cristiane Brasil é como se tomássemos um nocaute. Porque fica claro que seu pai, mesmo afastado do Congresso Nacional, ainda tem muito poder político no país. E como tem uma passado manchado de escândalos políticos, não deixa nenhuma dúvida de como anda a gestão pública brasileira.
      Num outro aspecto, há uma outra questão em jogo. Será que essa deputada possui condições suficientes para ser uma ministra de um país? Quais são os quesitos e requisitos que possui na vida profissional? Teria mérito para tal e para tanto? A grosso modo pode-se imaginar que o verdadeiro ministro, por trás dela, será, mesmo, seu pai.
      Todas essas indagações também podem atingir a muitos do que estão na gestão pública do país, porque, como sabemos, o fator QI, que quer dizer quem indica, é que se sobressai nessas horas e não a capacidade profissional daquele que é indicado, seja lá para o que for em indicação para um cargo público.
      E mesmo que não queiramos admitir que tais procedimentos viraram regra no Brasil, o nível de comprometimento com sujeiras é enorme por parte da grande maioria dos que estão nesse âmbito. E vemos diuturnamente através da imprensa, as muitas mazelas que produzem.
      Sendo assim, cabe mais uma indagação a todos: até quando teremos que admitir tais e tantos absurdos em nosso país?  Quem quiser, puder ou souber responde-la, que se apresente, por favor.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

QUANTO MAIS MUDAMOS, MAIS CONTINUAMOS OS MESMOS

     A bem da verdade, com o início de um novo ano, se todos nós pudéssemos, mesmo, mudaríamos as nossas concepções. Pelo menos as que nos atrapalham e até nos trazem situações antagônicas para as nossas vidas. 
     Então, abandonaríamos todas as coisas que nos atrapalharam, nos causaram problemas, aborrecimentos e aporrinhações. Mas não é assim. Não irá mudar quase nada na vida de ninguém com tal passagem do tempo.
     E mesmo que Freud vivesse nestes tempos de hoje, é bem provável que não conseguisse explicar tal situação. Não saberia dizer o porquê dessas dificuldades de mudarmos, buscando coisas boas e novas para as nossas vidas com a mudança de um ano para outro, como aconteceu agora.
     E pegando-se o exemplo de um vício qualquer que possuímos, ele se torna difícil de ser abandonado porque em geral criamos batalhas contra ele. Não processamos a mudança de forma sutil, querendo virar tudo de repente,  que se torna uma guerra na vida daquele que passa por isso. 
     Ora, do jeito que adquirimos o vício, seja lá qual foi, que entrou em nossa vida de forma lenta, assim também deve ser feito ao contrário, buscando livrar-se dele. Mas é fundamental não guerrearmos com tal situação. Mas, infelizmente, as pessoas se deixam levar por radicalismos. Aí é onde encontram as dificuldades para vencer tais situações.
     E como a nossa vida é praticamente um vício, porque fazemos as coisas de forma crônica e perene, também fica difícil mudarmos os nossos comportamentos do cotidiano. Então, quase nunca conseguimos nos livrar daqueles que nos prejudicam, nos fazem mal ou nos atrapalham.
     Desses tempos modernos, com relação às coisas que nos causam dificuldades, é bom saber que o envolvimento simultâneo e automático com muitas coisas, é a causa das nossas maiores encrencas na vida. E, geralmente, nem temos a necessidade disso. Não precisamos nos envolver com certas coisas. Estas até podem esperar um outro tempo para nos preocuparmos com ela.
     Enfim, as situações aqui criadas, mostram o quanto é paradoxal a nossa existência nessa vida. Queremos ser uma coisa mas sempre seremos outra, salvo raríssimas exceções. E feliz é aquele que consegue ser o que é, sem máscaras, escamoteamento, etc. e tal. Mas tenham certeza de uma coisa: quando se é autêntico, verdadeiro, quase sempre atrai antipatias e/ou animosidades. Faz parte! Diria aquele BBB famoso.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

