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quinta-feira, 12 de agosto de 2021

A FALTA DA CONSCIÊNCIA CIDADÃ

     Por muitas vezes, já, aqui neste meu espaço, tracei uma particular ideia da pseudo inteligência humana. Isso devido aos muitos absurdos que esta raça perpetra em  seu cotidiano. 

     Mas foquemos apenas no âmbito doméstico tupiniquim de Pindorama. Seria cômico se não fosse trágico, observar-se condutas totalmente fora de propósito, principalmente no universo político do país.

     O primeiro absurdo é a existência de tantos partidos políticos. E isso no país possui um alto agravante em virtude da tendência criminosa que quase a totalidade deles resolveu seguir. Enveredar-se por caminhos tortuosos, com fins de plena e total locupletação (individual e coletiva, simultaneamente). 

     É vergonhoso e assustador observar-se tal coisa. A política é uma matéria que deveria ser voltada para atender aos pleitos coletivos da população. Mas isso não acontece aqui no Brasil. A intenção de quem vive nela, é voltada para o interesse próprio e familiar, onde se observa verdadeiros feudos em muitos dos políticos, que beneficiam familiares de todos os modos.

     Nessa situação, eles nem podem ser considerados culpados dela. Caberia aos eleitores prestarem atenção em seus atos e ações costumeiras no parlamento. Mas isso não se dá. Por vários aspectos. o primeiro deles é a ignorância. O segundo o desinteresse. Mas também há a conivência de muitos que também tiram casquinhas dos apoios que perpetram a certos políticos.

     Falta no povão o exercício cidadão pleno.

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

UM RESULTADO PRA LÁ DE PREVISTO DIANTE DA REALIDADE EXISTENTE NO CONGRESSO NACIONAL

     Toda e quaisquer discussão  que se tenha sobre a votação acontecida no plenário da Câmara Federal ontem em Brasília é pura perda de tempo.  Já estava previamente traçada essa situação. E nem é de difícil explicação.

     Nunca se poderá esquecer de uma afirmação do Lula em 1993 que falou para todo o país que "lá no Congresso Nacional existe cerca de 300 picaretas". Mas isso parece até ter passado despercebido ao povão naquela época, porque nem houve tanta repercussão. E hoje bem o sabemos da precisa condição dele saber sobre picaretagem e otras cositas más.

     É inadmissível que alguém se coloque contrário à ideias e/ou medidas que visem determinar e/ou definir situações de lisura, decência e correção, seja lá sobre o que for, como essa mobilização em corrigir as possíveis mazelas e vícios que existem nas apurações de votos nas eleições do país.

     Mas diante da existência da situação citada no segundo parágrafo dessa, tudo é possível acontecer no Brasil em se tratando de maracutaias. E isso já vem de forma muito acentuada desde 1985 para cá, após a abertura política pela qual o país passou.

     O Presidente Bolsonaro teve a  oportunidade de ver melhorar a condição moral do quadro legislativo quando de sua eleição em 2018. Nos planos nacional, estaduais e municipais. Mas isso não aconteceu. Porque sem o saber ele carregou consigo um contingente de outros tantos picaretas, que logo após se elegerem e iniciarem nas novas gestões, deixaram cair suas máscaras ou capas de carneirinhos, revelando-se nas essências daquilo que realmente sempre foram.

      E a partir daí, estamos vendo o mesmo receber facadas quase que diuturnamente, fora aquela em Juiz de Fora, a do Adélio. Sendo que essas últimas, felizmente, são só no aspecto das metáforas. Mas que também causam ferimentos graves na gestão presidencial. E com estragos até maiores, no caso.

      Doravante o Presidente deveria conter suas palavras, preocupando tão somente a agilizar suas metas no desenvolvimento do país, coisa que tem feito maravilhosamente, e isso é visto país à fora, com pesadas e otimistas manifestações do povão por onde ele tem andado.

