Total de visualizações de página

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

DE EXISTÊNCIA, CREDOS, VIVÊNCIA E ASPECTOS DA VIDA COTIDIANA

     Há certos textos neste espaço que são anacrônicos ou atemporais, porque fazem alusão a certos assuntos fora da ordem do tempo regular e sincronizado nas assertivas aqui desenvolvidas.
    Mas é porque são assuntos que afloram à ideia do autor. E que podem ser exposto em qualquer época, sem quebrar a rotatividade dos acontecimento de cada data, como acontece nesse nosso cotidiano, que é uma sequência deles, digamos.
     A questão do credo de cada pessoa nesse mundo, é sempre uma situação desconfortante para quem quer abordar sobre isso. Porque cada um de nós possui um, mas sendo que outros até nem possuem nenhum deles. E isto geralmente é discutível entre todos ou alguns.
     Mas há discussões a respeito de muitos outros assuntos, dentro da complexidade de cada um deles, mas que faz com que as pessoas entrem em discussão por esse ou aquele aspecto. E a vida nos proporciona muitos deles, quiçá milhares ou milhões.
     Podemos, de cara, citar a Ufologia. Que é um estudo que envolve seres e naves extraterrestres, bem como outros planetas. Mas também cometas e outros objetos, como os famosos discos voadores. E a discussão sempre irá longe sobre tal tema. Até mais distante, assim como a distância ilimitada que existe nesse ou através do universo.
     E eu lembro da figura de meu velho pai que, quando era vivo, jamais quis acreditar que o humano tivesse pisado na Lua. Mesmo com os filmes e reportagens mostrando tal situação, ele se rebelava em acreditar nisso. E morreu com essa ideia, sem que tivesse tempo de que alguém o convencesse do contrário.
     E num dia desses, casualmente navegando pela internet, no site do Youtube, tive a chance e oportunidade de assistir matérias que contraditam tal acontecimento. E eu como sou um ser que se acha inteligente, não perderei meu tempo em concordar ou discordar desse mister. Porque não tenho condições firmes de acreditar ou desacreditar de nada do que acontece nesse mundo. E esse assunto é um deles. Fico só assistindo as exposições de ambos os lados, sem tomar partido a nenhum deles.
     Mas qual é a razão de uma postura como essa? É simplesmente não possuir nem ideia, ferramenta, conhecimento ou saber, de certas coisas nessa vida. Então, deixo a cargo e a critério dos que se propõem a enveredar nesse tipo de estudo, análise e pesquisa. Isto porque não me preocupo com alguns fatores nesta minha existência. E tudo que foge ao meu controle, busco não discutir, pelo menos com a profundidade que alguns colocam nessas discussões.
     E nesse caminho incluo tudo o que tem a ver com religiões. Quem quiser acreditar em certas coisas, que acredite. Porque não perderei tempo com isso, haja vista que tudo o que se apresentou para nós, até hoje, são meras conjecturas. Não há nenhuma prova concreta de nada do que pregam aí. E eu tenho coisas muito mais importantes para perder tempo, voltando-me, por isso, à elas, e já penso que é o suficiente para preencher meu tempo útil nessa vida.
     Dessa forma, cheguei à conclusão do seguinte: cada um de nós enverada pelo caminho que quiser para preencher os espaços de vida nesse planeta. E é assim que poderemos nos ocupar, desenvolvendo tudo aquilo que quisermos, independente do apoio ou concordância do outro, mas que se somará a tudo o que cada um de nós apresentar, também, como resultado dos nossos trabalhos individuais, seja lá o qual for, mas que contribui para o contexto geral de nossas vidas nesse planeta, tão vilipendiando pela raça humana, o que poderá acarretar com a sua destruição num futuro não muito longe, como já asseguram muitos que tratam desses assuntos como razão e meio de suas vidas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

"O POVO QUE SE EXPLODA", DIZIA O PERSONAGEM DO CHICO CITY, NA GLOBO.

