A sabedoria popular é soberana. Porque em sua essência carrega todas as ações e expressões da vida, do nosso cotidiano.

Ele fez uma observação que achei profunda, com relação à existência de excelentes repórteres e jornalistas em um passado recente em nosso país, onde boa parte deles já é morta. Bem como fez uma afirmação interessante quando afirmou que os jornalistas de agora "são formados em universidades".

E a discussão que envolveu na semana da eleição que terminou, onde certas faculdades se manifestaram a favor do PT e contra o Bolsonaro, a exata noção do que anda distorcido em nossa nação. Universidade nenhuma deve ou pode tomar iniciativas de defender essa ou aquela agremiação política, devendo ficar neutra. Mesmo escamoteando tal iniciativa em dizer que está defendendo este ou aquele regime ou sistema de governo.
De outro modo, como a imprensa brasileira não merece confiança, pelas muitas mazelas que cometeu e ainda comete, há muitas distorções em nossa história. E desde os primórdios do nosso descobrimento. Assim, gerou-se, gera-se e ainda se gerará, muitas distorções a respeito de tudo e de todos.
Seria de boa ideia pegar-se na própria história que todos conhecem aí sobre o nosso descobrimento em 1500, quando afirmam que nas naus de Cabral vieram gente da pior espécie. Degradados, assassinos, nobres falidos e também prostitutas. Daí criando uma possibilidade, um tanto quanto absurda, digamos, que temos em nossos genes, um histórico dos piores. Talvez isso explique as mazelas tupiniquins em Pindorama, nos dias atuais.
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