      Com isso, é ter muita paciência para deixar escorrer o tempo de um pouco menos de um ano e meio até às eleições de Outubro de 2022, quando poderá reverter o quadro que ora existe, mas tomando muito cuidado com aqueles que busquem, ou tentem, pegar carona em sua onda de sucesso nacional.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

O CÚMULO DA DESFAÇATEZ

     No dia de hoje, 10.08.2021, duas ocorrências chamam atenção. A primeira é que será votada a PEC do voto auditável no plenário da Câmara, em Brasília; a outra, nesta mesma cidade e quase no mesmo lugar, só que ao lado de fora, um evento envolvendo parte das Forças Armadas, num treinamento que se pode dizer costumeiro.

     Mas surpreendentemente o primeiro evento parece não ter despertado o interesse da imprensa. Mas o segundo, sim. Então foi criado um estardalhaço sobre a movimentação militar, como se eles preveem o tal golpe contra a democracia.

     Infelizmente nesse país quase tudo sofre uma distorção profunda, que deixa as verdades quase que sucumbirem. E isto é secular nele. Isso já vem de longa data. E como o contra-golpe perpetrado pelos militares no ano de 1964, que deteve as manobras comunistas dos ditos revolucionários, que não passavam de meros bandidos, criminosos e afins, foi só mais uma delas. Geraram narrativas de que todo o militar é/foi um torturador, bem como também as Forças Armadas.

     E no dia de hoje estão querendo despertar as mesmas daquela época, acusando o Presidente Bolsonaro de querer dar um golpe, derrubando o que chamam de democracia no Brasil. Mas que quem viveu naqueles tempos, e que não se envolveu na então criminalidade, tem uma visão muito diferente dos que estiveram nela. E estes, os limpos, apoiaram e ainda apoiam as Forças Armadas sob quaisquer aspectos.

     Claro que tais discussões serão perenes. Quem age sob a corrupção, a vagabundagem, o oportunismo e afins, estará contrário às ideias da moralidade e da correção. E sempre se posicionará contra isso. Porque o "quanto pior, melhor", é o habitat natural deles.

     Mas a situação do país é exageradamente alarmante. A criminalidade quase que instituiu-se nele. Está em todos os níveis, âmbitos e lugares. E quem está nisso, não quer largar de jeito nenhum. E hoje em dia esse pessoal não faz nem questão da dissimulação. Tudo é feito às claras e sob a maior desfaçatez.

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

A DESCONSTRUÇÃO DA INDECÊNCIA. NO BRASIL E NO MUNDO.

     Neste último Domingo, 08, assisti ao programa 'Quatro Por Quatro' (4 x 4). E como o próprio nome diz, tem a participação de quatro jornalistas, que comentam as notícias mais importantes que rolam no país nesse cotidiano.

       Luís Ernesto Lacombe, Ana Paula Henkel, Rodrigo Constantino e Guilherme Fiúza, são quatro pessoas de muito equilíbrio. Devemos dar um desconto com relação ao Constantino porque ele, vez ou outro, manifesta contundência um tanto quanto maior em algumas oportunidades. Mas nada que o possa comprometer no aspecto da extrema seriedade que possui.

      Nessa oportunidade conduziram o programa tecendo comentários e ideias a respeito dos últimos acontecimentos envolvendo o Presidente Bolsonaro, o voto auditável, o Supremo Tribunal Federal, STF, bem como as últimas ações dos ministros desse órgão.  

      Coincidentemente todos eles mantém uma única linha de raciocínio sobre as falhas que os componentes do tribunal andam cometendo e praticando com relação ao desrespeito quase orquestrado de todos eles, em passar por cima da própria Constituição Federal à qual deveriam se ater para os desempenhos aos quais foram nomeados.

