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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

BUSCANDO ENCONTRAR CHIFRE EM CABEÇA DE CAVALO

      Uma pessoa pode alcançar qualquer idade que sempre manterá certos comportamentos que pode ser de muitos modos ou ideias. Principalmente naquilo que quiser acreditar. Seja crível ou não. Abstrato ou concreto. Isso faz parte do viver.

    É sabido que em épocas remotas acreditava-se em muitas coisas em que hoje não se acredita mais. E foi criada a lenda. Histórias que contavam mil e uma peripécias de alguém ou de alguns.

    Elas atravessaram milênios e séculos, chegando até nesses nossos dias. E existem pessoas que dão fé a elas de forma absoluta. Acreditam ainda em muita coisa fantasiosa, no caso. E é quase também intrínseco ao viver humano.

     As religiões foram outros casos de convencimento para muitos, coisas que até os dias de hoje não se conseguiu comprovar, tampouco demonstrar. Mas não vale a pena se indispor com alguém, ou com ninguém, para buscar chegar ao real. Aquilo palpável.

      Sabe-se, por exemplo, que a fé é um ato de se acreditar sem ter provas. E muita gente no mundo afirma categoricamente que possui uma fé absoluta em algo, alguém ou até mesmo em alguma coisa. E que ninguém ouse desafiá-las.

      Num mundo e num tempo de hoje, com a tecnologia desmistificando uma série de situações que antes não se conhecia, mesmo assim as pessoas continuam acreditando em muitas coisas que alguns garantem não existirem.

      Mas também acontece um fato interessante nos dias atuais que é ver-se pessoas acreditarem naquilo que chamam de ficção. E um fato interessante aconteceu-me num período da vida em que frequentei uma instituição espírita.

      Lá se ouve muita coisa que muitos desacreditam e duvidam. Mas não há que se entrar em atrito com ninguém, por isso. E num determinado tempo, lá, ouvia falar num livro chamado "Os exilados de Capela", que é um ponto sólido para quem se diz espírita.

      Então, com um dos conhecidos dali, consegui emprestado esse tal livro, para ver o que de interessante ele possuía sobre a doutrina espírita, já que abordava a movimentação dos espíritos de um outro planeta para o nosso.

      Mas assim que comecei a lê-lo, qual não foi a surpresa em ver estampado logo nas primeiras páginas uma afirmação do próprio autor que afirmava ser aquele livro uma mera obra de ficção. Então, logo desisti de sua leitura. Mas fiquei admirado por ver pessoas acreditarem naquilo que não é real, crível.

      E assim é o que vemos nesses tempos modernos. Pessoas acreditarem em coisas até absurdas, com isso gerando discussões desnecessárias a respeito de muitas coisas. Quando tudo seria mais fácil se usassem suas mentes para muita reflexão.

      Faz lembrar uma interessante afirmação da sabedoria popular que diz: "buscar encontrar chifre em cabeça de cavalo". E já estamos num período em que não cabe mais esses tipos de ações e/ou comportamentos.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

DE GERAÇÃO PARA GERAÇÃO

      Mesmo que não se deseje, é comum a comparação entre as pessoas, os tempos, as coisas e tudo o que tem a ver com a vida. A que levamos nesse nosso cotidiano.

    Daí que a constatação sobre as muitas diferenças existentes entre tudo e todos fica em plena e total evidência. E, claro, cada uma das gerações envolvidas nessas discussões buscarão puxar a brasa para as suas sardinhas, no tocante a evidenciar seu valor, sua importância e afins, em relação às outras. Isso é normal.

    Só que existem detalhes que não são percebidos pelas pessoas nessas ocasiões. Os costumes, os conceitos morais, os comportamentos e até mesmo o progresso entre uma e outra, muda a história de todos.

    Também é natural que as gerações de outrora, comparando com as atuais e futuras, afirmarão que tudo dos seus tempos são mais e/ou melhores do que os tempos mais novos ou atuais. E tais discussões serão perenes, porque as mudanças se darão e serão permanentes entre as gerações.

