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sábado, 30 de janeiro de 2021

SEM CARNAVAL, A OPÇÃO É TRABALHAR DURO NO PAÍS.

      Em anos anteriores, nessa mesma época, as expectativas eram enormes com a aproximação dos dias de carnaval. Este ano seria em meados do mês de Fevereiro, mas com o surgimento do maldito vírus, tudo foi mudado às pressas, e este ano de 2021 não haverá o Carnaval, talvez, em todo o mundo.

    É óbvio que chega a ser uma situação impactante, porque muita coisa rola com tal efeméride. E muito dinheiro também. Essa é quase que a mola mestra que faz a vida seguir em frente. E com o cancelamento muita coisa será atingida.

    Bem menos gente gosta de carnaval. Essa festa é contagiante e tira muita gente do sério, fazendo-as perderem-se vida à fora. Os perigos e riscos são excessivos. E logo de cara temos as mortes de muitas pessoas nas estradas do país e do mundo.

    Também o espalhamento de certas doenças é outra situação complexa. Desde alguns anos atrás, quando surgiu a AIDS, as autoridades sanitárias preocuparam-se sobremaneira com o Carnaval. E as apurações de contaminações e mortes mostraram que os dias de Momo são propagadores de muitas coisas ruins, sim.

    E desde o Carnaval de 2020 as críticas existentes dão conta de que o vírus já estava introduzido em nosso país, agravando por demais todas as situações a partir daí. Nisso acusam o Dória de ter uma responsabilidade enorme nesse caos. Talvez seja por isso que ele ande fazendo todo o teatro de luta contra ajuntamentos de pessoas. Só que naquela época ele nem quis saber de nada.

    De certa forma o cancelamento do Carnaval 2021 possa trazer benefícios ao brasileiro em geral. E o primeiro aspecto é voltar-se para o trabalho, desenvolvendo atividades que possam gerar muita produção. E nisso, sabemos, o retorno é imediato. E a China sabe disso há séculos.

    Tomara que a partir daí o povão tome outras consciências das muitas necessidades que tem. Talvez possa ser o início de um progresso coletivo que estamos necessitando faz tempo.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

VÍRUS, DOENÇA, PANDEMIA E QUARENTENA: UMA SITUAÇÃO MUITO MAL EXPLICADA.

     Não sei ao certo quando é que se comemorará(?) o primeiro aniversário do surgimento do corona vírus, bem como a instalação da pandemia e a implantação da quarentena no país. Mas também nem o quero saber.

     O certo é que há muita coisa destoante e confusa em nosso meio. O primeiro aspecto é saber como pode o vírus chegar, a doença se estabelecer entre todos, mas também as ações de defesa, proteção e eliminação desse vírus, pelo menos até agora não adiantaram quase nada porque o vírus ainda está entre nós, bem como a doença e, infelizmente, o número de contaminados e mortos aumenta a cada dia que passa.

     Para um leigo isso é um fato complicado de entender. Muito menos absorver, porque com tanto cuidado e também com muita preocupação, não se viu progresso na eliminação dessa problemática. E isso acaba por confundir muito mais a cabeça de muita gente.

     É  difícil a um cidadão comum tentar entender como um vírus apareceu do outro lado do mundo, deslocando-se com toda a rapidez inimaginável e atingindo simultaneamente todas as regiões dele. Uma coisa quase que automática. É muito difícil entender-se uma situação como essa. Por mais explicada que seja.

     Particularmente, penso que existe é muita sujeira por trás disso tudo. Pesada e profunda. E que só o tempo mostrará a verdade verdadeira dessa problemática e de todo esse imbróglio.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

DESARRUMANDO INTENCIONALMENTE

      Poder-se-ia dizer que a Política já não é a mesma de décadas atrás. Mas isso seria um contra senso de quem o afirmasse, porque a Política possui basicamente um só padrão: o de conduzir e reunir modos de administração pública, fazendo gerir as condições para se alcançar um padrão de equilíbrio entre todos.

