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domingo, 8 de dezembro de 2013

QUEBRANDO A ROTINA PORQUE NINGUÉM É DE FERRO!

     Apesar do dia ter amanhecido meio lusco-fusco, mas no decorrer da manhã o sol se apresentou de forma mais confiável. E como eu já vinha amadurecendo a ideia de esticar as minhas canelas e as da motocicleta também, animei-me em ir a Petrópolis.
     E como sempre, ando equipado nessas ocasiões. O casaco de couro e um bom calçado são fundamentais para quem vai pegar estrada. De quebra, para não pecar por excesso de confiança, que é o que mais faço nesta vida, levei no baú o macacão de chuva. Como diz naquela propaganda de uma seguradora de um banco que rola por aí: "vai que...". E eu fui. Mas não choveu e a viagem foi melhor, com certeza.
     Já estou bem acostumado às estradas na motocicleta. Mas como fiquei um ano sem andar por elas, enferrujei-me um pouquinho. Mas já estou voltando aos bons tempos. Estou mentalizando que essas pequenas escapadas já são um aquecimento para alçar voos maiores. A minha meta é daqui para a frente ir até Lagarto-SE. Mas não estou "aperreado, não!" Tudo ao seu tempo.
     Nesta empreitada, tenho calculado levar uns três dias de viagem. Vou seguindo, seguindo, quando cansar escalo uma cidade no caminho para pernoitar. Só a viagem estrada à fora já não tem preço. E só sabe quem já pegou uma delas com uma motocicleta e seguiu em frente. Sem susto e sem medo. Existem motociclistas que fazem coisas maiores que essa. Tem gente que até já circulou a Terra montada em uma motocicleta por quase ou mais de um ano.
      A viagem até Petrópolis foi tranquila. Na ida e na volta. No alto da serra, na ida, ainda deu pra pegar um clima fechado, meio molhado. Mas ali é quase sempre assim. A partir da entrada da cidade o sol estava presente e a chegada foi tranquila.
      O movimento na tal de Rua Teresa não achei grande coisa. Estava relativamente fraco. Mas os preços também não achei atraentes como das vezes anteriores em que lá estive. Apesar de quase sempre ir lá em Janeiro, após as festas de Natal. Talvez esteja aí a explicação para que os preços que vi estejam mais caros por isso.
      Mas também não fui lá para "compras". Fui mais pelo passeio, mesmo. Na passagem adquiri três bermudas e olhe lá. Ainda aproveitei para almoçar por lá mesmo e voltar já com a barriga cheia.
      No retorno, observei que uma boa parte da estrada, na parte da descida encontra-se com muitos canteiros de obras. Já são as obras que construirão uma nova estrada à cidade de Petrópolis. Vai abreviar caminho porque um bom percurso cortará as montanhas através de túneis. É esperar para ver como fica.
      E com isso quebrei a rotina desses meus últimos Domingos de ficar em casa. Dar uma volta de motocicleta é um senhor exercício à mente e ao espírito. Mas também ao corpo. Porque mexe com a nossa adrenalina.
     

sábado, 7 de dezembro de 2013

"JÁ NÃO SE FAZ MAIS JOVEM COMO ANTIGAMENTE!"...E NEM PAIS.

     Deu na internet: neste sábado o Shopping Metrô Itaquera foi obrigado a encerrar suas atividades antes da hora porque milhares de jovens marcaram através das páginas dos sites de relacionamento encontro neste local.
     A polícia foi acionada e as lojas fecharam suas portas. Mas há controvérsias no sentido de ocorrências envolvendo roubos e assaltos, bem como outros tipos de acontecimentos.
     Ultimamente andam acontecendo muitas coisas no Brasil, que andam fugindo ao controle das autoridades, bem como causando na polícia certos desconfortos no modo de agir nestas novas ações.
     Óbvio é que um dos responsáveis por quaisquer más ações de jovens são seus próprios pais. Isso é indubitável. Infelizmente a juventude atual anda se arvorando em tamanho maior do que é. E isso anda causando vários tipos de problemas à sociedade. E até a eles, jovens, também.
      É muita violência no nosso cotidiano envolvendo pessoas novas e que se transformam em vítimas fatais em grande parte dos acontecimentos que se dão. Depois os pais vêm chorar através da imprensa e dizer que "isso também pode acontecer som o seu filho", dizem, dirigindo-se aos outros pais. Mas aí "Inês é morta!", como se diz no popular.
      Os pais têm que buscarem controlar seus filhos antes dos acontecimentos trágicos. Depois que tudo acontece não adianta mais. Mas parece que anda faltando autoridade a eles para isso. As razões são muitas. E os psicólogos, assistentes sociais e conselhos tutelares de plantão que tratem de resolver essas questões antes que as coisas se compliquem mais e as soluções fiquem mais complexas de se resolverem.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

