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quarta-feira, 1 de junho de 2016

"A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE"

     Já foi dito aqui neste espaço que o termo paradoxo é de uma representatividade enorme nessa vida, pelos muitos conteúdos que possui e expressa. Mas a bem da verdade, a humanidade anda aprontando nesses nossos dias, o que implica dizer as muitas mazelas que assistimos nesse nosso cotidiano.
     E em nosso país, os paradoxos são tantos, que já andam causando muitos problemas a todos. A começar pela pseudo capacidade que muitos andam pensando que possuem, quando na verdade ainda estão a desejar. E muito.
     Andaram vendendo um peixe ao brasileiro e ele o comprou sem saber o que estava levando. Também não quis saber sua origem e nem a sua qualidade. Daí que acabou comprando gato por lebre. O que nem tem a ver com o peixe citado, mas... . Porque acreditou em coisas que não devia e nem deveria. E tal processo agilizou-se e cresceu muito mais, a partir da ascensão do Partido dos Trabalhadores, PT, ao poder máximo no país.
     O resultado disso não podia terminar bem, é claro. E ele, o PT, já foi desembarcado do poder. Agora só restando o Senado e o STF fecharem o caixão desse processo, com a saída definitiva do governo, da D. Dilma. E isso são favas contadas.
     E a partir da administração nacional petista, começou-se  a dizer que o Brasil era outro. Quase que afirmaram que o país já pertencia ao primeiro mundo. E que milhões de pobres deixaram de sê-los. Mas também reforçaram a ideia de que o Brasil havia deixado de ser uma República das Bananas, não devendo abaixar a cabeça a ninguém, a começar pelo FMI.
     O ruim disso tudo é que muita gente acreditou nisso. E daí começaram a aumentar as mazelas tupiniquins. A ponto de ter gente que já estava e está se sentindo uma tremenda 'Brastemp', seja lá o que isso queira dizer, mas, com certeza, todos o sabem.
     E é assim que vemos por aí um monte delas com nariz empinado, se achando, como se a coisa fosse tão fácil. Mas a realidade é muito outra. O que aconteceu foi que houve tanta infiltração de gente na área pública, através de vários métodos de admissão, mas que a qualidade dessa gente deixou, e ainda deixa, muito a desejar. Principalmente na qualidade profissional.
     E o reflexo disso tudo está aí, à mostra, onde estamos vendo horrores no âmbito público, que além da corrupção em alto grau, apresenta deficiências múltiplas em todos os níveis e planos, com a situação num patamar de desespero muito grande.
     Mas o interessante é que essa gente está aí protestando de tudo e de todos. Só não percebem eles próprios que estão reclamando deles mesmos, haja vista que grande parte das mazelas que estão aí a serem reclamadas, são de autoria dessa gente. E vai se dormir com um barulho desses?
     Desta forma, com as mudanças que estão acontecendo no País, está vindo à tona uma série de situações que comprovam a incompetência e má fé do PT, que causou uma tremenda confusão no país, agravada pelo aumento absurdo da corrupção. O que também se quer justificar sobre as mazelas de outrora, já muito cometidas nesse país, como se uma coisa livrasse a outra de responsabilidades. 
     E, com isso, a dívida do país está pela hora da morte, sem que os novos governantes consigam se encontrar, para buscar uma solução para tantos imbróglios financeiros, sem repassar os custos disso para a população brasileira, já pra lá de explorada nesse aspecto.
     Tudo isso formou-se um verdadeiro círculo vicioso. Ou tal qual um cão correndo atrás de sua própria cauda, sem nunca alcança-la. Assim é a situação econômica, social, política e estrutural brasileira, que está aí requerendo ações rápidas, drásticas e eficientes para por fim a tanto descalabro. Só nos resta esperar tal desfecho.
     