     Mas, agora, a respeito de políticos, aí sim, pode-se até afirmar com tranquilidade que "não se faz mais deles como antigamente". Porque os que enveredam por essa matéria, perderam a noção do que é ser um. Preocupar-se com o bem comum, com a sociedade em carácter geral e total.

     E a mudança foi bastante radical entre as eras, quiçá épocas, ou seria ao contrário tal afirmação? Porque quem adentra esse âmbito nos dias de hoje, só tem basicamente uma preocupação: locupletar-se em favor e proveito próprios. E mais nada.

     Mas tudo agravou-se em nosso país com a libertinagem que aqui se instalou. E isso deu-se a partir de 1985, quando os militares desistiram do poder, o repassando aos políticos daquela época. Daí para frente viu-se muito bem o que aconteceu.

     Muitos políticos assumiram suas verves criminosas. E foram muitos deles. Os mais conhecidos são Paulo Maluf e Lula. Mas um deles, mesmo não adquirindo a fama de ladrão, como esses dois, foi capaz de cometer ações terríveis quando governador do Rio de Janeiro: Brizola.

     Permitir a invasão de imóveis e patrimônios alheios; liberar o jogo do bicho; facilitar a proliferação de camelôs por tudo quanto foi lugar; proibir a polícia de invadir favelas; criar benemerências em exageros para pessoas ditas infelizes; fazer conluio até com bandidos.

      Daquela época para os dias de hoje tudo degringolou de vez. E ele fez 'escola' nesse tipo de ações, e foi copiado por muitos Brasil afora, a ponto da nação estar parecendo um verdadeiro pardieiro, por onde quer que se ande.

      Já Fernando Henrique tirou o equilíbrio dos militares, colocando as forças armadas numa dependência de dar dó. Com isso suas estruturas foram vilipendiadas e até sucateadas. Isso fez com que a qualidade de ação também caísse profundamente.

      Fora isso o próprio serviço público foi desmantelado. Criaram-se  situações divergentes, principalmente no que tangia a administração pública, bem como o exercício laboral dessa classe, porque foram criadas outras situações para admissão nesse âmbito, adotando-se um verdadeiro golpe: o da terceirização. Isso fez com que a qualidade das pessoas nesse mister despencasse, bem como aumentou assustadoramente o quadro de pessoal em tudo o que foi lugar.

      Fora as mazelas petistas nos governos que comandou, o Congresso Nacional é e está infestado de criminosos. E são esses que fazem as leis que regem o povo e o país. Aí surge alguém, no caso o Sr. Bolsonaro, para buscar/tentar reparar os estragos feitos até aqui.

     E o que acontece? Voltam-se contra ele de uma forma assustadora, impingindo-lhe faltas/falhas que até nem existem. Sobrecarregam o cotidiano com notícias e ações falsas, fazendo com que muitos até acreditem nisso. Tudo isso, junto e misturado, acabam por causar o caos no país. E é isso, exatamente, o que vivemos nesses tempos e dias atuais.

     Mas o povo não percebe quase nada do que anda acontecendo. Se omite de forma vergonhosa, até. Permite toda essa lambança que aí está. E muitos até colaboram com elas. Fazer o quê? 

TEXTO FUTURO

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

BALAIO DE GATOS

      A estupidez e a ignorância tomaram conta de tudo e de todos nesse país. O estabelecimento dessa pandemia, oriunda pelo aparecimento de um maldito vírus, o corona, acabou por desequilibrar as ações que seriam necessárias serem colocadas em prática para o combate e a eliminação da doença atrelada ao tal de vírus.

    Formou-se uma verdadeira guerra política quase que entre todos e não somente entre o Sr. Bolsonaro e Dória. A politicagem que se estabeleceu nesse meio acabou por fazer desmoronar todas as possibilidades de um final feliz nesses imbróglios.

    Fica claro uma tremenda briga de egos entre essa gente. Mas é nítida a falta de condições desse pessoal para lidar com uma situação tão pesada. De imediato não deveria haver divisões. Tal racha provocou uma complicação exagerada na solução de tudo. Agora, o povão fica a mercê de situações as quais não se sabe como terminarão.