      Digamos que toda essa discussão começou pela iniciativa do Presidente Bolsonaro em colocar em suspeição o método e a metodologia empregada na condução das eleições no país, fornecendo situações onde fica clara e definida as falhas que o Superior Tribunal Eleitoral, STE, conduz com relação às próprias no país.

      A partir daí o Presidente entrou em seu inferno astral, arrumando confusão e antagonismo dos ministros Barroso e Moraes, que enveredaram para um caminho perigoso, a ponto de causarem interferências na própria estabilidade política do país.

      Os jornalistas do programa trouxeram para o mesmo o desembargador de justiça do Rio de Janeiro,  Marcelo Rocha Monteiro, que quando solicitado a falar sobre tais questões não fugiu à responsabilidade, explicando de um modo nítido, claro e eficiente as muitas falhas, equívocos e deslizes jurídicos daqueles ministros.

      Hoje em dia o Brasil e o mundo contam com a existência das mídias informativas ditas autônomas. São aquelas desvinculadas de grandes órgãos (jornais, rádios e televisões), mas que estão mantendo uma base original de pureza quanto a tudo o que ocorre no mundo, bem como são colocadas nestas mesmas mídias alternativas.

      Sendo assim, muita coisa mudou, e mudará muito mais doravante, com relação à veracidade dos fatos que as populações precisam e querem tomar conhecimentos. E desta forma, muita coisa é mostrada nesse âmbito, que jamais as veremos naquelas mídias tradicionais.

      A Internet é o xis da questão. E todas as populações mundiais devem possuir um computador, um smartphone, ou outro instrumento qualquer que as permitam acessar a rede mundial de dados. Desta forma terão acesso e conhecimento a tudo o que acontece no planeta. E de forma instantânea e imediata, ficando a par das coisas que interessam a todos.

      Por fim não se deve abandonar o costume de buscar informações. Sejam elas quais forem. Só assim o povão conseguirá desconstruir esse excesso de indecências as quais estávamos submetidos e subjugados até então. Mas um aspecto deve ser observado: o cuidado com as matérias veiculadas. O resto, vem a reboque.

 

sábado, 7 de agosto de 2021

SERÁ QUE A POPULAÇÃO SABERÁ ENFRENTAR A SITUAÇÃO QUE SE AVIZINHA?

        De tudo o que ando lendo, ouvindo, vendo e vivendo, não necessariamente nessa ordem, me vem à ideia de formular uma indagação ao povão brasileiro, se é que isso me seja possível. Esperando que haja um ou uns que a possam respondê-la. Afinal, perguntar não ofende.

       Então vamos lá: diante dessa esdrúxula situação de embates, quase de combates, entre os Três Poderes da República, como agirá, ou também reagirá, a população brasileira caso seja decidida e impetrada um intervenção pesada no país, por parte das Forças Armadas?

       Os que estão ao lado das arbitrariedades, ladroagens, safadezas, falcatruas, entre outros tantos atos afins, conseguirão enfrentar tal intervenção militar? A respostas é muito fácil: ninguém ou nenhum. Porque é uma situação de muito desequilíbrio entre as partes, onde uma delas tem total e completo preparo para esse tipo de ação e/ou comportamento.

      Imaginemos, por exemplo, com as práticas militares adquiridas de ações anteriores, principalmente do período de 1964, tal ação deverá ser cirúrgica, se atendo apenas àqueles recalcitrantes. E com o pleno cuidado da vigilância diuturna da tropa e de seus agentes, em impedir comportamentos que possam manchar tais ações, como se atribuiu naquela época aqui citada.

      Só aqueles que fazem parte da banda podre da população deverão ser abordados, admoestados e coisa e tal. Porque já passou da hora de se fazer uma tremenda faxina na sociedade/população brasileira, de modo a limpar o país dessa corja que anda fazendo horrores até aqui.

