Quando se assume um determinado espaço com fim literário, seja ele qual for, às vezes se perde a direção a seguir, de acordo com quem o possui.
Quase sempre se utiliza dos teores momentâneos. Mesmo que eles sejam diversos, não se consegue mudar quase nada num desses teores. A política, por exemplo, é como se fosse o que dizem "uma cachacinha". Aí a insistência nesses assuntos.
Mas chega uma hora que isso satura um autor. Aí ele se vê forçado a mudar seu teor. Seja lá por qual for. E, nesse exato momento, o mês de Dezembro surge como salvação da lavoura, auxiliando qualquer autor a enveredar por esse caminho.
Entretanto, o período natalino também é outro já muito falado. Mas como será de tempo rápido, entre duas a três semanas, logo se abandonará tal teor. E assim, a vida vai seguindo.
Assim, entrando nesse teor, é de lembrar que o Natal, possuindo conteúdo religioso, porque lembra o nascimento de Jesus Cristo, já não é seguido nesse aspecto, como era antes. O lado comercial e mercantilista, já quase o abocanhou por completo.
As populações do Hemisfério Norte, em especial os americanos, canadenses e boa parte da Europa, parece terem aprendido essas práticas. Assim, desta forma, o Natal nessas terras, é festejado de modo e forma extraordinária. Praticamente singular.
Há cidades que se transformam em puros enfeites de natal. As ruas e imóveis são enfeitados ao extremo, com uso de bonecos, luzes e todo tipo de adereço dessa época. Fora que também aplicam o uso de comidas e bebidas, pertinentes. Bem como de músicas, idem.
E mesmo que muitos, aqueles que são religiosos extremados, não vejam tudo isso de forma afetuosa, é inegável que nesses tempos os comportamentos das pessoas mudam sensivelmente. E é aí onde a fraternidade universal se apresenta. E isso é altamente louvável.
Talvez até seja comprovado cientificamente, durante o período que se festeja o Natal, a violência diminui sensivelmente. E isso deve ser encarado como algo pra lá de positivo e favorável. Até, mesmo, necessário ao mundo atual.