     E tudo isso nem seria tão difícil como anda parecendo. Mesmo com as muitas complexidades que se estabeleceram nessa questão, controlar e combater o vírus não seria um bicho de sete cabeças. Mas para isso, a primeira coisa a ocorrer seria a de juntar esforços no combate à tal situação.

     Ruim é ver que ao invés de se simplificar as coisas, estão é complicando-as a cada dia que passa. Mas o pior de tudo é ver uma gama de situações, além de conflitantes, também envolvidas em falcatruas e corrupções. E em alto conteúdo.

     A Justiça do país e seus agentes parecem nem se importar com nada do que anda ocorrendo no país. Vê-se toda a imundície acontecer mas não se pune os responsáveis e envolvidos nela. E o tempo vai passando. E só se vê as complicações que o povão está enfrentando, bem como o número de mortes se estendendo país afora.

     Em resumo: essa presente situação lembra uma história popular que envolve uma coisa: um balaio de gatos, tantas são as confusões em que estamos metidos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

E NEM ADIANTA PERDER TEMPO COM MAIS NADA.

      Ao ponto chegado por essa situação toda que nos atinge em nosso país, no âmbito político, pelo menos fica claramente configurada sua divisão política. Mas também ideológica, porque tudo se definiu de tempos para cá, onde houve uma certa determinação das posições de cada lado da sociedade.

     As nomenclaturas para esse exercício podem ser definidas como uma banda sã e outra podre, onde as posições são claras e definidas, não se importando com o que pensam no geral sobre um lado ou outro. Outrora até alguns se preocupavam em mascarar sua posição, quando do lado pior. Mas hoje em dia, não.

     Isso ficou devidamente configurado com a vitória política do Sr. Bolsonaro. A eleição passou mas ainda hoje continua a disputa e/ou refrega a respeito daquela eleição. Interessante foi ver que boa parte do pessoal que apoiou esse candidato, com pouco tempo de assumido seu poder, viraram a casaca, postando-se do lado contrário, desde então.

     Agora imaginem! Um presidente é eleito, monta sua base política, mas acaba por levar verdadeira rasteira de seus próprios aliados. E pior! Gente que se mostrou totalmente fora daquilo que seria de esperado. Mostraram e expuseram suas tendências para o mal, definindo suas posturas para o "farinha pouca, meu pirão primeiro".

     E do que ficou exposto por essa gente foram as ganâncias. De poder e de dinheiro. E o exemplo maior ficou a cargo do governador João Dória, uma pessoa fria, insensível e maquiavélica. E que anda a todo custo tentando convencer o futuro eleitorado já para as eleições de 2022. Mas é claro, e ele não deve saber, seu filme está totalmente queimado para tal.

     E ainda ontem, num episódio grosseiro e grotesco, montou um espetáculo vergonhoso, e contando com auxílio e presença de três ex-presidentes da república: Sarney, Fernando Henrique e Temer. De onde se pode deduzir que são farinhas do mesmo saco.

     Mas que não nos espantemos com mais nada, porque esse é o barro que possuímos para toda e qualquer atividade que nos proponhamos. Donde se pode deduzir que não sairá boa coisa disso. Paciência!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

"O VENTO QUE VENTA LÁ, VENTA CÁ"; "O PAU QUE DÁ EM CHICO, DÁ EM FRANCISCO"

      É bom que os desfechos dessa pandemia em nosso país se dê o mais rápido que possa, bem como de forma positiva, porque a situação já está descambando para circunstâncias pesadas, desagradáveis e, possivelmente, preocupantes.

     O mesmo pessoal de sempre, aquele que está do lado da banda podre da população do país, já anda se assanhando além da conta, buscando reações descabidas e colocando em risco a própria estabilidade política do país.

     Não que a opinião de Fernando Gabeira seja algo que possa ser considerado, mas no jornal "O Globo", virtual, nesse fim de semana, há uma sua afirmação que diz: "o plano B somos nós; Vamos esperar que Bolsonaro se ilumine?"

     Seria bom que ele fosse mais direto, em vez de ficar com colocações subliminares. Ainda mais ele, um dos que participaram da robusta criminalidade nos anos sessenta, participando de ações criminosas e sendo penalizado por isso. Bem como fez parte do PT, durante um tempo. Inclusive foi obrigado a asilar-se no estrangeiro naquela época.