    A cidade do Rio de Janeiro está de mal a pior com relação à sua administração pública. Isto porque é administrada por um prefeito que passa a impressão de ser aquele famoso personagem de um gibi da garotada em tempos passados: "O Riquinho".
   Este personagem é o filho de uma família muito abastada, que tem seus gostos realizados pelos pais, sem nenhuma restrição. E ele realiza as ações mais estapafúrdias possíveis, amparado na permissividade absoluta paterna.
   E é assim que o Sr. Eduardo Paes, Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro faz. Tomou para si a vontade de enfeitar a cidade que administra já em segundo mandato, realizando obras que só dão a impressão de maquiagem ou a realização de um mimo que ele imagina e cumpre sem a menor preocupação de abandonar outras necessidades imperiosas do povo.
   Assim, está realizando muitas obras que mudaram e mudarão a cidade de forma completa, mas sem a menor conscientização do que é melhor para ela e sua população, passando por cima de tudo e todos que lhe possam contrariar ou impedir. E isto é o que causa um tremendo espanto, porque existem pessoas e órgãos que têm a obrigação de reter seu ímpeto maquiador.
   No trânsito da cidade foi onde ele cometeu as maiores barbaridades. Promoveu a derrubada do elevado da Rodrigues Alves, causando a maior confusão na cidade, sem sequer mensurar o prejuízo da população em ficar tempo demasiado em engarrafamentos colossais, diariamente.
   Se alguém se propusesse a calcular o preço de uma situação como essa, chegaria a valores absurdos, sem limites. Porque são várias as modalidades de custo. O desgaste físico, mental e emocional das pessoas engarrafadas naquele trânsito infernal. Também dos veículos, presos nos locais de acesso ao centro da cidade. E a confusão e, principalmente, a poluição, sonora  e climática, produzida por milhares de veículos parados nos engarrafamentos diários criados pela inconsequência desse prefeito
    Aí ele faz propaganda institucional que tais melhorias serão um legado à população carioca. Só não percebe os equívocos em sua gestão e produção. Porque as necessidades básicas da população não são e nem foram atendidas. Não houve melhora na saúde pública, na educação, nos transportes, na segurança, enfim, em quase nada. Apenas o caos instalou-se em nossa cidade, sem perspectiva de que haja melhoria na situação de nossa população.
    Infelizmente o brasileiro não tem dado sorte em escolher seus mandatários. Tanto nos planos Federal, Estaduais e Municipais, as pessoas que têm chegado ao poder não se preocupam com aquilo a que deve ser atentado em termos de gestão pública. E as situações de escândalos financeiros e políticos, proliferam por todo o território nacional. E, assim, as prioridades que a população precisa e conta, vão ficando para  o lado, fazendo com que o sacrifício em viver no país aumente.
    E por último, se vê na imprensa que o prefeito deseja estender esse tal de VLT até o bairro da Gávea, passando pelo Jardim Botânico. O que ocupará a maior ou grande parte dessa rua, que já é extremamente complicada para o tráfego diário, o que redundará num tremendo caos à população, sem nenhuma dúvida.
      Mas há a necessidade de dizer que o metrô já se encontra relativamente próximo daquela área e é a condução mais apropriada para o deslocamento de grandes população, haja vista que usa uma posição subterrânea, fugindo do caos da superfície.
    Infelizmente parece que o povo não presta atenção em certas circunstâncias. Daí que os políticos brasileiros fazem e desfazem daquilo que querem. E não é à toa o conteúdo de disparates que vemos eles praticarem no país.

domingo, 4 de outubro de 2015

"O POVO GOSTA DE SER ENGANADO"

     Não a quem possa aceitar certas coisas que tentam nos impingir, de forma estúpida e grosseira. E em se tratando de administração pública na cidade do Rio de Janeiro, então, nem se fala. E esse processo se dá de forma estúpida, buscando transformar a população (pelo menos grande parte dela) em coisas em sentido.         Óbvio é que essa grande parte realmente deixa muito a desejar em conscientização daquilo que ocorre na cidade. Porque se não fosse desse jeito, muita coisa que existe já não existiriam aqui. Mas, infelizmente, teremos que conviver com tais absurdos, ainda, por muito tempo.

     Anda correndo no rádio e na televisão uma propaganda institucional que faz uma comparação entre a nossa cidade e o Japão. Isto por si só já é um tremendo absurdo. Porque não há como tecer-se tal comparação. E em nenhum sentido. Porque, pelo que consta, as diferenças são enormes e abruptas, não dando margem, sequer, de nenhuma aproximação dentro dessa ideia.
     Aí, na propaganda diz que no Japão tem bossa-nova, futebol e samba, mas que não são iguais ao que existe em nosso país (e cidade). Mas que lá também existe o BRT. E que proporciona ao povo de lá as mesmas condições que o povo de cá, os cariocas. Isso seria cômico, se não fosse trágico. Mas que troquemos a ordem desses fatores e nada mudará no sentido dessa frase, com certeza.
     É só ficar ouvindo as reportagens diárias que as rádios de nossa cidade divulgam e saberemos que isso não corresponde à verdade. Existe, sim, muita diferença entre o BRT japonês e o carioca. A começar pela competência de lá. Porque a de cá, fica devendo. E em muito a eles.
     Mas "o povo gosta de ser enganado". E essa  já é uma exclamação conhecida demais por todos nós aqui nesta cidade e, quiçá, no país inteiro. Mas parece que as práticas das autoridades nacionais são a do embuste e/ou engodo. Mas isso já vem de longa data.

