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terça-feira, 2 de agosto de 2016

NÃO SOMOS TODOS IGUAIS, NÃO!

    É muito comum ouvir-se dizer que somos todos iguais. Isso até mesmo é definido em nossa Lei Maior, a Constituição Brasileira. E até mesmo no plano religioso, costuma-se citar tal afirmação. Mas a verdade é bem diferente.
   Óbvio é que a intenção disso, a igualdade, é tentar manter um equilíbrio existencial/social, digamos, entre as pessoas. Mas não se pode desconsiderar uma série de nuances que existem nessa situação. A começar pela diferença no gênero humano, masculino e feminino. Bem como no aspecto físico: bonito, feio; gordo, magro; alto e baixo; rico e pobre...e por aí vai.
   Também há o fator paridade, onde se tenta colocar as profissões. Uma pessoa que executa uma tarefa, não pode ganhar menos do que outra que faz a mesma coisa. E aí também existe distorções. Porque as capacidades individuais são também distintas.
   Essas diferenças sempre existirão. Concretas ou abstratas. Porque o ser humano possui peculiaridades que lhe são exclusivas. E isso, talvez, é o que determina muita diferença entre as pessoas nesse mundo. Sendo que a pretensão, a presunção e a prepotência, levam as pessoas ao desequilíbrio comportamental, provocando tal problemática.
   No caso, quase sempre uma pessoa exagera na medida das suas capacidades. Porque sempre costuma calcular de forma exagerada o seu potencial existencial. E seja lá o que isso queira dizer, é claro que todos o entendem. Daí que os equívocos se apresentarão nesse nosso cotidiano de vida.
   O chato de uma questão como essa, é ver que existem pessoas que possuem limitações avançadas, que não lhe são perceptíveis, fazendo-as não aceitarem a superioridade alheia, sejam elas quais forem, criando, com isso, um certo desconforto. Em si e no outro, também. E isto poderia ser contornado com um simples exercício: auto análise. Mas que deveria ser seguido e continuado por um outro: auto crítica. Mas convenhamos, não é coisa fácil. Até porque o uso do cérebro e da mente, talvez seja o mais pesado que o ser humano possa executar. Daí as mazelas humanas no planeta.;

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

DESISTINDO DE PARAR E CONTINUANDO A REFLETIR

     Olá! Estou de volta.
     Depois de uns quinze dias afastado desse espaço, deu muito bem para refletir sobre tudo e todos nessa circunstância. Mesmo que as coisas e os fatos não possam ser controlados da forma como se pensa, não se pode abandonar as próprias premissas naquilo que se quer desenvolver, haja vista que cada um de nós nasceu para realizar uma tarefa específica nessa vida. Sendo que alguns ainda conseguem ter mais de uma aptidão, e este é o meu caso, e é dessa forma que tenho que manter a minha verve literária, digamos, mesmo que em caráter diletante, como já informei mais de uma vez nesse espaço.
      E a proposta aqui, não é a de arvorar-me em dono de todas as verdades, digamos que só algumas delas, porque isso nós é possível e, às vezes, até imperioso. Mas também de direito universal. E, lógico, se faz mister agir dessa forma. Porque, dentro do que já foi colocado, todos nós temos uma incumbência nessa vida. E segundo um profundo trabalho desenvolvido por um ser bastante evoluído, sempre haverá o fabricador do piano; também o carregador dele; ainda deverá existir o responsável por sua manutenção, bem como seu tocador, e ainda aquele que o protegerá sob todas as circunstâncias, protegendo-o e cuidando de seu estado geral.
      Enfim, nessa vida, todos nós, como já dito, teremos uma ação a executar. E, no meu caso, parece que me cabe a função de doutrinar pessoas. E é necessário registrar que o afirmo, não na intenção de sentir-me mais portentoso que alguém, mas sim para expressar a consciência que possuo e que posso passar adiante para aqueles que assim desejarem assimilá-las, também.
      E ainda cabe outro registro. É no sentido da percepção apurada em poder captar as coisas que se dão ao nosso redor, no cotidiano em geral, podendo apontar as possíveis distorções que existem nesse ponto, coisa que não é de fácil percepção de muitos. Daí as dificuldades em se viver a vida que se vive. Mesmo sabendo-se da complexidade que ela possui, mas que se observada com critério, nos possa permitir escapar das muitas e diversas armadilhas que ela se nos apresenta. 
      Assim sendo, daqui para a frente, continuarei esse mister, esperando, pelo menos, que consiga despertar em alguns a curiosidade das assertivas que aqui coloco, dando a oportunidade a quem quiser de refletir o que está exposto, esperando que possa ser aceito ou até mesmo rebatido por quem quiser, nas diversas oportunidades que aparecem e aparecerão, com certeza, nas colocações aqui expostas.
      E que cresçamos juntos, aumentando a nossa capacidade de poder e saber evitar as muitas dificuldades que possuímos nessa nossa existência. E sair e vencê-las com mais precisão, o que é o mais importante.
       

