
A Doutrina Espírita costuma explicar isso dizendo que são coisas de vidas passadas, o famoso carma. Mas eu que não tenho e nem sigo nenhuma religião, não dou crédito a tal coisa. Mas não sou contra a quem dá, é claro. Cada um que siga ou acredite naquilo que quiser. É assim comigo com relação ao descrédito religioso.

À uma pessoa que possua tais qualidades extras, não é de boa índole ficar fazendo uso de auto-propagandas. No entanto, como se verifica em nosso cotidiano, têm aquelas pessoas que não possuem nenhuma verve extra, ou até mesmo propriedades materiais mais que o outro, mas vive se gabando de possuí-las. A isso podemos classificar como bravatas, fanfarronices ou embustes. Tanto faz.

Então, é necessário se diferenciar as diversas circunstâncias que se nos apresentam, no tocante a vermos o outro de forma distorcida ou equivocada. Se ele é ou tem o que apregoa, realmente, não está fazendo uso de nada do que é anormal. O contrário disso é, sim, que devemos prestar atenção. Se não, agindo de forma equivocada nas análises ao nosso semelhante, por certo cometeremos muitas injustiças.
Eis aí a realidade da vida.
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