"OLHO VIVO PORQUE CAVALO NÃO DESCE ESCADA" JÁ DIZ A SABEDORIA POPULAR

     Em geral numa sexta-feira, quase todo mundo costuma trabalhar até mais tarde. Comigo, atualmente, é diferente. Quando vai chegando lá pelas três e meia a quatro horas da tarde já vou encerrando a minha labuta do dia.
     E hoje, ao encerrar as minhas tarefas, fui a um bar onde sempre costumo tomar um cafezinho. E lá encontrei um conhecido o qual costumamos almoçar no mesmo restaurante existente nessa mesma área. E este cafezinho ficou por conta dele.
     Ele é uns dez anos mais velhos que eu mas encontra-se numa situação física excelente para a idade. E ainda trabalha. Também é um autônomo como eu. E ficamos ali, tomando o cafezinho e batendo papo.
     E num determinado pedaço da conversa, ele disse-me uma frase que achei interessante mas não tão atual: "Hoje em dia temos que escolher a dedos com quem conviver". 
     Óbvio é que isso sempre foi uma verdade. A diferença é que nesses últimos tempos as pessoas já não são como eram no que chamavam de "antigamente". Porque já não existe tanta sinceridade nas relações humanas. E isto é realmente surpreendente e preocupante.
     E eu, por forças de certas circunstâncias, tenho a possibilidade de conversar ou ouvir conversas de umas quinze ou vinte pessoas no decorrer do meu dia. E do que vejo e, principalmente, ouço, as lamentações e maledicências são em maior número do que uma conversa simples e positiva. E aqui explica-se que dentre essas quinze ou vinte pessoas com as quais ouço ou converso, em geral mais ouço do que converso. E quase sempre nem me manifesto a respeito do que ouço.
     Já tive a oportunidade de em outro texto afirmar que as duas piores ações que o ser humano expressa em seu cotidiano são a inveja e a mentira. E chegaria ao ponto de afirmá-las como se irmãs siamesas fossem. E as razões e motivos por que o fazem são muitos. Mas eu arriscaria afirmar que isto se dá pela inaptidão da maioria delas. As pessoas, hoje, são bem mais inaptas do que eram em tempos passados. Talvez seja por isso que isso se dá.
      Mas as pessoas com mais de cinquenta anos sabem muito bem que o mundo mudaria por essa época em que estamos. Onde a máquina já domina os humanos há algum tempo e isto era previsto acontecer há, no mínimo, cinquenta anos atrás. Assim, verifica-se as fraquezas das pessoas nesses nossos dias, em função de que já não executam a maioria das tarefas por suas próprias mãos e, sim, através de máquinas.
       E como os que hoje estão aí apertando botões e se achando "os reis da cocada preta", é fácil entender o porque desses acontecimentos. Por isso já não se confia plenamente umas nas outras porque é fácil perder-se o lugar para a próxima que nos esteja mais próxima no trabalho, principalmente.
       E assim o mundo vai mudando (e virando). E as pessoas também vão mudando (e virando) também. É um tal de um tomar conta do outro que é um verdadeiro espanto.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

EU FISCALIZO, SIM! E VOCÊ O FAZ, TAMBÉM?

