É normal que esperemos desfechos satisfatórios às situações criadas pelo ministro Alexandre de Morais, nestes imbróglios que o envolveram na Lei Magnitsky, também nos escândalos do Banco Master, mais ainda as trocas de assuntos dele com o Presidente do Banco Central, BC, Gabriel Galípolo?
De quebra, ainda tem-se a presença da jornalista Malu Gaspar, que parece ter aumentada toda essa pressão nesses temas, como ainda o envolvimento de Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master, o fio da meada para se desvendar todos os mistérios aí existentes.
Pode até parecer inusitada tais ocorrências, porque elas promoveram uma tremenda de uma reviravolta numa situação que jamais era esperada. E assim, iniciou-se um verdadeiro inferno astral para o ministro Alexandre de Morais.
Muitos garantem que dessa vez ele não sairá disso como de outras vezes. Ileso e sem arranhões, mesmo que num sentido figurado. Dessa vez, dependendo do andamento desses fatos, ele correrá sérios riscos de ser abatido em pleno voo, usando-se outra metáfora, sofrendo impedimento através de penalidades previstas em Leis brasileiras.
Segundo consta, tudo isso refletiu-se na Lei Magnitsky, que o livrou de certas sanções, mas num acerto entre o governo brasileiro e o americano. Afinal, alguma coisa tinha que acontecer de importante nisso. E ele, o ministro, facilmente colaborou, falhando grosseiramente nessa ocasião.
Desta forma, para os inocentes desse país, é possível que tenhamos acontecimentos profundos e drásticos a partir disso tudo. Muitos do que até aqui viveram a apoiar e até proteger esse ministro, por algumas razões não o fazem mais. Até se bandearam para o lado contrário, fazendo severas críticas e passaram a fazer acusações ao mesmo.
E como o de sempre, só nos resta deixar passar o tempo, ou a poeira abaixar, para ver o que dará, então. E mesmo que seja um sofrimento tal espera, torcemos para que valha a pena, bem como assistamos as verdades virem à tona, como sempre esperamos.
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