terça-feira, 31 de maio de 2016

"NEM TUDO QUE RELUZ É OURO E NEM TUDO QUE BALANÇA CAI

    Neste mundo moderno, do jeito que a coisa anda, não dá mais para se acreditar em quase nada. Mesmo que se veja, olhe, leia e viva, não necessariamente nessa ordem, porque os recursos tecnológicos que estão à disposição de todos, pode muito bem forjar situações falsas e mentirosas, transformando-as em verdades quase que absolutas, mesmo que se diga que "só um idiota tem certeza absoluta".
    O caso que envolveu e está envolvendo a jovem de 17 anos que, teoricamente, foi estuprada por mais de 30 homens, já está tomando um rumo diferente do inicial. Porque já estão surgindo novas informações e situações que mudam o teor dessa história.
    A meu juízo, pelo muito que acompanho o desempenho da imprensa brasileira, não ando dando quase nenhum valor à ela. Porque a essência do jornalismo só pode se apegar a um aspecto: a verdade. Mas atualmente, o que se vê por aí é coisa totalmente diferente.
    No rádio, por exemplo, o jornalismo não passa mais perto do que era em tempos idos. A tecnologia tem mudado o modo como jornalista e repórter trabalham. Uma simples pessoa, através de seu celular, usando o recurso do tal de zap zap, pode transmitir um fato qualquer que aconteceu ou não, sendo que as edições fazem uso quase que imediato disso.
    Mesmo na televisão, vemos quase que diariamente, uma exploração do sofrimento alheio, em prol de matérias que possam render audiência. A preocupação não é com a notícia em si, mas sim com o tal de Ibope, onde se vive atrás de resultados midiáticos e mais nada.
    E com relação ao caso dessa moça pretensamente estrupada, já rola na internet, diversas matérias mostrando que a mesma não é tão santinha quanto imaginavam. E que até possui envolvimento com traficantes e bandidos, segundo tais matérias. E numa reportagem do jornalista Cabrini, ela dá depoimentos que a desestabilizam moralmente. Mas aí também se corre o risco de tal matéria também ser forjada, como muitas outras nesse meio.
    Mas não custa lembrar de um episódio envolvendo donos de uma creche em São Paulo, que foram acusados de barbaridades várias, envolvendo crianças, cujo início das notícias davam conta de um verdadeiro horror perpetrado pelos acusados, cujo desfecho mostrou uma realidade totalmente diferente. E, ao final,  foram inocentados de tudo. No entanto, a imprensa massacrou reportagens sobre tal fato, demonizando o casal.
    Do que pude acompanhar nas notícias envolvendo a situação dessa jovem, mesmo que de forma superficial, penso que com o andamento das coisas, essa situação também se reverterá, mostrando mais uma vez o que a imprensa pode fazer e criar de terrível em nosso cotidiano. 

segunda-feira, 30 de maio de 2016

REFLETIR NÃO É SÓ UM VERBO. TEM QUE SER UMA AÇÃO.

   Esta semana o país chocou-se com uma notícia: o estupro de uma jovem de 17 anos, que foi atacada por trinta homens. E tal notícia extrapolou os limites brasileiros, chegando ao exterior, alcançando grande repercussão nas mídias.
  Mas em rede social do Facebook, pode-se ver, também, manifestações de críticas à jovem. E uma foto que correu na rede, ela estava de porte de uma arma de grande calibre, um rifle, provavelmente, o que dá a entender que ela costuma frequentar aquele ambiente onde tudo aconteceu.
  Porém, independente de todas as possibilidades que possam existir para que um acontecimento desse se dê e alcance tanta repercussão, há a necessidade de se analisar algumas nuances.
  E a primeira delas dá conta da terrível permissividade que se observa nos jovens da atualidade, cujos pais já não estão conseguindo controla-los de forma nenhuma. Daí surgindo uma série de acontecimentos nefastos e trágicos, envolvendo-os a cada dia que passa.
  Mesmo não sendo um especialista em certos assuntos, mas amparando-me na idade que possuo, bem como uma vida muito experiente, diria que os pais atuais estão fugindo de suas responsabilidades como tais.
  E a prova disso nós tivemos recentemente, quando da manifestação de estudantes que invadiram escolas, pretendendo pleitear certos direitos, que são lógicos, mas não do jeito e da forma como o fizeram, invadindo as instalações dos referidos estabelecimentos e bloqueando a entrada dos que discordavam desse ato, bem como pretendessem estudar ali.
  Ora, onde é que estavam e estão esses pais que permitem que jovens sem quase nenhum requisito de vida, possam tomar dianteira em certas decisões que só a eles, os pais,  cabem? E está sendo comum a mocidade insurgir-se contra as leis e as regras que terão que seguir como futuros cidadãos que se tornarão em breve. Há uma inversão dos valores educacionais, sim. E nos lares e nas escolas, simultaneamente.
  Mas voltando ao caso da moça estuprada, há a necessidade de se ver certos aspectos da questão. E o primeiro deles é descobrir o que fazia ela lá no meio da bandidagem? Por que seus responsáveis não observaram isso antes, sabendo-se que ela costumava frequentar aquele lugar?
  E outra coisa tem que ser destacada: as jovens e mulheres atuais, não estão conseguindo manter o que antes chamávamos de pudor. Ou seja: vestir-se adequadamente, sem expor suas partes quase íntimas a todos, principalmente ao homens, que, como sabemos, têm um instinto de macho, e que quando nessas situações, exercem tal instinto, o que pode ser considerado até explicado. Porque quando uma mulher expõe seu corpo de forma acintosa e excitativa, não quer ver outro comportamento nos homens ao seu redor, a não ser o de excitação por ela.
   Óbvio é que este acontecimento foi um caso isolado. Não há histórico disso na vida cotidiana. Claro que, isoladamente, acontece um ou outro caso de estupro, mas nada que possa ser considerado tão vexaminoso como esse dessa jovem. Bem como não se está querendo justificar um ato vil e covarde, perpetrado por elementos com instintos animais tão desenvolvidos, que terão que pagar com rigor tal crime.
   O importante é torcer para que as demais jovens tomem ciência do que não podem e nem devem fazer, no tocante a frequentar péssimos ambientes, e também escolhendo melhor suas companhias, evitando cair nessa mesma esparrela dessa jovem ora atacada.
   Mas é fundamental que os país dessa e das gerações futuras, voltem a ter o pleno domínio sobre seus filhos, para que os mesmos não descambem para ações equivocadas, que possam trazer aborrecimentos e, principalmente, sofrimentos a todos. Eis a questão. 