sábado, 3 de outubro de 2015

E CADA UM ESPERANDO A SUA VEZ CHEGAR

    A cada dia que passa o meu estarrecimento com o humano é aumentado de uma forma descontrolada. Isto porque os acontecimentos que se dão nessa nossa vida já passaram da conta. São coisas terríveis e que não nos permite ver aquela famosa luz no fim do túnel. Pois a sequência dos fatos são ininterruptos e aumentam de uma forma avassaladora.
    A impressão que se tem é que o ser humano brasileiro da atualidade está muito pior, daquele dos tempos das cavernas. Naquela época, as barbaridades eram cometidas, mas por razões que poderiam ser atribuídas à ignorância e atraso comportamental. Mas nesses nossos dias, com o número enorme de leis, normas, regulamentos e que tais, fica inconcebível tantos desmandos e barbaridades que são cometidos pelos ditos humanos.
    Uma outra impressão que se pode observar nos comportamentos humanos atuais é a frieza. Que vem acompanhada da indiferença e da maldade extrema, onde se mata sem a menor cerimônia. Mas também a intenção quase sempre é voltada para a violência. Não se respeita nada e nem ninguém.
    Aí, lê-se na imprensa que o número de processos na justiça já alcançou patamares de milhões deles, sem que se veja os desfechos destes de forma objetiva e rápida, amontoando-se a cada dia que passa. Mas que não há quem consiga explicar por que isso se dá.
    Então, fica-se perguntando onde estão os Antropólogos, Sociólogos, Psicólogos e Assistentes Sociais, que não explicam tais fenômenos na baixeza dos comportamentos das pessoas nestes nossos tempos? Tampouco não se sabe se estão estudando tais fatos, para que se possa, no presente ou num futuro próximo, descobrir as razões de tantos disparates, bem como suas soluções.
    Mas não se precisa ser especialista em coisa nenhuma para se antecipar uma das razões dessas situações terríveis pelas quais passamos: A degradação da família. Porque é uma coisa lógica que a educação familiar e paternal é a base de tudo e onde um ser começa a ser orientado para a vida na sociedade e no cotidiano.
     E o engraçado nisso tudo é ver que cada um de nós sabe das origens de tais problemas, bem como de suas soluções. Só que devido a um engessamento coletivo, ficamos todos enrijecidos por isso, sem que tomemos pé de uma ação rápida para por fim aos descalabros que estão aí ao nosso dispor e visão no cotidiano.
     Assim, o tempo vai passando, as situações se complicando, as vítimas aumentando e as soluções se retardando, sem que tenhamos noção de onde tudo isso irá parar. E o pior: esperando chegar a nossa vez de tombar. Porque isso é só questão de tempo. Não pensemos que as coisas ruins só aconteçam com os outros. Elas se dão e se darão, sim, conosco, também. Ou com os nossos.

    *Em tempo: e que o Astral livre esse autor por muito tempo, ainda, protegendo-o de quaisquer ocorrências fatídicas.
    