      O foco principal deve ser na corrupção. Também na ladroagem ao erário. Mas também há que se anular a atual Constituição Federal, montando-se outra sem os vícios que a atual expressa, desde quando foi criada e promulgada, em 1988. Por que naquele contingente de congressistas, havia 300 picaretas, de acordo com a expressão do próprio Lula, em 1993. E ele era um deles naquela oportunidade. Por isso pode falar com total propriedade a respeito.

      Mas voltando ao início, será que o povo brasileiro está preparado para passar e enfrentar situações pesadas como essa de uma possível intervenção militar? E com todos os acertos que essa promoverá, diminuindo ou acabando com tanta safadeza, como grande parte da população conseguirá viver sem isso?

     Faz-se aqui um desafio: quem souber, puder ou quiser responder tal indagação, que o faça. Todos agradecemos antecipadamente.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

A "BÁRBARA-TE ATUALIZEI" MERECE ATENÇÃO

 https://www.youtube.com/watch?v=FgILW9OJzYI



     Pela segunda vez neste espaço farei referência à Bárbara. Ela é um youtuber, onde possui um canal chamado "Te Atualizei", que já possui mais de milhão de seguidores, que a cada dia aumenta mais, pela espetacular performance que ela mostra semanalmente em seu conteúdo.

    E ontem à noite, já em hora bem avançada, ela postou um vídeo, que está em destaque acima, e que gostaria que fosse acessado e assistido pelos que leem as matérias que aqui são expostas.

    Já a venho seguindo algum tempo no Youtube. E ela me enche os olhos com suas explanações, que são lúcidas, coerentes, sérias e importantes. Que mostram certas situações que muitos nesse país não consegue ver.

    Outrossim, faz-se necessário que cada um dos leitores a divulguem para os seus. Afinal, o país anda atravessando uma situação de extrema gravidade, cujo desfecho só pode ser perpetrado pelas Forças Armadas, pelo exagerado patamar que a sujeira o alcançou.

    

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

AGUARDANDO SÓ O ROMPIMENTO DA CORDA ESTICADA

      Não podemos e nem devemos esquecer que estamos em meio ao mês de Agosto. Tampouco o que corre a respeito dele, considerado o do cachorro louco, seja lá o que isso queira dizer, mas todos o sabemos muito bem. É história e coisa antiga.

    Então, de tudo o que já li, ouvi, vi e vivi, não necessariamente nessa ordem, nos últimos tempos e nesse presente, cheguei à conclusão que um fator muito grave tem que se dar neste país, a fim de recolocá-lo nos eixos, em virtude da situação esdrúxula e esculhambada alcançada nele.

    Nem se precisa ser expert em coisa alguma, principalmente à legalidades, quando acompanha-se através da imprensa e, agora, pelas mídias informativas alternativas, que é formada por um contingente expressivo de pessoas versadas nesse e em muitos assuntos, servindo de base para todos e quaisquer entendimentos que se busque para analisar a verdadeira situação em que se encontra o Brasil.

    A encrenca existente entre o Presidente Bolsonaro e a maior parte dos ministros do Supremo Tribunal Federal, STF, alcançou um ponto que muitos já definem como extremo. Usando-se a metáfora da corda esticada, pode-se afirmar que ela está no fim desse processo de esticamento, devendo se romper a qualquer instante, provocando um verdadeiro furor país à fora.

     Mas com o completo desencontro e desentendimentos entre os Três Poderes da República, não está restando outra alternativa às Forças Armadas interferirem nessas situações. Querendo ou não. E isso está previsto na própria Constituição Federal, em seu Artigo 142.

     Uma das figuras mais representativas deste país, Ives Gandra, já se manifestou a esse respeito por algumas vezes, quando de análises sob essas questões. E ele é definido e definitivo, não deixando nenhuma dúvida quanto a isso. Mas existem várias outras personalidades de seu mesmo nível, que lhe fazem coro.