domingo, 29 de maio de 2016

DOMINGO É DIA DE DESCANSO

    Depois de muito refletir e analisar o desempenho produtivo neste espaço, cheguei à conclusão de que devo aliviar a minha performance em criar matérias para o mesmo, nos Domingos. Daí que a partir de hoje, só em caso muito especial irei publicar matéria nesses dias.
    E apesar de até ter pensado por várias vezes em parar de escrever, tal possibilidade  fica vencida pela força de expor minhas ideias, pensamentos, opiniões e que tais para quem se propõe a ler-me. E é um regozijo muito grande ver que sou lido por alguém. E mesmo que as leituras não alcancem números expressivos, como seria esperado, dou-me por satisfeito. Porque não tento e nem busco a condição de um literato. Digamos que só de forma diletante. E basta.
    Essas modernidades contemporâneas nos submetem a certas situações. Positivas e negativas. Mas quem está na chuva é para se molhar, sim. Daí que não se pode reclamar de nada. Porque quando se cai no universo da rede mundial, se está sujeito a tudo. E, felizmente, não sofri nenhum revés. Até pelo contrário, minhas assertivas são aceitas e elogiadas em maior parte.
    É regozijante, por exemplo, ter leitores em algumas partes do mundo. E devem ser brasileiros que estão vivendo/morando no exterior. Ou até mesmo um estrangeiro que tem alguma ligação com o nosso país, o Brasil. Assim é que sou lido nos Estados Unidos, Alemanha, China, Portugal, dentre outras nações mais.
    Mas não é fácil manter tal performance. Escrever diariamente, sem uma folga, é forçar demais a barra. Mesmo que sempre haja assunto para tal, que é o costumeiro. Então, a partir de hoje, não escreverei mais aos Domingos. Só em casos de exceção, como já dito. E espero continuar recebendo o prestígio dos leitores.
    Muito obrigado.