     Como jornalista permanece fazendo terrorismo. É de se admirar que ele tenha participado de grupo de terror e assalto. Seu estereótipo dá a entender não ser ele nenhum exemplo de bravura. Mas como a vida é engraçada, ele tem esse histórico. Sem contar que possui um outro: o uso de uma tanguinha de tricô na Praia de Ipanema no Rio de Janeiro. Dá para se levar fé num sujeito desses?

      Mas está havendo outras mobilizações do pessoal esquerdista, visando derrubar o Presidente Bolsonaro. Mas é bom esse pessoal saber que movimentações contrárias à normalidade política do país, os colocará sob as ações das forças militares brasileiras, a mesma que agiu prontamente em 1964, pondo fim aos revoltosos daquela época, que de revoltosos não tinham nada, haja vista que praticavam eram crimes comuns.

      A banda boa da sociedade do nosso país não deve descuidar-se. Ficar muito atenta e ligada. Em tudo e em todos. Afinal há um aforismo muito conhecido na sabedoria popular, e que é conhecido de todos: "o vento que venta lá, venta cá"; mas aproveitando a oportunidade, é bom citar um outro: "o pau que dá em Chico, dá em Francisco". 

sábado, 23 de janeiro de 2021

A ESPERANÇA É A VOLTA DO ANTIGO NORMAL

      Ontem, ao sair à tarde para dar uma volta de bicicleta, como quase costumeiramente faço por necessidade física, fiquei observando nas pessoas pelas quais passava na rua, o uso da máscara contra o vírus maldito. Muitas já não  a usavam.

     Surpreendentemente chamou-me atenção o grande número daqueles que  circulavam sem a devida proteção. Não sei dizer se foi coincidência observar-se tal abuso, mas confesso ter ficado admirado com tal fato.

     Deduz-se que, com a simples notícia da chegada da vacina e sua aplicação na população, muita gente já desconsiderou a possível letalidade a qual correu durante esse tempo todo. E já se considera muito confiante para enfrentar essa situação.

     A mim em particular, sempre tive sérias desconfianças sobre esse assunto. Mas cairia na asneira de duvidar diretamente desse fato. Mas carrego uma pulga atrás da orelha, desde o surgimento dessa história.

     E essa desconfiança se acentua quando vejo essa disputa sem sentidos entre o Presidente Bolsonaro e seu desafeto, Dória. Que desde que este desentendeu-se politicamente do primeiro, desandou em críticas e confrontos com ele. Coisa mais do que sem sentido.

     As deficiências que o nosso país possui, uma delas é no âmbito da saúde pública. Os hospitais em grande parte são e estão falidos, muitos até em péssima situação física e estrutural. Também o quadro de seus agentes é por demais capenga, deixando a população sob situações entre vexatórias e/ou críticas, conforme se vê frequentemente através da imprensa.

      Mas tomara que o surgimento e a aplicação dessa vacina venha a promover a eliminação desse perigo, bem como normalizar as relações entre tudo e todos, fazendo-nos voltar ao normal como era antes, desconsiderando essa ideia exageradamente estapafúrdia, de "um novo normal".

     

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

"O POVO QUE SE EXPLODA!"

      Ondas: de imediato liga-se à coisa do mar. Mas também elas são ligadas à outras coisas, também. E uma delas é o que é usado pela imprensa, que as emprega para difundir suas matérias. Só que às vezes de forma cansativa. Em outras, abusiva. Como também explorativa e desleal. 

     Já foi tempo em que a imprensa merecia crédito. Noticiava os fatos com precisão, veracidade e correção. Não criavam casuímos, não inventavam e nem distorciam fatos. Também não os omitia. Ou seja: faziam reportagens. Aquilo que devia ser noticiado, sem nenhum tipo de exploração, salvo em raríssimos casos.

     Mas hoje, não. Tudo está tão diferente. E para pior. Porque agora tomam para si certas responsabilidades que não possuíam e nem possuem, quando se intrometem nas questões que veiculam, dando ou não ênfase naquilo que desejam. Enfim, exploram fatos de forma distorcida e desnecessária.