quarta-feira, 13 de julho de 2016

REFLETINDO

   Às vezes sinto certas sensações de mal estar, como se fosse um deslocamento qualquer, coisa sem explicação, que me faz desacreditar de tudo e de todos nessa vida. Felizmente é coisa passageira, por poucos segundos, onde fico me perguntando o que é ou o que há?
   Mas também, por possuir uma verve observadora da expressão alheia, vejo as pessoas externarem certas inconveniências comportamentais, digamos, coisa que também me incomodam. Porque quase sempre estão ligadas ao que elas dizem "espiritual". E seja lá o que isso queira dizer, mas todos o bem sabem, é coisa inexplicável.
   Oras, em mais de meia dúzia de vezes neste espaço, já fiz afirmações sobre tais questões. Onde faço reparos a essa circunstância dita "espiritual". Porque fica mais fácil a essa gente, escudar-se nessa situação, evitando confrontar-se com a verdade, nu a e crua, da vida, isto sim.
   O real desconhecimento da origem da humanidade, o ser humano em si, é, com certeza, o objeto principal desse tipo de comportamento. Porque do que se tem conhecimento de tal origem, a principal delas é sob a religião. E até mesmo a própria ciência ainda não conseguiu definir, bem como decifrar, tal origem, sendo tal questão muito discutida entre todos os que vivem nesse planeta, a Terra.
    No entanto, do que já li, ouvi, vi e vivi, não necessariamente nessa ordem, a doença numa pessoa é um, ou é o, fator mais importante para quebrar a coragem, o orgulho, ou seja lá o que for, para uma pessoa manter-se com toda a sua altivez, diante da nossa realidade existencial.
    Quase sempre nessas circunstâncias, uma pessoa se coloca sob a rígida imposição da vida. E são raríssimas aquelas que não se rendem de forma alguma, mantendo o seu ar de controle nessas situações. Quase sempre esse tipo de pessoa não possui e nem segue nenhuma religião.
    Mas também há aqueles que dizem que uma pessoa não tem e não segue nenhuma religião, até esbarrar numa doença qualquer, que a faça sentir-se perigando em sua existência, aí ela vai recorrer ao poder misterioso, como o fazem as demais que são religiosas. Tudo isso é de uma complexidade extrema.
    E a diferença entre essas pessoas é só um pequeno fator: a determinação. Porque para aquele que se atemoriza à vida, ou às suas circunstâncias, fica mais fácil ceder à dúvida à própria existência, acreditando numa outra vida após a morte, como é o caso daquelas ditas religiosas.
    Mas aquelas que se mantém firmes no descrédito religioso, estas não se abaterão em nenhuma dessas circunstâncias. Porque não acreditam em vidas após a morte, bem como que tudo termina aqui mesmo nessa vida. E o que interessa, apenas, é fazer uma reflexão se daquilo que viveu, foi bom ou ruim para si, e mais nada.
    E esta é a situação desse autor, eu. Já tive doenças, já passei por situações de horror e de perigo, já vivi tudo que uma pessoa sexagenária viveu. E tenho para mim que a vida é isso o que está aí e mais nada. Não chego a me preocupar se existe ou não outras vidas. Se irei para o Céu quando morrer. Só sei que a vida que levo, não me dá nenhuma preocupação em ter que ajustar contas com algo ou alguém, quando sair dela. E isso é o que penso ser suficiente. O resto? Oras, só saberei se ou quando chegar lá. E fim. 