sábado, 28 de maio de 2016

O TRABALHO PODE ESPERAR

    E ontem, Sexta-Feira, espremida entre o final de semana e o feriado de Corpus Christi, fiz o que muita gente fez: não trabalhei. E fui andar pelo centro da cidade (RJ), para atualizar-me das mudanças que ali se deram nesses últimos tempos, em função das modernidades perpetradas pela Prefeitura.
    E quem estiver ausente dessa cidade por mais de três a cinco anos, quando nela estiver de novo, pouco a reconhecerá nessa região. Porque as mudanças foram quase que radicais, começando pela derrubada do Elevado da Perimetral e a transformação da Avenida Rio Branco em trilhos para o tal de Veículo Leve Sobre Trilho (VLT), bem como parte do trajeto transformado em calçadão e jardins.                                                                      O VLT
     Como sempre fui contrário a tais alterações, só tenho que explicar a razão disso. E é muito simples. Com tantas necessidades imperiosas da população em tantos outros serviços e locais, a Prefeitura, na pessoa de seu Prefeito, incumbiu-se de destruir grande parte do patrimônio da população com a derrubada daquele elevado. E como vemos, as escolas e os hospitais cariocas encontram-se em péssimos estados. Fora um monte de outras coisas mais importantes, também.
    Mas um dos principais fatores dessas impensadas ações, tem a ver com o caos que causou à cidade e a seus moradores. Principalmente no trânsito. Porque esculhambou-se muito mais do que já era, aumentando em muito o sofrimento físico, mental/psicológico e financeiro de todos os que por ela transitam e residem. Caso alguém se propusesse a calcular ou mensurar tal valor, transformando-o em reais, ficaria estarrecido com o valor encontrado.
    Segundo consta, tais mudanças aconteceram só por um intuito: o de paisagismo. Mudar a configuração estética do centro da cidade e suas adjacências, principalmente na reta do cais do porto. E até mesmo a colocação do VLT, não conseguirá resolver nenhum problema ligado ao transporte da população. Será uma coisa meramente figurativa. O que popularmente poder-se-ia afirmar ser "coisa só para inglês ver".
Prédio Avenida Central
    Mas há um detalhe a considerar nessas intervenções paisagísticas: a qualidade do material e do serviço ali empregados, fará com que em pouco tempo tudo aquilo seja refeito, recuperado. Porque já ao final das obras, basta ter um olho atento para reparar graves deficiências no que foi feito. E é onde os órgãos fiscalizadores já deveriam manifestar-se sobre tal. E esta cidade jamais terá um trânsito normal doravante.
    E não foi só nisso que atentei nessa minha caminhada pelo centro. Duas coisas chamaram-me atenção: a primeira foi uma loja dessas que vendem materiais de pesca e acampamento, onde vi estampada em uma das paredes internas da loja, uma quantidade de armas, que a princípio, para os leigos nisso, parecem ser armas verdadeiras, das que chamamos "pesadas". Mas que na verdade são réplicas dessas. E são usadas para divertimento de quem as adquire. Do tipo de munição de plástico e bolas de tintas para atingir e manchar àqueles atingidos, sem causar-lhes danos físicos nenhum.                                                                                                   Banca de camelô
    Mas outros fatos também observei junto ao prédio conhecido como "Avenida Central". A presença escancarada de vendedores ambulantes (camelôs), que oferecem aos transeuntes cds de programas piratas. E o fazem de forma acintosa, sem se preocuparem com os agentes públicos que por ali passam e/ou trabalham. Estendem os mesmos pela calçada, atrapalhando a circulação dos pedestres. Isso em pleno centro da cidade do Rio de Janeiro. Isto só configura os desmandos que existem aqui, bem como a negligência dos agentes públicos em zelarem pelo bem estar e segurança da população da cidade.
    E ao caminhar pelo calçadão do Largo da Carioca, onde fica esse prédio, fiquei olhando para ele, observando que o mesmo encontra-se em péssimo estado físico. Com muitos vidros quebradas e a coloração desbotada ao extremo em sua fachada. E aí remeteu-me ao meu tempo de guri, que levado pelo meu pai, ele explicava que aquele prédio "era de aço". E seus elevadores "falavam com os usuários", porque era dotado de sistema de voz e alto falantes, na movimentação dos elevadores, coisa impensada para a época e para a cidade, naqueles tempos. E uma modernidade extrema no país.
    E foi assim a minha Sexta-Feira. Um tanto quanto turística, para um já tão vivente cidadão dessa cidade,  dita "maravilhosa". Mas que gosta de atentar para as coisas que nela existem, mas reparando com mais apuro aquelas que fogem da normalidade de nossas vidas e são pouco perceptíveis a tantos.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