    E sem querer puxar a sardinha para a minha brasa, haja vista que já sou sexagenário, quase alcançando a faixa seguinte, não tenho alternativa para não afirmar que a vida atual, em relação à anterior, é e está muito diferente das épocas anteriores, digamos trinta, quarenta ou mais anos atrás. Mas para pior.

    Fora a tecnologia, que mudou radicalmente quase tudo das épocas passadas, um outro fator é preponderante em mudanças profundas: a moral e os costumes. Esses, hoje, são absolutamente contrários àquilo que se viveu em anos e séculos passados. E isto acaba por tirar o sossego e a tranquilidade dos mais velhos que ainda estão vivos nesse presente.

    Um simples exemplo, dentre muitos deles, pode configurar e confirmar as diferenças entre esses tempos e os passados. O programa do BBB. E mesmo que alguém não o assista, e esse é o meu caso, não fica ileso do que ali se passa porque isso vira uma febre na mídia. Daí que alcança a quase todos no mundo.

    E o que esse programa mostra? É tanta coisa que não dará para ser descrita num espaço como esse, por questão óbvia. Mas tudo ali demonstra o que podemos classificar como "falta de tudo": respeito, moral, pudor, vergonha, decência, e vai por aí nessa linha.

    Mas o preocupante, a juízo desse autor, é a confrontação com que as pessoas se encaram. Disputam propriedades sem o menor sentido. E pior, demonstram fraquezas em tudo o que alegam, mostram e abordam. E isso fica facilmente configurado nas anomalias que criam para a assistência. É de estarrecer. Mas não para a última geração, porque esta já nasceu dentro do horror que está aí para todos. Eis a diferença.

    Falam muito em evolução. Mas em se tratando da humana, não se pode deixar de perceber que esta não está se dando. E, paradoxalmente, tudo o que nos mostra é um tremendo retrocesso, uma involução, no caso, o que nos levará, com certeza, para o fim da humanidade.

    E quem estiver ainda vivo num futuro próximo ou, no máximo, médio, testemunhará tal fim.


*Em tempo: essas duas últimas gerações praticamente já nasceram com tudo: casa, comida, roupa lavada, tênis de marca, celular e internet. Mas nem sabem como alcançaram tais facilidades. Mas as gerações de antes, sim. Essas deram um duro danado para dispor tais facilidades à essas gerações.

TEXTO FUTURO

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

ABSURDOS

      Pode parecer coisa fácil a alguém simples e comum da sociedade brasileira, formar uma opinião completa sobre grande parte do que ocorre em nosso país, o Brasil. Mas é claro que não é, até pelo contrário. Pelas muitas complexidades que se dão nesse nosso dia a dia, nosso cotidiano.

    Uma das primeiras coisas é ter a exata noção e consciência de que ainda somos um povo com auto grau de subdesenvolvimento. Por isso não se tem a verdadeira noção do exercício cidadânico.

    Grande parte da população ainda deixa a desejar nesse aspecto. A começar pelo simples atravessar de uma via pública, onde não se respeita nada e nem ninguém, um ato relapso automático da grande maioria.

    Mas aqui no Brasil até criaram um procedimento que diz: "tem a lei que pega e a que não pega", seja lá o que isso queira dizer, mas todos o bem sabem.

    No entanto, a maior gravidade que existe em nossa nação é a impunidade. Por isso se permite práticas nocivas. De todos contra todos. E a corrupção é a primogênita dela.

    Mas a reboque disso tudo, a lambança é extrema. O desrespeito, também a tudo e a todos, vigora, é e está instalado no país de uma forma quase que institucional. Daí que não se pode ter esperança de nada e nem para nada. E nem se pode ser enquadrado como um pessimista a quem vê e pensa dessa forma sobre o que acontece no país. É a dura e pura realidade. E só não vê quem não quer.

     Como é que pode a maior parte das pessoas viver criando situações extremas, que trazem prejuízo, incômodo e infelicidade a muitos? É fator inexplicável ficar gerando tais tipos de situações onde todos perdem. Até mesmo os próprios criadores delas.