VADE RETRO SANTANÁS!

   Há cerca de um pouco mais de quatro anos atrás decidi rever todos os meus conceitos sobre religião. Mudei radicalmente de um ponto ao outro, abandonando o credo que possuía até então. E nesse caso, pessoas que assim agem são olhadas e vistas como agentes do absurdo, seja lá o que isso queira dizer, mas todos o bem sabem.
  Há vários termos para classificar a quem assim pensa. Desde ateu, agnóstico e/ou cético. Assim sendo, sou uma delas. E assumo tal posição de forma tranquila e definitiva. Mas que tem a exata noção da existência de uma força maior e superior a tudo e todos os que existem nesse planeta. Mas muito diferente dos conceitos religiosos que se praticam sobre isso. Porque às vezes acontecem coisas em nossas vidas, que são impossíveis de conseguir uma explicação para elas. Mas, ao final, acredito que todas as coisas em nossas vidas, boas e/ou más, somos nós mesmos que as realizamos e causamos.
  Entretanto, ao tomar tal decisão e assumindo tal condição de não religioso, cheguei à conclusão de ter tomado a decisão certa e completa para a minha vida. Porque do que tenho visto, lido, ouvido e vivido, não necessariamente nessa ordem, percebo uma série de contradições naqueles que se dizem religiosos. Principalmente nos que se assumem 'evangélicos'.
  E tenho vários deles ao meu redor. Na família, dentre conhecidos e vizinhos, vejo muito bem o que eles fazem, diferentemente do que prega a dita religião. E aqui cabe um registro imediato: não é um processo de julgamento que estabeleço com eles. É sim, uma análise muito criteriosa nos resultados de suas ações. Para comigo e para os outros.
  Das imperfeições que constato, a mentira e a falsidade são as maiores prioridades que expressam em relação às demais pessoas. Bem como são extremamente materialistas, o que fere frontalmente a toda e qualquer teoria espiritual. Ou seja: o contrário. Mas parece uma coisa: eles não conseguem enxergar-se nesse regime. E agem de forma até agressiva quando acusados.
  E só para corroborar tal assertiva, podemos observar seus envolvimentos na política e em empreendimentos, principalmente em televisões, haja vista que existe até gente que é proprietária delas. E fazem programas excessivos, tanto na televisão quanto nas rádios do país. E é coisa maciça, profunda e penetrante junto à população.
  Infelizmente, tenho alguns exemplos da falta de consciência de muitos deles. Principalmente no que tange à pessoas doentes. Até mesmo com doenças graves e terminais. Eles insistem em dizer que estas serão curadas com o poder da religião, o que sabemos não ser verdade. Mas, infelizmente, ainda há gente muita ingênua para acreditar numa coisa dessa. E morrem. Mas aí eles correm a dizer aos parentes destes que "é coisa de Deus". E este, se existe mesmo, coitado, é envolvido sem querer, com certeza. E deve ficar uma "arara" com essa gente.

Em tempo: Com relação às entidades religiosas, bem como lugares sagrados citados pelos religiosos, ninguém nunca viu nenhuma delas, tampouco esteve ou conheceu pessoas que estiveram no céu ou no inferno, ficando tudo isso na imaginação coletiva ou na exploração da ingenuidade alheia.