O FUNDO DO POÇO É AQUI

   "O fundo do poço".
   Dentre muitos os significados que essa frase tem, um deles é quando uma situação chegou ao extremo. E que já não há como sair-se dela. Mas é claro que para tudo sempre haverá uma alternativa de solução. Só que às vezes, os meios deverão ser extremos, muitas das vezes radicais e dolorosos. Mas sempre se solucionará a situação.
   E tal frase é muito antiga e que uma das versões para sua origem, dão conta de que na antiguidade, usava-se poços profundos para aprisionar gente, sabendo-se que de lá elas não poderiam sair, mesmo não precisando se colocar vigilância sobre elas.
   Mas nesses tempos modernos todos sabem muito bem o que essa expressão significa. E em nosso país, no âmbito político (legislador e executivo), as coisas já estão dentro dessa situação: fundo do poço. Porque o número de pessoas comprometidas com imundícies várias é tão grande, que não se vê a possibilidade de que nenhuma delas dentro desse círculo, possa ser escolhida para quaisquer outros cargos na administração pública brasileira.
   E se fôssemos nos basear na história mundial, por muito menos em outros países mais adiantados isto já se teria resolvido. Por bem ou por mal. Porque o povo brasileiro, infelizmente, é classificado como pacato. Mas pelo jeito, isso é puro eufemismo para explicar a ignorância e estupidez da população.
   Claro é que uma colocação como essa cairá em desagrado de grande parte das pessoas que dela tomarem conhecimento. Mas aí se pode interpretar tal fato de alguns modos. E um deles determina que há o comprometimento de boa parte da população com as coisas erradas que existe no país. Por isso a solução não se dê de forma razoavelmente rápida. Porque essas pessoas não quererão que nada mude. Porque assim continuarão beneficiando-se de alguma dessas circunstâncias.
   O universo político brasileiro está todo contaminado de ações maléficas, malignas, nefastas e horrendas. E isso implica dizer que só o criador desse mundo, se é que ele exista mesmo,  teria condição e alternativa para por fim a tal situação. Porque a correr do jeito que está, o povo dá a impressão, até, de que já se acostumou com tanta barbaridade. E viverá para sempre com elas.
   Por fim, todos nós corremos sérios riscos. Porque ao nosso redor existem pessoas do mal. Pessoas que se locupletam de alguma coisa pública (e até mesmo privada) em proveito próprio. E caso as reprovemos, estaremos sujeitos a alguma represália. Podem acreditar.
   E como a natureza é suprema, pelo jeito teremos que contar com o seu socorro. E ela, seguramente, encontrará um meio de consertar toda essa horrível situação que se instalou no pais. É só uma questão de tempo.E ela agirá de algum modo, trazendo pestes, maremotos, terremotos e até mesmo convulsões populares. E esta última alternativa não está longe de acontecer. É aguardar o desfecho desse descalabro.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

AS BARATAS É QUE FAZEM A FESTA

    Ao ler no Jornal do Brasil virtual uma pequena manchete que dizia: "Beltrame: "motivos de sobra para estar desanimado", penso que posso externar minha opinião a respeito dos muitos problemas existentes na segurança pública do Estado do Rio de Janeiro e, principalmente, na cidade do mesmo nome.
    E mesmo que não seja especialista nessa matéria, observo que há muita deficiência nesse quadro. A começar pela qualidade profissional do contingente policial fluminense. Tanto na PM quanto na Polícia Civil. Porque são muitos os acontecimentos desagradáveis aos quais tomamos conhecimento através da imprensa, diuturnamente.
    Ora, a má formação profissional já é um dos primeiros fatores para se observar que a coisa não está certa. Mas as direções das duas polícias que existem, a militar e a civil, dão a impressão de nem se preocuparem com os problemas que se dão no cotidiano.
    Diria até que pela própria postura dos policiais nas ruas, já evidenciam suas deficiências. E isso só pode ser atribuído ao mal treinamento a que são submetidos. Mas que a primeira desculpa que se escuta a respeito, tem a ver com a baixa remuneração que recebem. E isso pode ser considerado como atenuante a seus favores. Mas que não pode ser admitido como razão absoluta para a deficiência.
    Por várias vezes já solicitei os serviços de policiais militares, onde quase sempre recebi a negativa deles em me atender. E os motivos quase sempre são de que não podem ausentar-se daquele lugar onde estão, por ordens superiores. E isso é muito comum acontecer na cidade e com muita gente que também os solicita.
    Em Copacabana um dia desses, ao presenciar briga de rua em plena Nossa Senhora de Copacabana, onde vários elementos já em idade adulta brigavam entre si, sem que nenhuma autoridade se apresentasse para por fim aos tumultos, dirigi-me a uma viatura que costuma ficar estacionada bem na boca do Túnel Novo, direção Botafogo. 
    Parei meu veículo naquele local para comunicar o que acontecia nas esquinas das ruas Prado Júnior com Av. N. S. de Copacabana. Foi onde ouvi de ambos os policiais que estavam ali que não podiam abandonar aquele posto, por ordens superiores. Ainda indaguei quem iria resolver tal imbróglio, mas eles permaneceram imóveis, sem tomar nenhuma atitude.
    E na conversa com eles, também ouvi que aquela viatura deve ficar ali parada o dia inteiro, para que turistas possam ver que a polícia está na rua e a postos, dando a entender que a segurança da cidade é perfeita. Ou quase, digamos.
    E para quem quiser ver a prova disso, basta passar diariamente naquele local e ver a viatura parada ali, com dois policiais dentro dela, sem prestarem atenção em coisa alguma que acontece ao redor. E é bem possível que até cochilem em seus horários de trabalho. Mas que é comum manusearem os aparelhos celulares de forma direta e contínua, sem se preocuparem com a vigilância da cidade.
    Um outro fato muito comum que se pode observar e constatar com relação às deficiências da Polícia Militar na cidade é ver as diversas cabines espalhadas pela cidade, quase que todas elas ficam vazias por bastante tempo, sem a presença de policiais. Tanto dentro quanto fora delas.
    Infelizmente a nossa cidade praticamente está entregue às baratas.  