     Será que Freud e seus pares conseguiriam, pelo menos, explicar isso? Porque não conseguiram, não conseguem e nem conseguirão justificá-las.

sábado, 6 de fevereiro de 2021

UMA OPOSIÇÃO FEITA EM ONDAS REGULARES E FREQUENTES

      Com a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado esta semana em Brasília, temos uma outra situação que envolve o Presidente Bolsonaro. É que o acusam de ter comprado votos de deputados e senadores para lograr êxito em ver os candidatos que apoiava nessa eleição serem eleitos.

      E para variar, o acusam também de abandonar o compromisso de fornecer a ajuda que vinha sendo feita ao pessoal infelicitado pelas exigências da quarentena, em função da pandemia do corona vírus e sua doença.

      Essa sina de resistência e antagonismo a ele não cessa nunca. Já não basta a gama de acusações que lhe fazem, sendo que a maioria sem total procedimento. É uma campanha sórdida e sem sentido. E isso, desde o início de seu governo, tem lhe trazido inúmeras dificuldades de gestão. Nisso quem sofre é o país e sua população.

      Nesse mesmo aspecto lhe acusam, agora, de praticar os costumeiros atos das gestões passadas. Só que os oposicionistas não percebem que não há como enfrentar a corja existente no Congresso Nacional, onde boa parte possui um lastro de desonestidade muito grande, da forma como gostaria.

      Ali dentro, como todos sabem, é um ninho de serpentes. Peçonhentas as extremo, que são e estão voltadas tão somente para tirar proveito das muitas situações, mas em causa própria, desvinculando-se do compromisso firmado para defender e proteger a população do país.

      Mas esta situação deixa muito clara a realidade do que acontece em nosso país. O contingente daqueles que só pensam em si é enorme, o que faz criar aquela conhecida sensação da existência de duas bandas conceituais e comportamentais no Brasil: a sã e a podre.

      E tal problemática é de difícil solução. Pelo menos a curto e médio prazo, bem como com métodos de equilíbrio e domínio. Quem está a se locupletar por tanto tempo da coisa pública, não quererá perder e ver suas práticas cessadas em momento algum. E de modo natural, até pelo contrário. Daí que só se pode esperar o pior para a referida solução.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

CARNAVAL 2021: SERÁ QUE O POVÃO RESISTIRÁ NÃO HAVER?

      Oficialmente o Carnaval está cancelado em terras tupiniquins. Contudo será mera ilusão saber que isso não vigorará de forma plena e absoluta. É esperar para ver. O brasileiro é nato e inato em insurgência. Principalmente a social, onde quase sempre desrespeita quase tudo. Não fosse desse jeito e estaríamos num patamar melhor de cidadania.

   Nos bons tempos, aqueles vividos de trinta anos apara trás, a população brincava o carnaval de forma diferente do que brinca hoje. Era muito comum os chamados "blocos de sujos" ocuparem as ruas nos dias de momo. Eram pessoas fantasiadas de tudo quanto era jeito. Mas sem muito ou nenhum luxo, apenas o suficiente para se divertir a valer.

     Pode-se considerar tal exposição como saudosista, mas de antemão se afirma que é realmente isso, porque a modernidade avançou em muitos aspectos mas regrediu em outros. Muitos hoje em dia dizem que o Carnaval é para pessoas de situações privilegiadas se comparadas com o que se brincava antes.

     As próprias escolas de samba mudaram suas características originais, talvez motivadas e estimuladas pela televisão, que encontrou um filão em transmissões de desfiles de escolas de samba. Também com a criação dos "Sambódromos", restringiu em muito o acesso daqueles que chamamos de "pobres".

     Mas voltando ao início, que ninguém se preocupe por ausência de carnaval onde estiver, porque sempre haverá gente para criar um bloco e sair pelas ruas sambando e cantando como antigamente.