SE A COISA É PÚBLICA, É MINHA, MAS NEM TANTO

    Aproveitando o início do mês e do ano, neste de 2018, segunda década do Século XXI, dissertarei do que vi, li, ouvi e vivi, não necessariamente nessa ordem, sobre a vida, nesses mais de sessenta e cinco anos que possuo.
    E digamos que tal assertiva é quase que uma essência de uma vida bastante complexa e completa, em função das muitas cirunstâncias pelas quais passei, envolvendo as relações humanas, as quais todos nós estamos sujeitos e submetidos nessa vida, mas que de pessoa para pessoa, as coisas mudam de forma profunda.
    Já abordei sobre o tempo em que vivemos, cuja existência da humanidade já poderia ter resolvido praticamente todas as situações que nos envolve, no tocante aos nossos procedimentos entre nós, os humanos. E muita coisa que ainda nos choca, incomoda e fere, já não deveriam acontecer, com certeza.
    Mas é a partir disto que esbarraremos no xis dessa questão e de todas as outras que nos cerca, nessa nossa existência terrestre, que alguns dizem ser passageira, coisa que nem acredito, mas que nem entro em discussão, deixando aberta mais de uma porta para todas e quaisquer eventualidades casuais e circunstanciais.
    E a humanidade desenvolveu uma série de propriedades que pesquisam, analisam e definem muitas (ou todas) as ações humanas no planeta. E a Antropologia, com suas muitas divisões, já alcançaram níveis bastante amplos para explicar as muitas ações, nocivas ou não, de nossa raça, a humana.
    Mas parece que muito pouco  se promoveu evolução no comportamento das pessoas, devido as muitas mazelas que ainda são perpetradas por elas nesse nosso cotidiano. Mas inclua-se nas propriedades criadas para análise da humanidade, a Sociologia também tem um papel importantíssimo.
    Do que poderia arriscar em apontar uma das piores ações humanas, citaria a individualidade. Porque, com raras, raríssimas situações, vê-se alguém agir de forma a beneficiar a coletividade, excluindo-se de tirar proveito, seja lá do que for que esteja envolvido.
    Quase sempre a proposta primeira de quase todos é beneficiar-se individualmente, desconsiderando o estrago que, com isso, promove no coletivo. E pode-se generalizar. Porque em se tratando do geral, quase sempre quem está em determinada situação de comando ou direção, quererá aproveitar-se dessas circunstâncias.
     Mas também é muito comum observar-se que tudo o que se diz popular, comum ou coletivo, passa a ter seu valor neutralizado por quase todos aqueles que estão nesse universo (âmbito), e os estragos são grandes e profundos, quase sempre.
     Só fica difícil apontar se tais ocorrências se dão dentro de nossas fronteiras, apenas, ou fora delas, no mundo todo. Mas é possível que isso seja de relativa avaliação em apontar que muitas das coisas que acontecem em nosso país, sejam unica e exclusivamente nossa.
     Aqui, quando as coisas se referem à coisa pública, o seu valor intrínseco muda completamente. Pode-se dizer, de certa forma, que não vale nada ou quase nada, porque desvia-se, rouba-se, gasta-se sem controle, e aproveita-se todas as oportunidades para uma locupletação plena e total. Basta a situação envolver a coletividade. É até difícil de explicar.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

ENFIM O ANO DE 2018 CHEGOU

    Primeiro dia do ano, 2018, tudo recomeça. Na vida, no país, na esperança e na expectativa geral, contando que tudo melhore, principalmente em relação ao ano anterior, que como todos sabemos e vimos, foi um tremendo horror no aspecto das faltas de decência, probidade e correção dos homens públicos tupiniquins.
    Um ano eleitoral, que faz com que todos repensem seus atos, principalmente em Outubro, mês das eleições. E hora de escolher pessoas diferentes daquelas a que se está acostumado a escolher nos pleitos que ficaram para trás. É recomeçar com atos mais acertados e cheios de responsabilidade, para que tenhamos, doravante, perspectivas melhores de decisões legislativas mais apuradas, do jeito que se quer e precisa.
    É obvio que pode parecer até utópico, achar que o povão vai mesmo corresponder à expectativa na eleição, sabendo escolher novos elementos. Pessoas que não estejam envolvidas em nenhuma falcatrua, bem como que tenham consciência da necessidade de acertar as coisas no país. Não custa nada ter esperança.
    Também não se pode esmorecer, desanimando de tudo. Principalmente em ver os criminosos já pegos pela lei e a justiça, sejam penalizados rigorosamente e colocados atrás das grades, como temos visto nesses últimos tempos. Sabe-se muito bem do comprometimento de muita gente, o que dificulta as apurações e descobertas de todas as mumunhas, maracutaias e mutretas. Mas o processo está seguindo, nos surpreendendo com ótimos resultados.
    Todos os criminosos que perpetraram horrores à população, desviando e roubando verbas públicas, não podem escapar do cerco e da punição que precisam e merecem. E que tenhamos muita gente atrás das grades, neste ano que se inicia hoje. Só assim a população vai tomando confiança nos homens e nas leis que andam perseguindo tais bandidos.
    Mas será fundamental, mesmo, é a prática da verdade. Não se escamotear nenhum situação, tampouco esconder situações graves, como se fez até aqui. E que o presidente Michel Temer pare de mentir e de encobrir situações nefastas e perigosas, também deixando de fazer acordos espúrios com a classe política que está aí legislando.
    E o primordial, é o povo conscientiza-se de vez de suas próprias responsabilidades, agindo com lisura em suas ações cotidianas, fugindo do jeitinho, das improvisações, das malandragens e afins, para que consigamos engrenar numa marcha de evolução e progresso, tão necessário para o desenvolvimento de um povo e de um país.