quarta-feira, 25 de maio de 2016

TODOS, SEM EXCEÇÃO, CHEGARÃO LÁ. SE NÃO MORREREM ANTES.

    Depois de alcançar sexagenários anos, dei-me conta de que o Brasil está sendo descoberto, ou o foi há pouco tempo, devido as muitas e diversas novidades as quais estamos tomando conhecimento nesses últimos tempos. O que não há como determinar, que pode ser desde uma década ou menos.
    É tanta coisa nova que chega a desnortear. Pelo menos a esse autor, mas penso que seria muita presunção tal pensamento, haja vista que muitos dos sessentões ou de mais idade, também devem estar sentindo essas mesmas sensações que eu.
    Agora li sobre alguém que fez a seguinte afirmação: "Depois dos 50: Por que precisamos falar de envelhecimento". Ora, isso é coisa muito nova. Novíssima, se querem saber. Mesmo para um país que só tem um pouco mais de 516 anos. E com nações com alguns milhares de anos, ainda se discutirá a respeito da velhice. Seria cômico se não fosse trágico.
    Tal proposta, só pode partir de alguém sem nenhuma noção do que seja a velhice. Haja vista que a humanidade já possui, no mínimo, uns dez ou doze mil anos. E, agora, vem essa pessoa, que nem sei quem é, porque vi tal afirmação na capa virtual do "O Globo", fazer tal abordagem nesses tempos atuais. É demonstrar pouca percepção sobre esse assunto, como se fosse atual, falar dele.
    De outro modo, adotando uma outra conotação, penso que sempre se deve falar da velhice. Mas de forma totalmente objetiva, abordando os tópicos que são necessários abordar. Em nosso país, onde um idoso é praticamente vilipendiado diuturnamente, principalmente no tocante aos cálculos e valores de sua aposentadoria. Que mesmo definida em sua data, mas a partir daí, ano a ano, cai de forma desigual, assustadora e imoral, como todos sabemos.
    Um idoso no Brasil vive a contender com tudo e com todos. Porque não se respeita a velhice aqui de jeito nenhum. E pode-se observar tal fato nas conduções: ônibus, metrô e trem. As vagas estipuladas para ele, são ocupadas por pessoas jovens, que se insurgem quando alguém reclama deles em ocupar o lugar que não podem e nem devem. Mas até mesmo na família, vê-se o desrespeito ao mais velho, onde muitos deles são abandonados em asilos, por seus próprios parentes.
    É óbvio que na Ásia e nos países europeus isto não acontece. Lá os velhos são respeitados, tratados como devem, porque sabe-se de suas lutas até alcançarem a velhice. E aqui no Brasil não pode e nem deveria ser diferente. Mas é. E mesmo que já tenhamos lei específica que os proteja, mas ainda não alcançou o devido valor aos mesmos. Por isso as muitas reclamações dos idosos no país.
    E como estão querendo estabelecer idade mínima para aposentadoria, o que parece até já existir, porque se fala nos 65 anos (para os homens), há que se discutir um aspecto. Qual seja: o de que se deverá observar disponibilidade de vagas para essas pessoas, haja vista que aqui no Brasil o mercado profissional se fecha para aqueles que ultrapassam os 40 anos, enfrentando dificuldades de realocação nesse mesmo mercado após essa idade. 
    Daí que uma pessoa com mais idade, possivelmente não tem nenhuma chance de arrumar um emprego que lhe permita continuar trabalhando até alcançar a tal de idade mínima para aposentadoria.
    Enfim, é torcer para que o país e seu povo se desenvolvam em todos os níveis e aspectos, criando todas as alternativas possíveis para que sua população tenha uma vida perfeita, segura e equilibrada. E que todos possam envelhecer e realizar seus sonhos e propostas de vida, enquanto viver. É só do que se precisa.