terça-feira, 12 de julho de 2016

É MELHOR MANTER A BOCA FECHADA



    O Brasil é um país onde os agentes públicos saem fora da linha com uma naturalidade e simplicidade comuns. A falta de comprometimento com a responsabilidade é marcante na maioria deles. E o Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, é um deles. E é tão assíduo em fazer afirmações descabidas, que é um espanto.
    Dessa vez, numa entrevista ao jornal britânico "The Guardian", afirma com todas as letras que "Não estamos nos apresentando bem (...) Com essa crise econômica e política, com todos esses escândalos, este não é o melhor momento para estar nos olhos do mundo".
     Oras, essa seria a visão que ele deveria ter ao participar do evento que definiu a candidatura do país às Olimpíadas de 2016 há um pouco mais de oito anos atrás, quando com o Sr. Lula da Silva, torceu e vibrou com o resultado, vendo a nossa cidade ser premiada com tal.
    Já muito antes daquela época se sabia muito bem que a situação do país não era satisfatória para bancar um evento como esse. Ainda com a realização da Copa do Mundo de 2014, sobrecarregaria por demais as contas públicas nacionais e regionais, onde se podia antever o caos que ora enfrentamos. E tudo isso agravado com as sujeiras nas áreas política e econômica do pais.
    Isso tudo só deixa configurada a falta de responsabilidade dessa gente, que não se preocupa com a situação real da população brasileira. Suas preocupações são, sim, de jogar para a galera, em vez de solucionar as graves situações que as pessoas encontram no pais, quando buscam os serviços públicos para algum atendimento.
     E nesse caso específico do Prefeito, isso só é uma manifestação de seu subconsciente, que deixa muito claro sua falta de consciência do que é ser um prefeito de uma cidade como a nossa. E que ele sabe muito bem que exagerou na dose, em querer agradar aos estrangeiros que para cá se deslocaram e se deslocarão para esses grandes eventos, abandonando as principais necessidades do povo em sua própria cidade. E o resultado está aí para todos o verem.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

"LIGA O TUBO!!"

   Um personagem da TV, desempenhado por Jô Soares num dos programas cômicos da Rede Globo alguns anos atrás, mostrava um paciente de um hospital, que ao acordar do coma em que se encontrava, queria saber de tudo o que havia acontecido durante seu sono.
    No entanto, quando lhe eram reveladas todas as coisas acontecidas, ele dizia para seu interlocutor ligá-lo de novo aos instrumentos desligados, para retornar à sua ausência em novo coma, com o fim de afastar-se da realidade, bem como da atualidade, coisa muito dolorosa para ele.
    E é dessa forma que grande parte das pessoas devem sentir-se, com a realidade brasileira, tais são os números de mazelas as quais estamos sujeitos nesse nosso cotidiano. E num plano geral, sem exceção. Porque, contando, não dá mesmo para acreditar nas coisas que nos acontecem.
    No âmbito político é onde mais se encontram absurdos. O comprometimento de tanta gente com sujeiras, estarrece a qualquer um. Mas observa-se na sociedade em geral, um comportamento fora do natural, onde a intenção primeira da maioria é dar-se bem em quaisquer circunstâncias, indiferentemente dos problemas e situações nocivas que se criarão com más ações individuais.
    O Brasil é um país onde já não poderia e nem deveria ocorrer tanta coisa ruim. Depois do salto que deu com a abertura política em 1985, e também com a comercial e econômica a partir do Governo Collor, já eram ocorrências para mudar a consciência de grande parte dos cidadãos brasileiros. Mas isso, infelizmente, não se deu. Pelo menos da forma que se esperaria dar. E é assim que continuamos mais distantes do tão sonhado Primeiro Mundo.
    Uma impressão do que se pode ter é a pretensão da maioria das pessoas ser o que podemos classificar como "chapa branca". Traduzindo: fazer parte do poder público. Ser um agente, mas não com o intuito de servir ao país, mas, sim, a si próprio. E de uma forma quase que padronizada. Ou seja: aproveitar o cargo e/ou função, para alcançar vantagem ou privilégio. Mesmo que não chegue a cometer ações criminosas, diga-se.
    Até mesmo a negligência profissional, determina uma ação nociva por aquele que deveria agir com correção. Servir à população, colocando-a no primeiro plano de suas ações. Só assim as mazelas que encontramos por aí no dia a dia, mesmo que nunca acabassem, pelo menos diminuiriam, fazendo com que a coisa alcançasse um padrão legal de funcionamento. Mas, infelizmente, ainda não chegamos perto disso.
    Mas com o andamento de tudo o que há de ruim nesse país nesse âmbito, seria mais confortável à grande parte das pessoas, doravante, não pretender adentrar a tal âmbito. Porque as dificuldades de se trabalhar nessa área, pioram a cada dia. Sem contar que a situação está pra lá de degringolada, pela falência do Estado, que já anda encontrando dificuldades de pagar, até mesmo, as remunerações de seus servidores.
    Quem sabe, com a desistência dessa pretensão de tornar-se um "chapa branca", tudo se conserte? Vamos torcer por isso.