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

SE PUDESSEMOS TROCAR NOSSAS INTEMPÉRIES PELAS DO RESTO DO MUNDO SERIA MELHOR

     É inconcebível o que se assiste em nosso país nesses últimos tempos. Por muito menos Fernando Collor perdeu o posto de Presidente da República em 1992, sendo forçado a renunciar pelos escândalos de corrupção em seu governo, perpetrado por P. C. Farias e outros.
    Os últimos acontecimentos que envolvem a gestão da D. Dilma Rousseff, ganham em todas as circunstâncias daquela época, mas ela ainda continua no poder e fazendo conchavos com muita gente. Principalmente com o partido PMDB, através do Sr. Michel Temer.
    Mas há também um certo conluio com Renan Calheiros e Eduardo Cunha, presidentes do Senado e da Câmara, respectivamente, que estão sob suspeitas da justiça, no STF. E parece que não escaparão ilesos disso.
    No entanto a passividade tupiniquim é algo que até assusta. E vemos as coisas irem seguindo de uma forma quase que normal. Porque o povo parece estar anestesiado em suas funções de cidadania, sem se importar com todos os absurdos que acontecem no país.
    A sujeirama a qual vimos assistindo há tempos, não deixa nenhuma dúvida do comprometimento de muita gente. E o Ministério Público já tem divulgado conteúdos que não nos deixam nenhuma dúvida a respeito. Mas pelo jeito, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes. E sem nenhuma quebra na normalidade dos absurdos.
    Os pessimistas de plantão preveem intempéries pesadas para as nossas vidas em futuro não muito distante. Já os otimistas ficam aí vendo a banda passar, sem tomarem partido em coisa alguma. Nem pra lá e nem pra cá. E assim vamos vivendo, assistindo às coisas se acumularem, sem querermos tomar pé da real situação, aguardando só seus desfechos e esperando que nada de ruim nos aconteça.
    Quisera que tivéssemos em nosso país as terríveis intempéries que existem lá nos outros países. Nas Américas Central e do Norte, na Europa e na Ásia. Aquelas coisas que acontecem todos os anos lá: tufão, terremoto, maremoto, tsunamis e guerras. Mas aqui não acontece nada disso. As nossas intempéries são de ordem moral. Ou melhor, imoral. Porque todas as safadezas que ocorrem em nosso país são muito piores do que as intempéries naquelas outras regiões. Inclusive aqui morre muito mais gente por causa da corrupção do que lá fora.
    Mas parece que tudo isso já faz parte da nossa naturalidade. A população brasileira, grande parte dela, aceita tudo isso com tanta passividade que dói. E o povo lá de fora deve ficar estarrecido com tudo isso. Afinal, nos vangloriamos de ser um país alegre e faceiro, de povo ordeiro e trabalhador, mas isso é só uma fantasia que jogamos lá para fora. Porque na realidade não é nada disso.
    E desde que o Partido dos Trabalhadores assumiu o poder no país, tomamos conhecimento de escândalos terríveis. E que envolvem cifras estratosféricas, açambarcando muita gente boa desse partido, mas que incluem outras de muitas esferas, também.
    Assim, os dias vão passando. E as expectativas aumentando. Idem para as perspectivas. Mas com essas não se tem nenhuma animação por se esperar que muita coisa ruim está para acontecer em nossas vidas. E os primeiros sinais já estão surgindo por aí. Dando-nos a impressão de que a conta a pagar será alta, diferentemente do que gostaríamos que acontecesse. É aguardar para ver como fica.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

UM CRIME PERPETRADO POR QUEM DEVERIA EVITÁ-LO

    Esse acontecimento que envolveu policiais militares numa ação num dos morros da cidade do Rio de Janeiro, onde uma pessoa filmou parte dela, mostrando o embuste deles para forjar flagrante de crime de um elemento que haviam detido, matando-o, deixa à mostra uma realidade cruel. O despreparo dessa tropa para ação em nossa cidade.
   E o preocupante é que tais ações já estão acontecendo com certa regularidade, digamos, que é mostrada sem dó e piedade pela imprensa telesiva, através desses programas que mostram o cotidiano na cidade e no país.
   Infelizmente em nosso país, tais ocorrências acontecem em vezes muito mais do que aquelas que esperamos e queremos. E as imagens correm o mundo, mostrando a realidade do nosso país. Isto homologa e configura a ação de gente de terceiro mundo, sim. E não há como refutar tais fatos.
   Já se discute há certo tempo a possibilidade da extinção da Polícia Militar. Mas isso será um grande problema a resolver. Porque caso se dê, onde se alocarão seus componentes? Eles não são possuidores de nenhuma aptidão para outras áreas ou tarefas profissionais, o que causaria um tremendo problema para a sociedade brasileira.
    De outra forma,  teria de se criar uma outra força, mais preparada e capaz, que não cometesse essas mesmas ações nocivas as quais já estamos acostumados a assistir. E isso demandaria um tempo que talvez não se resolvesse por si só, dificultando mais ainda a solução para a segurança pública em nosso pais.
    Mas o que espanta e estarrece é ver que esses policiais não percebem a gravidade de seus atos. Porque um policial não deve matar ninguém à toa. Principalmente se o preso já está dominado por ele. E, no caso, havia mais de um nessa ação, o que lhes dava certa tranquilidade de domínio ao sujeito.
    Enfim, uma circunstância como essa, mas que se repete em outras oportunidades, nos passa a impressão da má formação do soldado, desde de sua entrada na corporação. Bem como, também, mostra a arrogância, prepotência e presunção de que o militar é onipotente, podendo eliminar a quem quiser, na hora e local que o quiser, também. E isso é um tremendo de um absurdo, mas também é um crime hediondo. E assim deverá ser tratado pelos superiores dessa corporação e pelas autoridades responsáveis por esse processo.