     Mesmo assim, com tanto embasamento para uma ação contundente das Forças Armadas, estas não andam tomando tais providências. Salvo dois ou três reparos que ela fez com relação às condutas de certos personagens, dentre eles alguns do Senado Federal e outros do próprio STF, já deixam suspeitas de que até lá dentro delas não existe unanimidade em verificar os absurdos que andam ocorrendo em nosso país.

     Sendo assim, não existe nenhuma outra alternativa da população, aguardar todos os desfechos possíveis. Positivo ou negativo. De bom ou de ruim. E torcer para que todos sejam bons para todos. Aguardemos...

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

O POVÃO NÃO TERÁ MAIS NENHUMA OUTRA OPÇÃO. TERÁ QUE TOMAR AS RÉDEAS DA NAÇÃO.

      O viver é uma perene e incrível repetição de atos, modos, maneiras, jeitos, ações...e muito mais coisas. Daí que os viveremos dessa forma. Sempre. 

      Mas isso não quer dizer que não teremos coisas novas a viver. Claro que sim. Só que, para nosso consolo, mesmos nessas repetições teremos algo modificado. E isso nos trará a impressão de ser uma coisa nova.

      Em todos os âmbitos de nossas existências isso será igual. As diferenças são que em uns acontecem mais vezes do que em outras. É onde veremos as rotinas da vida. Até nem deveriam causar mais surpresas em ninguém. Mas isso não acontece.

     Em nosso país, o Brasil, nesse exato período, estamos passando por situações de profundas preocupações, com enormes possibilidades da nossa pátria entrar em luta entre sua população, porque os Três Poderes da República estão em profundos atritos entre eles. Isso pode provocar tanto o desequilíbrio, quanto a ruptura e queda da nossa tranquilidade. 

      As acusações mútuas entre tais poderes, não deixa margem de que muita coisa anda errada no país. Mas isso nem é coisa nova. Elas já vêm de muitas décadas. E quem quiser pesquisar a respeito, vai descobrir que desde o Século XVII, as rusgas acontecem.

      Mas desde que o Presidente Bolsonaro assumiu o poder tudo veio às claras. E de modo escancarado. A esquerda política, dividida entre comunistas, socialistas e outras tendências, arrefeceram suas ações para derrocarem o Governo. E por tabela, também o sistema democrático do país, onde buscam substituí-lo pelo comunismo/socialismo, nos moldes de Cuba, ex-União Soviética, China e, agora, na Venezuela. Com respingos, também, na Argentina atual. 

      Essa gente parece não enxergar com naturalidade. Não percebem os desvios morais que expressam e exercitam. Porque ao intentarem contra um Governo democraticamente eleito pelo voto popular, o estão impedindo de gerir as políticas do país. E com o agravante de deixarem de ver e perceber que a atual gestão está alcançando resultados expressivos que antes as gestões petistas não chegaram nem perto dessas.

      Mas há um agravante em tudo isso. É observar-se e ver-se ações perpetradas por gente que deveria defender a soberania nacional e não empurra-la para o abismo, como o estão fazendo. Numa metáfora, foi citada uma frase que diz: "estão esticando a corda em demasia". E é lógico, uma hora ela se romperá. E quando isso acontecer, ninguém conseguirá prever os acontecimentos posteriores a tal rompimento.                       

terça-feira, 3 de agosto de 2021

É QUERER BRINCAR COM FOGO

      Do que se assistiu nesse último Domingo, espalhado pelo Brasil inteiro, foram manifestações populares, onde o povo pleiteou ver atendida uma vontade quase férrea de ser praticada a metodologia do voto auditável na eleição vindoura de Outubro de 2022.

     Essa questão foi colocada em discussão pelo Presidente Bolsonaro, baseado em suspeitas da eleição de 2018, em que ele sagrou-se vencedor, mas que possuía dados que o davam como vencedor já no primeiro turno daquela eleição. Mas não foi isso que aconteceu.