     Com isso, é o que vemos nesses nossos dias. Muitos tumultos onde eles não deveriam existir. E isso acaba confundindo a cabeça de todos. Ou quase. Porque aqueles que não estão preparados para esse tipo de situação, acabam perdendo-se pelos emaranhados distorcidos criados por eles.

     E tal situação tem causado muito transtorno, incômodo e insatisfação nas populações do mundo. Mas em nosso país a coisa parece ter degringolado de forma absurda, perdendo-se nas entranhas do oportunismo e da exploração coletiva. E os resultados são, de certa forma, até fatídicos.

     Com isso, vai-se perdendo o rumo. Acredita-se naquilo inacreditável e, paradoxalmente, deixa-se de acreditar em situações críveis. É o que anda acontecendo em nosso país nesses últimos tempos.

     É inimaginável o que acontece. O atual presidente, Sr. Bolsonaro, tem sofrido demais com críticas, que se transformaram em verdadeira perseguição, sem contudo ter uma situação delituosa igual ou pior a de seus antecessores. Gente criminosa ao extremo, que até de assassinato são acusados. Digamos que ele tenha certas deficiências. Mas isso não é o suficiente para gerar-lhe um impedimento em governar o país, bem como uma campanha adversa imunda e imoral.

     No entanto, parte do povo, aqueles que perderam a eleição para ele, parte da imprensa sem compromisso com a verdade, também de exploradores circunstanciais, juntos, andam causando um verdadeiro banzé, seja lá o que isso queira dizer, mas todos o bem sabem.

     Com isso há risco de forte desequilíbrio institucional. Mas aqueles do contra, pouco estão preocupados com isso. Seu lema é "quanto pior, melhor". E aí faz lembrar de um personagem do Chico Anysio que tinha um refrão que dizia: "o povo que se exploda!"

      O que assusta é que está faltando pouco para isso. E o tempo o dirá.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

SEMPRE FALTOU NESSE PAIS UMA COISA: A SERIEDADE

      A propósito da matéria anterior, com abordagem a respeito do novo presidente dos Estados Unidos, Joe Binden, cuja eleição foi colocada em dúvida por seu antecessor, Trump, andam fazendo ilações a respeito da oposição do nosso presidente, Jair Bolsonaro, que manifestou claramente a favor deste, e que agora tanto ele quanto o nosso país, passaremos a sofrer oposição desse novo presidente americano.

    Quisera que o povão brasileiro adquirisse uma conscientização apurada e profunda do que é ser verdadeiramente um povo de fibra. E se pode citar três deles: Alemanha, Japão e China. Se tivesse a concentração devida para trabalhar com afinco e determinação, produzindo além daquilo que nos é necessário, mas conseguindo exportar produtos para todo o mundo, tirando de nós essa dependência crônica que temos do próprio Estados Unidos.

     Infelizmente não sabemos utilizar todo os nossos potenciais. Possuímos solos férteis, climas diversos, que nos proporcionariam todas as condições para alavancarmos nossa posição nessa tal de globalização. Bem como possuímos também quase todos os recursos naturais, que muitos dos países não possuem.

     Então, o foco principal seria o trabalho. Gerar produção em massa, agregar valores aos muitos produtos e matérias que temos, buscando ocupar o povão em jornadas profissionais apuradas, gerando com isso enormes possibilidades de progressos: social, econômico, financeiro, dentre alguns outros...

     Triste é observar e ver que nada disso é levado em conta. Principalmente por aqueles que possuem as condições para tal. Nossos gestores públicos não estão preocupados com nada disso. Apenas com os seus próprios interesses. E o cúmulo do absurdo é vê-los escolherem o caminho da desonestidade.


   *Em tempo: Faltou dizer que uma das nossas piores ações é atirar no próprio pé. E estamos vendo isso nesse exato momento, quando querem tirar o sr. Bolsonaro do poder, a todo custo. Até mesmo com a criação de uma situação insustentável, colocando em risco as nossas estabilidades: social, política, econômica, financeira e várias outras, repita-se.