     Acredito que o leitor que lê com certa frequência os artigos que posto neste espaço, já deve ter percebido com naturalidade o auto grau crítico que segue a linha de explanação desses artigos. Infelizmente sou dotado de uma propriedade que me faz perceber quase tudo que se desenvolve - ou se passa - no decorrer do nosso dia a dia.
    E com muita frequência na semana, costumo almoçar no bairro da Praça da Bandeira. Que é um dos lugares mais conhecidos da cidade por várias razões. E a primeira delas é pelas grandes inundações que sofre quando se dão chuvas fortes e/ou torrenciais na cidade.
    Daí que há algum tempo atrás a Prefeitura e o Estado resolveram buscar soluções para eliminar as enchentes que se dão ali quando essas fortes chuvas caem naquela região, alcançando nível de quase dois metros de água, o que traz prejuízos frequentes e terríveis para os moradores e, principalmente, para os negociantes e lojistas daquela área.
    E é assim que as obras já estão acontecendo ali já há algum tempo, onde estão sendo construídas em cinco ou seis lugares naquelas adjacências o que eles estão chamando de piscinões. Isso sem contar que estão criando novas redes pluviais, que ligarão essas redes ao piscinão receptor da maior quantidade de água que se der num dia de grande chuvas.
    E eu, que gosto muito de "fiscalizar obras públicas", e o faço por conta própria, sempre após o almoço, fico circulando por ali vendo o andamento dessas obras, bem como o desempenho dos funcionários delas.
    Num outro artigo já havia comentado sobre o que observo em tudo isso. E a primeira observação é no tocante ao excesso de gente ali nas obras, sendo que não é difícil perceber-se - mesmo para um leigo em tal mister - que a maioria dos que ali estão, embromam mais do que trabalham.
    Um outro aspecto é o desperdício de material usado nessas obras. Bem como os danos que as máquinas fazem em outras redes e instalações subterrâneas naquela área.
    Assim sendo, percebi que já há uns três meses que a obra nas esquinas das ruas do Matoso dom a Radial Oeste, sentido centro, parou porque encontrou uma dificuldade oriunda de uma rede de esgoto metálica que cruza ali e não permite passagem para a rede pluvial que vêm da rua do Matoso para ligar-se com a rede do piscinão já na própria Praça da Bandeira. E a solução está demorando muito para se resolver e só não vê isso quem não quer.
    Mas o detalhe principal que se observa ali é um vazamento de água potável, que jorra diuturnamente em grande quantidade e que ninguém, até agora, deu conta de solucionar. E eu, por conta própria, já indaguei de alguns funcionários da obra o porquê disso. Mas nenhum deles respondeu-me sobre essa questão.
    Daí se vê como é que essa gente trabalha desinteressadamente naquilo que faz. E nem a consciência de cidadania se faz presente nessa gente, em perceber que, se há o desperdício, muita gente está sofrendo com falta d'água em suas residências. E o principal é ver tanto dinheiro jogado fora, sem que alguém tome responsabilidade por isso.
    Infelizmente uma das grandes deficiências profissionais dos trabalhadores brasileiros - principalmente os que executam obras públicas - é não observar o que está errado em seu ambiente de trabalho e possa, ele mesmo, sanar tal falha. O raciocínio imediato é de que aquilo é coisa pública. E aí largue-se pra lá. Mas ele esquece que a conta ele também paga, haja vista que, como cidadão, tudo que compra, o imposto já vem embutido no preço e, consequentemente, onera o produto e tal imposto deveria ser dirigido para serviços públicos para atender ao cidadão.
    Mas aí já é querer de mais para uma mente curta e dura da maioria dessa gente.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O NATAL ESTE ANO SERÁ DIFERENTE? TOMARA QUE NÃO"