terça-feira, 24 de maio de 2016

DE ESCOLHAS, DESVIOS E ATALHOS QUE ADOTAMOS

    Como sabemos, e foi dito na matéria anterior, cada um de nós possui características próprias e peculiaridades também. E é assim que vamos vivendo. Mas com o decorrer do tempo e da vida, vamos adquirindo novas propriedades dos outros, bem como fornecendo a eles, numa troca de versões diversas. Daí é onde se formam as complexidades do mundo existencial.
    Óbvio é que se tem que atentar para uma série de detalhes ou pormenores. Dentre eles a escolha certa daquilo que iremos absorver e assimilar de outrem, completando ou aumentando a nossa capacidade individual. A qual iremos expressá-la no andamento de nossas vidas.
    Mas essa escolha também é uma coisa complexa. Porque não dá pra saber se o que escolhemos e/ou captamos é coisa boa ou não. É claro que em nossa intenção, a primeira via é a que é o foco de nossas vidas. Mas como sabemos, há pessoas que escolhem de forma pior, enveredando por caminhos um tanto quanto tortuosos em termos de conduta pessoal. E fazem as escolhas que acham que lhes eram as melhores.
    Então, o que percebemos nesse nosso cotidiano, são pessoas de todos os tipos de ações e comportamentos. E a coletividade sofrerá os reflexos dessas qualidades. Se grande parte escolher correto, enveredando pelas coisas certas da vida, tudo correrá bem e o mundo seguirá por caminhos retos, seguros e positivos.
    Mas com o avanço dos tempos, ultimamente pode-se observar que o mundo não anda lá bem das pernas. E isto com relação ao comportamento humano. Porque o que se assiste de barbaridades hoje em dia, está de arrepiar os cabelos de qualquer um. E reportando-se apenas ao nosso país, o Brasil, a situação geral não anda lá muito boa, também.
    Aqui temos duas grandes ações perniciosas, viciosas e fatais: A corrupção e a impunidade. E ambas são e estão tão intrínsecas às mazelas coletivas, que já há quem não tenha mais esperança de ver o país, num futuro médio, alcançar um nível razoável de vida para o seu povo.
    E mesmo que não queiramos atribuir só ao Partido dos Trabalhadores a responsabilidade total desse revertério atual, temos que ter a convicção que ele deve ter sido a gota d'água  que transbordou do recipiente da indecência e da improbidade em nosso país. E estamos colhendo nesses últimos tempos o resultado de tanta ação nefasta e desonesta.
    Óbvio é que esta situação já vem de longa data, atravessando pouco mais de cinco séculos da existência do nosso país. Mas que isso já teria que ter se resolvido, porque com a globalização no planeta, as metodologias políticas, econômicas e sociais, dentre outras, quase que se igualaram as ações entre as nações. 
    Mas infelizmente, a nossa ainda não apercebeu-se disso, permanecendo em estágio bem mais atrasado de muitas delas. Principalmente as classificadas como primeiro mundo. E isso quase em todos os níveis. Ainda possuímos sérios e diversos problemas junto à nossa população. A começar pela educação.
    E aqui, no caso, o agravante é ver e saber que muitos, baseados em sabe-se lá o quê, tentam justificar suas mazelas em cima das mazelas alheias, como se fosse válido poder fazer coisas erradas, só porque outros as fazem. Ora, isso é o fim da picada. Não se pode fazer nada errado, de jeito nenhum. E o Partido dos Trabalhadores, PT, bem como seus correligionários e simpatizantes, adotaram tal critério. 
    Agora, o que já começamos assistir são as práticas de terrorismo. E a coisa está só começando. Mas do jeito que vai, logo, logo vai se tentar colocar fogo no país. É só uma questão de tempo. Mas aí, nós já vimos esse filme. E e nem faz tanto tempo. Mas todos já sabem bem do seu final. E alguns (ou muitos) nem gostaram. Fazer o quê?

segunda-feira, 23 de maio de 2016

OLHANDO, UNS VEEM E OUTROS NÃO.