     Ainda durante aquele ano o Presidente manifestou-se com desconfianças sobre a apuração e contagem dos votos. Claro que isso causou um certo desconforto em alguns. Mas diante da ferrenha oposição que tem sido manifestada pelos seus opositores, e também com pretensas pesquisas publicadas nesse período, onde o resultado apresenta o Lula como vencedor, a coisa se complica muito mais.

     Na verdade, pelo que se observa no cotidiano do país, onde o Presidente recebe apoio de muita gente por onde anda, não dá mesmo para se acreditar nessas pesquisas. E não custa nada abordar-se sobre uma determinada situação, que também anda ocorrendo. O Lula, em todo ou qualquer lugar que se exponha, é rechaçado pela maior parte das pessoas que estão próximas.

     O retraimento popular em relação ao Lula não é fator a se desconsiderar. Em nenhuma hipótese ou circunstância. Ele não sai para as ruas, do modo como age o Presidente. Quando o faz tem que contar com muita proteção, bem como é vaiado, achincalhado e até atingido por objetos que lhe jogam. E ovos são os principais deles.

     Dessa forma, com toda essa discussão envolvendo a metodologia de maior controle sobre a votação e sua apuração, a situação está se complicando entre os Três Poderes da República. E não pode ser desconsiderada pelo Tribunal Superior Eleitoral, STE, pelo Superior Tribunal Federal, STF, e pelo Congresso Nacional, fazer valer a vontade popular, manifestada nessas últimas passeatas em todo o país.

     Isso define uma situação muito perigosa que se resume numa frase: é querer brincar com fogo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

"O PODER EMANA DO POVO!"

     A manifestação popular realizada ontem em quase todo o país talvez não seja suficiente para alterar alguma coisa no conceito de alguns congressistas. Muito menos do ministro Barroso, para que entendam que muita gente nesse país não está confiante com o atual sistema de votação que é usado atualmente.

     As controvérsias são muitas. A começar pela impossibilidade de auditoria dos votos logo após os resultados. E há gente que já mostrou certas deficiências nesse processo. Daí o interesse em alterá-lo. E o Presidente Bolsonaro, praticamente, tomou para si tal iniciativa.

     Só que com isso arrumou sarna para se coçar, porque esbarrou na oposição daquele ministro, fazendo-o, inclusive, virar-se contra o próprio Presidente, criando resistências a tudo que ele tem processado em sua gestão presidencial.

     Interessante é ver que o ministro não disfarça suas intenções e práticas. Age de uma forma até desonesta porque anda espalhando notícias e vídeos, dando conta da perfeição daquele sistema, mesmo com manifestações contrárias de muitos. Mas de gente expert em computação e sistemas operacionais.

     Mas voltando ao início dessa assertiva, o volume de gente nas ruas, ontem, talvez seja insuficiente para causar impressão naqueles que se propõem em manter a situação do jeito que está. 

     O espantoso foi observar-se as ações do Supremo Tribunal Federal, STF, na pessoa do ministro Fachin, neutralizar as sentenças contra o Lula, e até desmanchando sua ilegibilidade, colocando-o como possível, e até provável, candidato à disputa presidencial nesse próximo ano.

     Também é de se observar um fato curioso nesse propenso candidato, que dizem liderar todas as pesquisas eleitorais até aqui. Ele não sai às ruas, como o faz o Presidente Bolsonaro. E nas últimas vezes que o tentou, foi vaiado, e até escorraçado, pela população no local onde esteve.

     É claro que existem muitas coisas absurdas nessas situações. E a primeira delas é a inconfiabilidade nos órgãos que produzem pesquisas eleitorais. Dos que estão aí, são quase todos suspeitos. E já tivemos casos de  erros suficientes para não confiar neles. E não nos esqueçamos de grande parte dessa imprensa do país. 

     Enfim, já está tudo à mostra. De bom e de ruim. Apenas quem poderá decidir os acontecimentos será um só: o povo.