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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

DESÂNIMO POPULAR CRÔNICO

    Muitos falam que estamos sob uma ditadura em nosso país nesses últimos tempos. E ela é comandada por togas, haja vista que ministros do Superior Tribunal Federal, STF, são os que dão as cartas nesse poder. Principalmente o ministro Alexandre de Morais.

     Particularmente este autor não vê isso. Apenas observa a omissão de quase todo mundo no país. Principalmente do povão, que vê um amontoado de absurdos ocorrerem nele sem, contudo, tomarem frente a isso.

     É óbvio que esta omissão é mais abrangente. O Governo, que segundo consta, anda sem autoridade, se omite de forma escandalosa. Mas até coopera vez ou outras com certas arbitrariedades do(s) dito(s) ditador(es), agindo tendenciosamente para o mal na maioria das vezes.

     Já o Congresso Nacional, este, então, vai de mal a pior. Faz com que nunca esqueçamos da afirmação de Lula em 1993, quando falou da existência, lá, de 300 "picaretas", faltando nomeá-los. E tudo só degringolou desde então.

     O Senado Federal, parte do Congresso, tem o poder de acertar essas quizumbas. Mas não o faz. Possui direitos previstos na Constituição Federal que tiraria, ou diminuiria, esse dito poder ditatorial do STF. Infelizmente, há muitos senadores com ficha suja e pendentes de processos e inquéritos lá no Congresso.

      A seguir, faz-se necessário lembrar do Art. 142 da Constituição Federal que dentre algumas alternativas, faz referência à ação das forças armadas quando a situação se altera, como atualmente, onde os poderes da república não estão alinhados uns com os outros, necessitando um certo reordenamento.

      Infelizmente observa-se por parte da população uma certa indiferença. A tudo e a todos. Parece que ela não se importa com nada, incluindo-se no rol daqueles que preferem viver de forma sofrível ou desordenada. E é disso que os espertalhões que estão por aí se aproveitam.

       Um ano novo se aproxima. Contudo, não se observa nenhuma expectativa para o que se iniciará em breve. Uma pena. A impressão que se tem é que o povo já escolheu seu destino. O da mediocridade, da vulgaridade e do baixo valor da cidadania.

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