     Grande parte da população pode até não desacreditar dessa gravidade virótica que atinge a todos, mas o inconsciente delas determina que não se pode deixar de lado uma diversão como o Carnaval. Então, prepare sua fantasia, seja ela qual for, e aguarde passar o primeiro bloco, e entre nele. Divirta-se a valer. Mas cuide-se para não correr risco de contaminação do vírus maldito.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

COM O TERRENO LIMPO A PARTIR DE AGORA, É SÓ ADMINISTRAR COM CUIDADO.

      Com a definição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, sendo os eleitos não tão contundentes ao Presidente Bolsonaro, é de se esperar que tudo se ajeite de forma quase equilibrada, doravante.

     Mas para isso o Presidente deve agir com cautela, mantendo a boca fechada em muitas das ocasiões, para não gerar casuísmos que possam trazer-lhe mais dificuldades do que já arrumou nesses dois anos de mandato.

     E se a sua pretensão for mesmo a de alcançar a reeleição em 2022, muito tato terá que ter daqui para a frente, porque o campo é minado diuturnamente. E seus adversários e antagonistas não sossegarão em suas intenções de lhe causar transtornos e problemas.

      A princípio, do que se anda vendo por aí, por enquanto não há quem o possa surpreender naquele resultado. Mas como tudo muda a todo instante, não é bom relaxar. Evitar confrontos desnecessários, principalmente com essa imprensa marrom que se desenvolveu no país nesses últimos tempos.

      Um outro fato importante é manter seus filhos distantes de si, bem como instruindo-os a não se manifestarem em certas questões. Manter a linha dura contra a corrupção e os desmandos de sempre, também é uma situação que merece muita atenção. E é só ir administrando tudo com atenção e cuidado. O resto virá a reboque.

      Mas não se pode desconsiderar a coragem do Presidente. Ele, diariamente, ao sair de onde mora, para o carro onde se desloca bem perto de pessoas que vão lhe visitar, nessas ocasiões. E se dirige a elas de uma forma amistosa, gentil e amigável, dando a impressão de que lhes são até íntimas.

      Nessas ocasiões demonstra uma simplicidade a qual nenhum outro presidente mostrou. Até mesmo o Lula. E, claro, recebe a recíproca desse pessoal. E isso deve ser, sim, ressaltado a todos. Mas a imprensa amarrozada não quer saber de coisas e fatos que somem à postura presidencial. Fazer o quê?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

O CÍRCULO VICIOSO MALDITO EM QUE VIVE A SOCIEDADE

      Greve representa dizer uma paralisação total. Mas no Brasil ela não funciona do jeito pleno porque só algumas classes a realizam mas de modo individualista, aproveitando-se das circunstâncias que possuem em causar muitas dificuldades à população.

     Os caminhoneiros, por exemplo, algum tempo atrás causaram problemas profundos ao país, principalmente com relação ao abastecimento de bens e insumos, dificultando a vida de muita gente. Sem contar a insensatez de bloquear vias, impedindo a livre circulação daqueles que o precisavam, e contrariando a lei nesse sentido.

     Agora estão aí nesse exato minuto, se organizando para por em prática outra paralisação. E tem que se ressaltar um fato. Um, caminhoneiro autônomo, que possui seu próprio caminhão, sabe muito bem que não consegue e nem aguenta fazer uma paralisação de muito tempo. Isso repercutirá pesadamente em seu bolso.

     Já os ligados à alguma transportadora, estarão servindo a seus patrões em pretenderem, por exemplo, aumentar as tarifas de transporte, onerando mais ainda o cidadão comum. E essa manobra é muito usada pelos empresários desse setor.

     Mas nesse país é quase que impossível ocorrer uma greve total. Isto porque os interesses escusos estão por baixo e por todas as partes. Também é difícil para qualquer pessoa se ver livre de certas circunstâncias. Principalmente porque ao nosso redor, e bem próximo, existem pessoas envolvidas com coisas erradas. É na família, no trabalho, na vizinhança e também em nosso rol social.

     Daí que sempre veremos pessoas perto de nós agir de forma desigual, dentro do padrão das safadezas. E nunca poderemos fazer nada, ou quase, sobre isso. É como se estivéssemos num círculo vicioso, ruim de cessar e muito menos acabar.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

UM PLANETA E/OU UM COMETA EM ROTA DE COLISÃO COM O NOSSO TERRITÓRIO: EIS A SOLUÇÃO DE TUDO.