      Apesar de já termos adentrado ao mês de Dezembro, a movimentação das pessoas este ano não está sendo a mesma em anos anteriores. Isso é pelo que tenho percebido nas ornamentações de suas varandas, com o uso daquelas lâmpadas coloridas, dotadas de pisca-pisca, o que dá um visual espetacular à noite.
       E por que será? Tá faltando grana esse ano ou o pessoal vai deixar para um pouco mais tarde? Eu prefiro ficar com a primeira alternativa, isso sem querer passar um astral negativo para as pessoas.
       Infelizmente o Natal transformou-se num fator meramente mercantilista, onde a população esquece - ou esqueceu -  dos princípios básicos dessa comemoração que é a de revigorar o nascimento do Cristo e reavivar nas pessoas sentimentos mais profundos de amor e fraternidade.
       Mas os comerciantes e lojistas não perdem seu tempo. Já quase ao final do mês de Outubro já se via stands decorados com motivos natalinos. Principalmente nos shoppings da cidade. E isso deixa claro que o negócio é fazer dinheiro e mais nada.
       Como o Dólar não anda dando confiança para ninguém este ano, é bem provável que tudo o que se referir a Natal estará mais caro para o povo adquirir. E isto, com certeza, é fator marcante para justificar o possível desânimo das pessoas para uma época das mais importantes e alegres na população mundial.
       Claro é que no fim das contas acaba prevalecendo o tão famoso "espírito do Natal". Aí as pessoas irão buscar várias alternativas para fazer suas festas e comemorarem junto aos seus, com as famosas trocas de presentes. Mesmo com lembrancinhas baratas. O importante é não quebrar o clima de uma comemoração milenar.
        Então, é deixar passar alguns dias e chegar o dia do recebimento do famoso Décimo Terceiro Salário. Aí ninguém vai mais reclamar por alta de dinheiro. Mesmo aqueles que deveriam aplicar essa parcela em quitar dívidas antigas. Mas Natal é Natal.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A VIDA E SEUS MUITOS MISTÉRIOS. MAS PODEMOS DESVENDÁ-LOS ALGUNS, NÓS MESMOS.

      Numa citação muito famosa de Shakespeare, através de um de seus personagens famosos, ele citou ao mundo uma frase que virou um verdade absoluta: "Há mais mistérios entre o Céu e a Terra, do que imagina a nossa vã filosofia."
      E é inegável que tal ideia possa ser contraditada seja lá por quem for ou por quem a queira contraditar. Cada um de nós tem um segredo e/ou mistério em sua vida. E que não se consegue resolvê-lo ou desvendá-lo por todo o tempo que se viva.
      E é por isso que existem certas atividades que se voltam para estudar, pesquisar, analisar e esmiuçar, digamos, esses tais mistérios que existem entre o Céu e a Terra e na vida de cada um de nós.
      Neste aspecto há mais de uma variável, se é que podemos classificar como tal, que busca através de suas propriedades, pelo menos alcançar a proximidade das descobertas desses mistérios existentes por aí. A religião é uma delas. E a Ciência é outra.
      Dizem que ambas são polos extremos. Não se combinam de jeito nenhum. Mas já houve citações de religiosos e cientistas buscando estreitamento entre as duas, haja vista que um mais um faz dois. E desta forma o conjunto se forma e aumenta a capacidade de estudo, bem como de todos os outros fatores que possa chegar a um denominador comum com referência a tal e tanta complexidade.
      Pelo meu lado, mantendo-me na minha humilde busca de explicações para muitas das coisas que me causam curiosidade,  já estou quase chegando à uma conclusão: Há muito mais disse-me-disse por aí do que profundidades determinantes nos estudos de muitos mistérios que se nos apresentam em nossas vidas. 
       A Ciência, por exemplo, já desvendou milhões de mistérios que haviam há milhares de anos atrás, aproveitando-se da evolução dos instrumentos e equipamentos de trabalho que usam para estudos, análises, descobertas e definições desses mistérios. E é claro que muito ainda há para se trabalhar, buscar e desvendar nesse mundo. Sendo que neste ponto, muitos dos mistérios que a ciência desvendou e provou, alguns foram ou eram oriundos de teorias religiosas. E isto, com certeza, causou muitos contratempos e dissabores entre as duas propriedades.
       Mas por incrível que pareça, quanto mais os tempos evoluem, mais aparecem teorias religiosas que fazem com que o ser humano ainda fique mercê de alguns dogmas, digamos, religiosos. E parece que isto torna-se um círculo vicioso e de difícil explicação e solução.
       Esta matéria que aqui desenvolvo, o tema surgiu-me através de umas poucas cenas que vi na novela da Globo, no horário das 19 hs, de nome "Além do Horizonte". Do pouco que pesquei  sobre o tema, envolve muitos mistérios. E isso é quase um tabu para o ser humano que gosta do tema muito mais do que deveria gostar, e talvez devesse buscar resolver seus problemas de vida através das coisas nítidas e claras que estão aí disponíveis para estudos, análises e soluções de todos eles. Mas isso fica só em teoria. Lembra aqui uma afirmação muito conhecida por todos que diz: "O povo gosta de ser enganado!". E dela faço coro.
        De um certo tempo para cá deixei de acreditar em muita coisa em que a maior parte das pessoas acreditam. E a religião é uma delas. Não sou contra a quem nelas acredita mas não faço parte desse grupo. E por razão muito simples: Quantas religiões existem nesse mundo? Qual delas pode se  arvorar em ser a verdade absoluta? Por que a cada dia que passa as mazelas, os terrores, as carnificinas e que tais estão aumentando em nosso cotidiano e entidade superior alguma faz algo para por fim a tantas coisas ruins?
        Daí que, vendo naquela novela certas abordagens, principalmente sobre a tal da felicidade, fiquei espantado e assustado com isso. Por saber que muitas pessoas ignorantes darão crédito aos absurdos que ali se apresentarão com certeza. E isso só faz aumentar o desnorteamento delas em relação ao caminho correto e seguro que deveriam ou deverão seguir em suas vidas, sem ser necessário acreditar-se em teorias malucas ou teóricas que aquele trabalho apresenta e, por certo, apresentará.
         E é necessário dizer, realçar e ressaltar que estamos em pleno Século XXI. Estamos na Era Moderna, onde já não se dá mais para acreditar naquilo que antes chamavam de crendices, haja vista que o mundo não acabou nem em 2000 e nem em 2012 como previram alguns.
         E se pudesse aconselhar a alguns que gostam de mistérios e espíritos, diria o seguinte: Deixe-os lá quietinhos e guardados. Tomemos a rédea de nossas vidas, cumprindo com as nossas obrigações profissionais, trabalhando muito, ganhando dinheiro e guardando o suficiente para que nos socorram nas situações infelizes com as quais nos deparamos de vez em quando em nossas vidas. E que também cuidemos bastante de nossa saúde, porque sem ela não conseguiremos realizar e nem completar as obras a que nos propusermos a alcançar.
         O resto é contar com a sorte e termos muitos cuidados com tudo o que nos envolvermos em nossas existências. Sendo que a escolha das pessoas com as quais conviveremos é fundamental a seleção. Desta é que resultará negativa ou positiva as respostas dos problemas de nossas vidas.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