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

RELEMBRANÇAS DE OUTRAS ÉPOCAS E COISAS

     O passar dos anos é implacável. E uma afirmação como essa poderia ser considerada pura redundância ou o óbvio ululante. E determinemos desde já que assim o seja. Imediatamente. Pelo menos não seremos chateados pelos cricris de plantão.
     E ao usar esse termo, cricri, vamos ao que queremos dissertar nessa crônica. Mesmo que alguns a considerem uma tremenda encheção de linguiça. E aqui, mais uma vez, confirmaremos tal situação, para que não soframos novas ações dos já citados.
     Mas as mudanças nos tempos incorre, também, nas mudanças dos meios, dos hábitos, dos pensares e dos falares. E hoje, não sei porque, me veio à mente tal assunto, relembrando-me dos muitos vocábulos que outrora eram usados e que não o são mais nesses nossos tempos atuais.
     Por exemplo, mirolha: quando moleque eu ouvia (e usava) muito esse termo quando alguém se referia à pessoa boa de teco ou de tiro. E até mesmo esse primeiro termo, hoje em dia será bem provável que a molecada desconhecerá, Porque se referia àquele que tinha pontaria certeira, seja lá no que se propusesse a atingir.
     Mas existem muitos outros termos que se usavam naqueles tempos e já não se aplicam mais nesse nosso cotidiano. Vamos a alguns: às pampas, referindo-se a muito quantidade; paquinha: o que hoje se referiria a um gay ou afeminado. E este termo, inclusive, também é pouco usado atualmente.
     O jogo de "porrinha" também possui um termo que hoje já não é conhecido pelos mais jovens, só pelos maiores de cinquenta anos, possivelmente. E o termo "escambal", também era muito usado nas décadas passadas, mas que na atual é quase que desconhecido de todos. Ou quase, digamos.
     E existem muitos outros. Do que lembro assim de forma rápida, cito: marraio, couro de pica, bronha (esses  dois mais pesados para aquela época, mas não para a atual). Sendo que o primeiro dessa sequência era completado com uma frase, a saber: "marraio, feridô sou rei". Que era usado nos jogos de bola de gude da garotada.
     Mas também temos muitas brincadeiras antigas que os garotos de hoje não conhecem, como: "carniça", "garrafão", dentre muitas outras. E isso é uma situação intrínseca à passagem do tempo e das épocas. E não há como reverter tal processo. Apenas para nós, os acima dos cinquenta anos, fica a memória, a lembrança de tempos que já não voltam mais. E tempos onde se vivia melhor do que hoje. Mesmo com o aparato eletrônico ao nosso dispor, mas que nos traz um custo alto, nos fazendo viver de forma pesada e desgastante, o que hoje chamam de "estressada".
     E vida que segue..
 