sábado, 9 de julho de 2016

COMO UMA ALMA PENADA

    O que é ser ou estar preparado para a vida? Ou para viver? Dá no mesmo.
    Essas são indagações que sempre se apresentam para nós, exigindo demais nas respostas. Até porque muita gente não faz e nem tem ideia do que seja isso. É essa a impressão que se pode ter ao se observar os modos e jeitos das pessoas nesse nosso cotidiano.
    As ações que perpetram são as mais esdrúxulas possíveis. Porque, em geral, complicam situações fáceis, tornando-as complexas. E é por isso que vemos a cada dia que passa, um número maior de gente desnorteada vida à fora. E sem que se possa observar solução para tal ou para tanto.
    Muito já se falou aqui neste espaço a respeito da paradoxalidade existencial coletiva, seja lá o que isso queira dizer, mas todos bem o sabem, com certeza. Porque quanto mais o tempo passa, mesmo que se invente instrumentos, mecanismos, ferramentas, ou seja lá o que seja possível inventar para melhorar a vida das pessoas nesse mundo, parece que a coisa não anda. E é isso que se vê no mundo, por aí. As pessoas mais complicadas, ainda.
    E um dos fatores que mais se observam, é o distanciamento das pessoas entre si. A começar pelo uso desses aparatos tecnológicos. E o Smartphone é um deles. E com o tal de Zap Zap, então, degringolou geral. Mesmo estando bem próximas umas das outras, as pessoas já não dialogam entre si, diretamente. Só o fazem através dos tais ditos. Fazer o quê?
    Assim é que vemos a vida mudar. Os novos processos se apresentarem entre nós, mas não estamos fazendo nada para melhorar tal situação. Paradoxalmente estamos ajudando-os a se firmarem entre nós, promovendo e provocando o nosso distanciamento. Das pessoas e de certas coisas que nos eram próximas. Coisa de doido, diria alguém de outros tempos.
    E também como já foi dito em outras matérias aqui expostas, tudo isso já estava previsto no século passado e nos anteriores também. A máquina (robot) já tomou conta de tudo. É ela que tá o tom, a cor, o rumo e demais direções a seguir. E é um processo sem volta. Quem quiser, ou puder, que se cuide. Porque é daí pra pior, sim. Mesmo que sejamos altamente positivos, há que se observar tudo com muita atenção.
    Enfim, o tempo e o progresso (evoluções) são implacáveis. E quem não conseguir, nem que seja uma pequena adaptação a eles, sucumbirá. Ou então viverá tal qual uma alma penada, seja lá o que isso queira dizer, outra vez, mas todos o bem devem saber.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

TOMARA!