UMA CONVERSA FIADA...E OLHE LÁ!

     Infelizmente, mesmo sendo o mês de Dezembro, nem todas as conversas serão agradáveis como deveriam ser. A começar pela política em nosso estado, o Rio de Janeiro.
     O Datafolha jogou no ar uma pesquisa a respeito dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro e, para variar, os nomes que constam dela são os mesmos de sempre. Sem nenhuma novidade. E o povo durante uma parte deste ano andou pelas ruas das cidades metendo pau em alguns deles.
     Infelizmente, repita-se, é sempre assim. E já há muito tempo essa situação vem se apresentando. Entra ano e sai ano e essa turma a cada ano que passa mais se agarram ao poder. E mesmo a imprensa noticiando escândalos sobre escândalos, eles nem ligam.
     O Senhor Sérgio Cabral está com a sua imagem pública totalmente queimada devido a vários escândalos noticiados na imprensa. Mas mesmo assim, com a cara mais limpa do mundo, arvora-se em candidatar-se ao Senado e dá isso como favas contadas. Só pode ser brincadeira.
     E vem em seu bojo o Garotinho, o Lindinho (Lindenberg), e o Pezão, dentre outros menos concorridos. O meu voto já está definido e nem me rogarei a declará-lo: Nulo. E explico: Voto desde 1970. E votei sério e com consciência até o ano de 2002, quando o Sr. Lula elegeu-se Presidente da República. Mas depois de todos os escândalos acontecidos e denunciados pela imprensa sobre o PT e o Mensalão, cujo desfecho tivemos a pouco tempo com a condenação de muitos deles, passei a desacreditar de tudo e de todos.
     Assim sendo, só votarei sério de novo a partir do momento em que o brasileiro for facultado a votar. Por imposição, eu votarei sempre nulo. E isso se "os mesmos " políticos estiverem sempre aí. Tomei um verdadeiro horror à essa gente. E se a Constituição Federal me garante o direito de não votar em ninguém, voto nulo, assim o farei.
     E tenho dito!

domingo, 1 de dezembro de 2013

E O NATAL JÁ VEM AÍ. MAS É MELHOR PRESTAR ATENÇÃO EM CERTAS COISAS.

