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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

TANTO CÁ, QUANTO LÁ!

      Num certo contexto nem deveria abordar tal tema em função de uma certa rejeição que sinto ao american way of life. Mas nada que possa criar choque entre nós.

     As proximidades da realização das eleições nos Estados Unidos, previstas para o próximo dia 3 de Novembro, é assunto em todas as partes do mundo. Daí não ser diferente em nosso país, onde até somos acusados pelos hermanos argentinos, de buscarmos sempre imitá-los, nos chamando de macaquitos.

      Essa nação, USA, possui particularidades singulares. E dentre essas, o sistema de votos lá é muito diferente das demais nações do mundo. E muita gente até se confunde com aquele método. Outros acabam por não entendê-lo. Principalmente se comparados ao nosso, do Brasil.

       O voto lá não é no sistema eletrônico. E também não é uma votação direta. Na última eleição presidencial, onde o Presidente Trump se elegeu, as expectativas anteriores e também as pesquisas eleitorais, davam por certo a sua derrota para o outro candidato. Mas todos se surpreenderam com o resultado final.

        Este ano, 2022, parece acontecer a mesma coisa que antes. Diz-se que seu concorrente está na dianteira. Também se faz outros prognósticos, um deles é com relação ao isolamento do Presidente Bolsonaro e o Brasil, caso Trump perca essas eleições.

        É para se pensar ser tudo isso uma tremenda falta do que fazer e dizer. O Brasil é uma grande nação. E seria tão ou mais portentosa no mundo se o brasileiro soubesse dar valor à sua própria pátria. Mas por enquanto vamos vivendo de um modo o qual podemos classificar como cambaleante, tantas são as mazelas nele.

        Também teremos eleições municipais no mês que vem. Mas as perspectivas, pelo que se observa, não são nada alvissareiras, porque aqueles mesmos de antes, os que já se candidataram ou venceram em outras eleições, e que deixaram muito a desejar no aspecto da honestidade, colocam-se na dianteira em relação aos candidatos novatos.

         Isso implica dizer que não mudará quase coisa alguma. Tanto na eleição quanto no país. Porque as práticas serão as mesmas de antes. Até mesmo a corrupção permanecerá entre nós, Lava Jato à parte.

         Sobre isso pode-se deduzir a falta de conscientização do povão tupiniquim de Pindorama. Que, entra e sai anos, continua sem tomar pé das muitas coisas ruins que permite serem feitas aqui.

         Então, tanto cá quanto lá, nos USA, tudo continuará como dantes no quartel de Abrantes. E vida que segue...

      

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