   Uma pessoa quando nasce, carrega em si certas propriedades que irá expressar durante toda a sua existência nessa vida. Algumas delas possuem mais do que outras. E uma, especificamente, que lhe facilitará a observância pormenorizada das coisas que se dão ao nosso redor, acabará fazendo-a carregar uma carga muito maior que as demais em seu ser.
   Dentro disso, ela poderá observar coisas e fatos que muitas outras pessoas não o conseguem ou conseguirão. Daí que, por força circunstancial, acabará por destacar-se delas, o que lhe acarretará certos incômodos ou até contratempos com as demais.
   E para piorar essa situação, se ela começar a mostrar as coisas erradas que se fazem e cometem nessa vida, acabará arrumando, mesmo, é inimizades e contrariedades para si. Porque pelo que consta nessa vida, grande parte das pessoas não consegue enxergar as coisas tão erradas que se dão ao redor, bem como não querem ter o trabalhar de posicionar-se contra isso. E até mesmo evitar de cometerem tais desatinos. Daí o mundo ser do jeito que é, mais para ruim do que bom.
   Segundo consta, o próprio Freud colocou para todos que o ser humano tende para o mal. Mas não entrarei em maiores pormenores sobre isso por desconhecer o teor desse estudo ou trabalho. Mas que pela vivência que possuo, de imediato concordarei em número, gênero e grau com tal tese.
   Há ainda certas pessoas que forçam uma tremenda barra em querer passar para os outros que eles devem unica e exclusivamente pensar ou ver as coisas de forma positiva. E dá para lembrar a história do copo com água até à metade. Se uma pessoa é de modo positivo, ela afirmará que o copo está meio cheio. Se do contrário, a afirmação será de que o mesmo copo encontra-se meio vazio. Cabe muita discussão a respeito.
   Mas com relação ao nosso país, o Brasil, não há a mínima chance de se fugir da pura realidade em que nos encontramos. A situação está ruim, sim. E com grandes possibilidades de haver até mesmo um desequilíbrio político e social nele, haja vista que temos um fato muito importante e recente, que mudou quase que tudo no Governo Brasileiro, que foi o afastamento da Presidente Dilma do cargo, por impedimento, em faltas cometidas em sua gestão, que a Lei define e determina como grave. Portanto, estará respondendo à ela, pelos próximos cento e oitenta dias.
   Acrescente-se à essa situação, as costumeiras mazelas que o povo comete em seu dia a dia. São muitas as irregularidades nesse aspecto. Desde uma simples desobediência em atravessar uma rua na faixa de pedestres, à sérias barbeiragens no trânsito, tais como cruzar um sinal fechado ou colocar um veículo sobre uma calçada. Dentre muitas outras.
   Aqui é muito comum atrasar-se contas e compromissos financeiros. O que afinal as pessoas que o fazem, ainda são premiadas com a tal de anistia. O que acarreta delas pagarem suas dívidas com desconto, livrando-se de uma boa parte dos custos das mesmas. Um tremendo absurdo porque penaliza, sim, àqueles que cumprem rigorosamente com os seus pagamentos, nunca atrasando-os.
   Também dá pra falar sobre o descumprimento de horário. De trabalho e demais compromissos. Grande parte das pessoas neste país não observa rigorosamente esse fato. E é muito comum assistir-se pelas ruas os que, desesperadamente, se locomovem pelas ruas dando encontrões nas demais. Isso sem contar um número grande de acidentes que se dão por causa disso.
   Mas não se pode esquecer de uma propriedade marcante que possui o brasileiro: o tal de jeitinho. Quase todos o empregam, principalmente nas suas tarefas profissionais. E é muito comum observar-se o resultado disso. Quase sempre situações remediadas. Um acabamento capenga, onde geralmente terá que ser refeito em pouco tempo depois. Falta seriedade.
   Enfim, deve ser muito melhor não possuir as propriedades de observações apuradas. Porque assim não se estará sofrendo tanto, como o fazem aqueles que deixam quase tudo escapar ao seu redor. Carrega-se muito menos peso na consciência. E fica melhor expressar aquele velho movimento: "empurrar tudo com a barriga". Perfeito!