     Um Domingo. O mês de Dezembro de 2013 só poderia ter começado num Domingo. É algo assim, auspicioso. Porque em geral todos nos sentimos melhores num dia de Domingo. Pelo menos a maioria das pessoas no mundo. Então, é aproveitar esta oportunidade e dar início aos preparativos para a grande festa: O Natal. 
      A primeira ação que teremos que ter é desarmar os nossos espíritos de tanta sensação bélica que estamos sentindo e praticando nesses dias atuais. É esquecer essa competição estúpida e desnecessária a que nos propusemos nestes tempos modernos. Onde está vencendo aquela situação muito conhecida de todos: " Farinha pouca, meu pirão primeiro".
      A segunda ação é levar a vida um pouco mais lentamente do que estamos levando. Tem gente dizendo que não tem tempo pra nada e que, às vezes, não almoça. Isso sem contar aqueles que ou dormem muito mal ou não conseguem dormir.
      Já a terceira ação que deveremos alterar é a do individualismo. É achar que nós somos o mundo e que as demais pessoas só são as demais pessoas. Traduzindo: elas só são coisas. Não precisamos ligar para elas, dar-lhes atenção. E aí estão os nossos familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho.
      Na quarta ação, deveremos parar de consumir da forma como estamos fazendo. Estamos indo atrás de uma mídia enganadora e mentirosa, que invade o nosso inconsciente sem que possamos evitar e aí, fazemos o jogo dela. Compramos o que não precisamos e gastamos desnecessariamente e, até, o que não temos para gastar, contraindo dívidas atrás de dívidas, até alcançarmos uma situação desesperadora na qual não teremos como sair dela.
      Mas aí vem a quinta ação. Nesta, é melhor colocarmos a cabeça no lugar. Não faremos dívidas desnecessárias para comprar presentes para os parentes e amigos e aí criarmos um tremendo de um buraco em nossa vida econômica, sendo que depois nos veremos em caminhos de onze varas para sair delas. É melhor fazer como os antigos diziam: "Só o feijão com arroz!", ou seja: Compremos aquilo que for necessário para fazer uma ceia de natal, sem ir na onda desse consumismo desenfreado e reunirmos-nos com os nossos entes queridos, e só. 
       Muita gente nesta época gosta de "aparecer", tirar onde de "rico" e fica fazendo coisas que não deve e, principalmente, nem pode. Só para parecer que é o tal. E aí, fica "enchendo a barriga de pançudos", como se dizia antigamente. Essa gente nem liga para nós, só quer se aproveitar e tirar onda. E como sempre há os oportunos, eles se aproveitam e têm um ótimo natal em suas vidas. Só que às custas dos bobos.
        Óbvio é que ainda existem outras situações que deveriam ser abordadas aqui, mas para poupar espaço e tempo de todos, ficaremos só nessas. Devem ser as suficientes para que a lucidez se faça presente na mente de alguns. 
        Então, aguardaremos esses poucos dias que faltam e faremos uma excelente ceia de natal. Mas com os pensamentos para a real significação desse dia. O dia do nascimento de Jesus. O maior exemplo de simplicidade e humildade que o povo teve, têm e terá...sempre! 

sábado, 30 de novembro de 2013

AMANHÃ JÁ É DEZEMBRO!