      Ontem, no Congresso Nacional em Brasília, se deu mais uma mudança nos quadros de comandos da Câmara e do Senado. Seus presidentes hoje são outros. Mas será que isso representa algo importante para a população brasileira? Teoricamente diríamos que sim. E só teoricamente, porque no histórico dos acontecimentos desse tipo nessas últimas décadas, poucos foram os progressos alcançados nesse âmbito.

     Rodrigo Maia, por exemplo, que histórico de vida possui, bem como potencial técnico para ocupar e exercer um dos cargos mais importantes da República? A resposta nem é difícil: nenhum. Isto porque ele foi amparado por duas eminências pardas em sua gestão: César Maia, seu pai; e Moreira Franco, seu sogro. Duas raposas políticas muito conhecidas de todos.

     Seus históricos são atrelados à coisas pesadas. Prefeito e Governador foram suas posições alguns anos atrás. E apesar dos processos a eles atribuídos, pelo que consta nenhum destes alcançou seu final, ficando pendentes na justiça do país. E o mesmo se aplica ao Rodrigo Maia, que sai do poder e ficará menos portentoso, doravante, facilitando assim seu ajuste com a justiça, também.

     Triste e terrível é sabermos que raros, raríssimos personagens desses meios possuem posições ilibadas, probas. Mas em suas essências, e não só da boca pra fora. Tal universo é de uma imundície sem limites. E por mais que se queira acreditar que a moralidade um dia se apresentará em nossa pátria, é quase impossível tal esperança.

     Sem querer ser pessimista, mas já o sendo, a solução será através de um só processo: um planeta ou um cometa chocar-se com a Terra. E para poupar o restante do mundo, se é que isso será possível, que ele(s) se choque(m) no território nacional brasileiro. Pelo menos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

UMA CORDA QUASE ARREBENTANDO, DE TÃO ESTICADA.

      Já está à vista um estágio de insurgência por parte de muitos no país. Também não se está mais admitindo tanta fanfarronice, bem como leviandade por parte de alguns. Talvez, até, de muitos. E dois casos são marcantes: o Dória e o Rodrigo Maia. Isso tem a ver com a briga política, bem como a gravidade expressa pela pandemia e a quarentena criada no país.

     O Sr. Bolsonaro não chegou a me decepcionar porque não votei nele. Mas entendo que ele afrouxou demais seu poder como Presidente da República. É sabido por todos que os Três Poderes da República são autônomos. E nenhum pode tentar ou buscar dominar o outro. E isso foi o que se viu durante todo esse tempo. Com o acréscimo de alguns ministros do Superior Tribunal Federal, STF, que encurralaram o Presidente da República em muitas das vezes, passando por cima daquilo que deveriam preservar, proteger e garantir: a Lei.

      A população também manteve-se serena esse tempo todo, vendo todas essas mazelas e sem tomar nenhuma atitude, fazendo valer o princípio da Democracia, que define ser o poder do povo. Tudo isso, junto e misturado, resulta no caos presente em nosso meio e em pleno progresso, dando-nos impressão de que alguma coisa horrível acontecerá num futuro breve.

      É lastimável assistir-se também a omissão das Forças Armadas. Pelo muito que já se observou no país, ela já deveria ter interferido de forma até dura. É claro que muitos não querem nem ouvir falar disso pelo histórico que possuem: o das falcatruas e ladroagens.

      E nisso a situação vai se agravando, com o país entrando em situação complicada, principalmente em suas contas econômicas. O rombo tem aumentado assustadoramente e isso é outra questão de muito perigo, porque irá balançar a estabilidade de tudo e de todos.

      O exercício da espera já está quase insuportável. Todos os desfechos pendentes têm que chegar a um termo, rápido. A sociedade já não suporta mais opressão. Ela é responsável pelo ônus e os políticos pelos bônus. E essa matemática, além de injusta, é ilegal e imoral.