terça-feira, 29 de setembro de 2015

ESTÁ FALTANDO BOM SENSO À D. DILMA

    Um país como o nosso, parece estar fadado a estar figurando sempre num plano inferior, se comparado a outros países. E até mesmo da América do Sul, como Argentina e Chile. Mesmo que tal afirmação caiba controvérsias, como diria aquele famoso personagem da TV.
    E não precisa ser especialista em coisa alguma, bastando possuir lucidez e percepção, para observar que certas coisas que acontecem aqui são de estarrecer. E os procedimentos da D. Dilma Rousseff na condução do país nesses últimos dias é uma delas.
    Nesses últimos dias, quem acompanha a política brasileira de forma razoável, tomará conhecimento dos absurdos que ela vem praticando na condução do país, fazendo conchavos com o PMDB para manter seu cargo, em função de mais de uma dezena de pedidos de impedimento que estão lá no Congresso Nacional, para definição do Deputado Eduardo Cunha, no sentido de aceitar ou não algum deles.
    São verdadeiras barganhas promovidas por ela, buscando salvar seus dedos e entregando os anéis. E a qualquer custo. Daí cedendo ministérios e seja lá o que for, para o PMDB salvá-la da possível e provável degola por parte do Congresso Nacional.
    Muitos políticos já afirmaram que ela deveria manter-se íntegra e entregasse o cargo e mandato, saindo por conta própria, livrando-se desses possíveis atos que lhe trariam sérios problemas. Tanto na vida política quanto na pessoal. Mas ela parece estar arraigada no poder, mesmo com uma condução administrativa sofrível e comprometida com muitas mazelas. Dela própria e de seu partido, o PT.
     Enquanto isso, vemos o povo ficar mercê de uma situação complexa que poderá redundar em muito sofrimento à população. Sendo que os especialistas das áreas política e econômica, desenham gravuras de grandes dificuldades para ela daqui para a frente. E sem esperança de um desfecho feliz. Pelo menos, satisfatório.
   O ruim disso tudo é não conseguirmos alcançar aquela famosa luz no fim do túnel. Porque saindo ela, a D. Dilma,  não temos um outro elemento que possa alinhavar melhorias para o país, de modo sereno e seguro. Até porque lá no Congresso Nacional está abarrotado de gente comprometida com crimes e que tais, começando pelos Presidentes do Senado e da Câmara, respectivamente, que estão arrolados em processos no STF.
   E assim o povo vai vivendo e sobrevivendo dentro de expectativas e perspectivas sombrias. E isso tem um preço. E já o estamos começando a pagar através das muitas greves do serviço público, bem como da variação cambial quase sem controle, incluindo-se aí o início de uma recessão que acarretará em muitas outras dificuldades coletivas no país.
    Assim, a única alternativa que nos resta é aguardar  ansiosos os desfechos que se darão. E torcer para que toda essa pressão passe rápido, sem deixar sequelas profundas em nossas vidas.
    

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

DE AFORISMO EM AFORISMO VAMOS RENOVAR AS ESPERANÇAS

     A Ex-Senadora Marina Silva conseguiu junto ao TSE a homologação de seu partido político Rede Sustentabilidade. Agora dará início à trajetória política em direção ao tão sonhado cargo majoritário no país, o de Presidente da República.
     Então, com a confirmação desse novo partido, haverá a transferência de muita gente que já faz parte de outros, em busca de novas perspectivas políticas, com certeza. E isso já está acontecendo porque ela já conseguiu a adesão de duas figuras representativas do PT: o Deputado Alessandro Molon e a Ex-Senadora Heloísa Helena, de Alagoas.
     Mas já há muitas outras adesões vinda de vários partidos e mesmo de gente sem partido nenhum. Todos estão em novas expectativas de vida política, buscando futuro numa sigla nova, esperando que o povo lhes dê credibilidade para alcançar sucesso  político, bem como buscar mudar as características que sempre existiram no pais, principalmente com a falta de compromisso com a coisa pública e o desrespeito ao eleitor e cidadão brasileiro.
     E a população, com certeza, criará novas expectativas com esse partido. Porque a desesperança já havia tomado conta de todos com a performance imoral do PT, quando envolveu-se com o que há de pior na política tupiniquim, mas também com os escândalos financeiros do "mensalão" e do "petrolão".
Ex-Senadora Marina Silva
     Mas seria bom que pessoas famosas e sérias, brasileiras, de todas as categorias, adentrassem a esse partido com a proposta de moralizar esse âmbito, bem como  de criar novas regras para o funcionamento do Congresso Nacional. E extirpar de nossas vidas todas essas imundícies que estão aí em vigor, principalmente o ato de legislar em causa própria, concedendo aos próprios benemerências absurdas e imorais, do modo como estão aí estampadas na imprensa diariamente. 
     E como diz um aforismo popular muito conhecido: "A esperança é a última que morre"", não custa nada reaviva-la nessa oportunidade. Mas também não se esquecendo de um outro deles, um tanto quanto contrário, que diz: "Quem vive de esperança, morre de fome". Ou seja: ficar com um pé lá e outro cá, esperando todas as adesões que se darão nesse novo partido.
     A nação espera que a D. Marina Silva e seu novo partido escolham a dedo seus novos companheiros, eliminando todos aqueles com históricos de populismo, oportunismo, maracutaias e afins, para que o partido não incorra num outro aforismo popular, também muito conhecido, que diz: "Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto".