Das janelas do meu apartamento, visualizo a estrada de ferro, por onde passa, diariamente, muitos trens transportando a população que trabalha no Centro e na Zona Sul da cidade.
Na maioria dos casos, as composições são em número de oito em cada comboio. Mas existem alguns casos em que são só quatro. É um critério adotado pela rede, sabe-se lá baseado em quê.
E, nessas oportunidades, no comboio maior, que são de oito vagões, observo que um deles difere dos demais na cor. Enquanto os demais são na cor azul, um deles carrega a cor rosa/lilás. É sabido que este vagão é exclusivo para mulheres. visando dar mais sossego, tranquilidade e segurança à elas, no tocante ao tal de assédio sexual.
Ora, tal ideia é extremamente absurda. E por vários aspectos. O primeiro deles é que a quantidade de mulheres que trabalham e usam esses trens, são quantitativamente iguais ao número de homens que ali estão, também, nas demais composições. Ou seja: não há como num só vagão caber todas as mulheres que estão nesse trem.
É óbvio que tal ideia é absurda e explorativa. Isto porque causa uma certa discriminação aos homens, sim. E dentro dessa divisão, num só vagão, a coisa se revela como pura exploração de um fato grosseiro, digamos. Isto porque desde muitos anos atrás, as mulheres sempre viajaram misturadas aos homens. E se houve um ou outro caso de abuso por parte de um homem, isto foi e ficou resolvido na hora, diga-se.
Infelizmente, nesses nossos tempos, há um exploração de certas circunstâncias, que ao invés de causar solução, causam, sim, é muita confusão. E não há como se esquecer das leis na nossa Constituição, no que tange a afirmar que os direitos são iguais entre todos. E, nesse caso, o que acontece é pura discriminação aos homens, sim.
A polícia está aí mesmo a serviço de todos. E se houver abuso de alguém, seja homem ou mulher, ela deve intervir, sim, resolvendo o imbróglio na hora. E pronto. O resto, é conversa fiada.
Na maioria dos casos, as composições são em número de oito em cada comboio. Mas existem alguns casos em que são só quatro. É um critério adotado pela rede, sabe-se lá baseado em quê.
E, nessas oportunidades, no comboio maior, que são de oito vagões, observo que um deles difere dos demais na cor. Enquanto os demais são na cor azul, um deles carrega a cor rosa/lilás. É sabido que este vagão é exclusivo para mulheres. visando dar mais sossego, tranquilidade e segurança à elas, no tocante ao tal de assédio sexual.
Ora, tal ideia é extremamente absurda. E por vários aspectos. O primeiro deles é que a quantidade de mulheres que trabalham e usam esses trens, são quantitativamente iguais ao número de homens que ali estão, também, nas demais composições. Ou seja: não há como num só vagão caber todas as mulheres que estão nesse trem.
É óbvio que tal ideia é absurda e explorativa. Isto porque causa uma certa discriminação aos homens, sim. E dentro dessa divisão, num só vagão, a coisa se revela como pura exploração de um fato grosseiro, digamos. Isto porque desde muitos anos atrás, as mulheres sempre viajaram misturadas aos homens. E se houve um ou outro caso de abuso por parte de um homem, isto foi e ficou resolvido na hora, diga-se.
Infelizmente, nesses nossos tempos, há um exploração de certas circunstâncias, que ao invés de causar solução, causam, sim, é muita confusão. E não há como se esquecer das leis na nossa Constituição, no que tange a afirmar que os direitos são iguais entre todos. E, nesse caso, o que acontece é pura discriminação aos homens, sim.
A polícia está aí mesmo a serviço de todos. E se houver abuso de alguém, seja homem ou mulher, ela deve intervir, sim, resolvendo o imbróglio na hora. E pronto. O resto, é conversa fiada.
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