    E hoje é 30 de Novembro. Amanhã já é Dezembro, último mês do ano de 2013. E alguém diria: é uma das afirmações mais óbvia que pode existir, não é? É! Claro que sim! Só que em geral quase ninguém percebe o fato real. É mais um ano que já vai acabar logo, logo.
    Mas o engraçado nisso tudo é que o mês de Dezembro tem um clima diferente dos demais. Os espíritos parecem conspirar para que todos tenham uma consciência maior. Nesse período, costuma-se ver a fraternidade se fazer mais presente do que nos meses seguintes. É inexplicável tudo isso.
    O mês de Dezembro, sendo o último do ano, faz com que a primeira coisa que uma pessoa pense é no que aconteceu durante todo o ano que vai terminar. E aí é onde se pode medir os prós e os contras de tudo o que aconteceu. Naturalmente que para uns foi um ano diferente. E para melhor. Várias coisas positivas acontecerem e valeu a pena; já para outros, quase nada valeu a pena. Deu tudo errado. E aí é tentar buscar os porquês disso. É normal.
     E existem pessoas que não se apegam nesse tipo de coisa. Para elas todo ano é igual e os meses, também. As perspectivas e expectativas são neutras. E vão vivendo. De certa forma é uma posição positiva porque faz com que as pessoas não acabem caindo nas situações a que quase todos caem: a desilusão. E têm alguns que terminam num desânimo total, sem quaisquer expectativas para o ano novo. O ano seguinte que logo começará.
     Mas para a maioria das pessoas no mundo o que vale é, sim, a esperança. É o imaginar que o ano novo será diferente, trará melhores situações. E dentro delas, a primeira é a alegria. Mas tem a saúde; a harmonia na família; um novo emprego ou a manutenção do antigo; a aquisição de um carro ou um imóvel; e até mesmo uma viagem de férias: para fora ou mesmo para outros estados do Brasil. Enfim, são essas nuances que fazem com que as pessoas se interessem pela vida.
      E já que se falou nela, também não se pode esquecer de maus momentos. O da falta de saúde, por exemplo. Quem está atravessando maus momentos nesse aspecto, a torcida maior será pela própria recuperação física. E que neste ano novo tudo seja diferente e a saúde volte como era antes.
      Já para os idosos, é a certeza de um ano a menos em suas existências. Mas se esses tiverem uma boa e consistente vivência saberão que isso também é normal.  Faz parte. E então, é aproveitar mais ainda um novo ano que vai começar. Porque ninguém sabe quando será o último ano de sua vida. Por isso, é preciso viver. E viver bem. Dando valor às coisas mais importante para uma boa vida. Em primeiro lugar a saúde; logo a seguir a família; e não necessariamente nessa ordem, vem as contas em dia; o trabalho é um item fundamental em nossas vidas, porque é através deles que manteremos as contas, os compromissos financeiros e adquiriremos tudo aquilo que nos faz falta e também precisamos.
       Enfim, entraremos no último mês do ano, Dezembro. Mas que isso não nos assuste. Só nos alegre. Por saber que vencemos mais uma batalha anual. E dentre mortos e feridos, salvaram-se todos. Ou quase.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

EU NÃO COMPREI NA BLACK FRIDAY !

     E chegou o grande dia e a grande hora: BLACK FRIDAY!
     Como essa mobilização toda não chegou a me comover, nem dei a mínima para ela. É claro que como sempre acontece, os responsáveis por ela dirão maravilhas a respeito da movimentação do povo em comprar os artigos que oferecem a preços acessíveis. No entanto, com o decorrer de alguns dias, as informações serão conflitantes com estas primeiras. É sempre assim.
     O engraçado é que o povo não aprende nunca. Eles fazem tais campanhas, primeiro para conseguirem fazer caixa para o pagamento do décimo terceiro salário de seus empregados; segundo, fazem campanhas maciças em artigos que a maioria nem deveria comprar mas acabam comprando. E, no caso, se arrependem logo a seguir. Mas a regra é essa mesma. Iludir o povão. Ele precisa e merece esta artimanha.
     Dizem que os procons da vida ficam em alerta para as campanhas mentirosas, mas será que alguém ainda acredita nisso. Eu não, confesso-lhes. Já não me deixo levar por malandragens e nem espertezas. Só compro aquilo do que realmente preciso ou me interesso. Mas sem pressão de campanhas comerciais.
     Mas um detalhe tem que ficar definido, registrado e marcado na mente do brasileiro: os preços dos equipamentos eletrônicos que essa gente nos coloca é absurdamente acima dos preços nos mercados internacionais. E isto já vem de longa data. E a primeira desculpa deles é dizer que a nossa carga tributária é absurda. Ora, e é mesmo. Então porque o povo continua se deixando explorar, sabendo que paga um imposto escorchante e não vê o retorno desse dinheiro em serviços à população, como acontece nos países adiantados, onde lá tudo é de primeira linha. Principalmente o atendimento ao cidadão.
     Assim, enquanto os brasileiros gostarem de participar dessa brincadeira (e é uma brincadeira estúpida e grosseira), os espertalhões de sempre continuarão se locupletando do nosso dinheiro.
     Vamos ver até onde irá.