    O episódio envolvendo atiradores e várias mortes de policiais lá nos Estados Unidos, em Dallas, pode explicar algumas coisas que acontecem no mundo, mas também aqui no Brasil. Principalmente no Rio de Janeiro, onde pesquisas publicadas recentemente, afirmam que a polícia carioca já matou gente demais.
   E lá como cá, as situações mostram que muitos absurdos são cometidos pelos policiais. E um deles é o assassinato de pessoas nas ações da polícia, que quase sempre tentam apresentar tais episódios como resistência do pretenso criminoso. E as análises de muitos desses casos, mostram o contrário. O acusado é morto friamente pelos policiais nestas ações.
   No caso dos policiais americanos, já está por demais configurada uma situação extrema: a morte de negros. E seja lá coincidência ou não, tal situação já deveria sofrer um estudo e uma análise mais profunda, para se chegar a um denominador comum nos equívocos que existem nisso.
   Mas isso também se dá em nosso país. A polícia brasileira possui um ranço de crueldade muito acentuado. Alguns especialistas nesses assuntos até o associam aos tempos da ditadura no país. Porque a polícia que age nas repressões é unicamente militar. Os métodos que empregam são os daqueles tempos e voltados para repressão pesada, sem o uso de um fator simples: a inteligência. Daí os absurdos que praticam.
   E voltando ao início, é bom que nós brasileiros nos preocupemos com um fato. A similaridade de muitas ações e costumes dos americanos. Mas quase sempre o que fazem de pior, no caso. E isso ficou evidenciado na classificação, por exemplo, que os argentinos fazem entre nós e os macaquitos, nos comparando a esses animais pelos modos e maneiras que expressamos em imitar os sobrinhos do Tio Sam.
   Infelizmente, se isso é autêntico ou não, nos coloca em situações vexaminosas. Porque já passou o tempo de nós nos desenvolvermos por nós mesmos, o povão, sem sofrer interferências, bem como nos deixarmos levar por modismos, ou seja lá o que for, no nosso próprio desenvolvimento.
   Mas parece que ainda teremos que viver mais outros séculos, até que adquiramos consciência para tal e para tanto. E que também alcancemos o tão sonhado primeiro mundo, como as nações europeias, nos proporcionando uma vida melhor, e bem melhor, do que a que vivemos nesse nosso contemporâneo.
   Tomara!

quinta-feira, 7 de julho de 2016

"PAU QUE NASCE TORTO, NÃO TEM JEITO: MORRE TORTO"

    E enfim o deputado Cunha pediu o boné da Presidência da Câmara de Deputados. E já havia passado da hora disso acontecer. Só uma pessoa muito fria e de auto controle poderia fazer o que ele fez. Mesmo sendo acusado de vários crimes, cujas provas já estão aí expostas pela justiça, ele insistia em manter-se ali, como se fosse o dono do cargo e do próprio mandato de deputado.
   No seu pronunciamento na renúncia, chegou a se emocionar, referindo-se à família. Dizendo que esta sofreu ações pesadas por parte de todos, insistindo em sua inocência, bem como na da mulher e da filha. Mas esqueceu que tais envolvimentos, se é que existem, e a justiça já os comprovam, foi ele mesmo quem as envolveu em suas manobras escusas. Querendo elas ou não.
   Existe uma problemática muito profunda em toda essa situação. É a do envolvimento de muita gente daquele Congresso Nacional. E essa gente não permitirá que todas as evidências de seus comprometimentos venham à tona, servindo de prova e acusação contra eles. Por isso que a situação vai escorrendo pelo tempo, retardando sua solução.
   E muita gente nesse país ainda tem a desfaçatez de falar mal dos políticos lá de Brasília. Mas esquecem que quem os colocou lá foram elas mesmas. Gente que, com certeza, tem comprometimento com grande parte das mazelas que eles perpetram em seus mandatos. Daí essa situação.
   Desta forma, como já é esperado, o caos se instalará em nosso país. E não pode ser de outro modo, em função das muitas más ações de grande parte da população. E o preço a pagar é e será muito grande. E já o estamos pagando, pelas muitas dificuldades que atravessamos no país e em nossas vidas, a começar pela violência urbana. Mas o desemprego, a falta de educação e a grande deficiência em todos os serviços públicos que possuímos, já evidencia tudo isso de ruim que se nos apresenta.
   Daí que ninguém poderá reclamar de nada do que está acontecendo, bem como ainda acontecerá de ruim nesse país. É a famosa contra partida daquilo que fizemos lá atrás. E não há como fugir disso. E como existe uma frase famosa que explica tal situação, é bom lembrá-la, aqui: "Pau que nasce torto, não tem jeito: morre torto".